A parada de ônibus ficava numa rua escura, longe do centro. Era quase meia-noite. Minha mãe estava sozinha, esperando o último ônibus, vestido curto, decote aberto, saltos altos. O vento frio fazia o tecido colar nas curvas do corpo. Eles apareceram de repente. Três homens. Um dela já conhecia de vista. Não perguntaram nada. Um tapou a boca dela com a mão grande, outro segurou os braços e o terceiro a arrastou para trás do ponto, onde a sombra era mais densa e ninguém passava. — Gritar não vai adiantar, puta. Rasgaram o vestido no meio. Os seios pesados saltaram para fora. A calcinha foi puxada com força até rasgar. Minha mãe tentou se debater, mas levaram ela de peito contra a parede fria do abrigo de ônibus. O primeiro tapa veio sem aviso. Mão aberta, pesada, no rosto. Depois outro. E outro. A bochecha ficou vermelha na hora. Em seguida as mãos desceram. Começaram a surra de verdade. Tapas fortes nos seios, um atrás do outro, fazendo a carne tremer e as pontas endurecerem de dor e frio. Chineladas secas nas coxas internas, deixando marcas vermelhas imediatamente. Um deles tirou o cinto e começou a descer o couro nas nádegas com força. Cada cintada fazia o corpo dela se contorcer. A bunda foi ficando vermelha, depois roxa, latejando. Não pararam nas nádegas. O cinto subiu pelas costas, desceu nas coxas, voltou para a bunda. Mãos abertas batiam nos seios, no ventre, nas coxas, em qualquer pedaço de pele exposta. Minha mãe gemia abafado, a boca ainda tampada. Lágrimas escorriam. O corpo inteiro ardia. Quando a pele já estava marcada de vermelho e roxo, um deles abriu as pernas dela à força, cuspiu na boceta e enfiou a rola de uma vez, seco, até o fundo. Ela gritou contra a mão. Ele meteu com brutalidade, estocadas profundas que faziam o corpo bater na parede. Os outros não ficaram parados. Um enfiou a pica na boca dela, segurando o cabelo e fodendo a garganta sem piedade. O terceiro continuava a surra: tapas nos seios, chineladas nas coxas, cintadas na bunda enquanto ela era fodida nos dois buracos. Trocaram de posição várias vezes. Viraram ela de costas, de frente, de quatro no chão sujo da parada. Cada um meteu no cu e na boceta. A surra não parava. Mãos, cinto, chinelo, tudo batia em alguma parte do corpo enquanto as rolas entravam e saíam com força. Seios, bunda, coxas, barriga, rosto — nada ficou sem marca. Minha mãe gozou sem querer, o corpo traindo, a boceta apertando enquanto chorava e gemia. Eles riram e continuaram. Um gozou na cara dela, outro nas costas, o terceiro enfiou fundo no cu e descarregou lá dentro. Depois puxaram ela pelo cabelo, obrigaram a lamber as rolas limpas e ainda deram mais algumas chineladas na bunda já destruída só para ver a carne tremer. Quando terminaram, ela estava no chão, nua, o corpo inteiro marcado de vermelho e roxo, seios inchados, bunda latejando, boceta e cu abertos e pingando porra, saliva e sujeira. O vestido rasgado jogado ao lado. Eles ajeitaram as calças e foram embora sem olhar para trás. O ônibus passou minutos depois. Minha mãe não conseguiu se levantar a tempo. Ficou ali, no chão da parada, tremendo, o corpo inteiro doendo, até conseguir se arrastar até o banco e se cobrir com os restos da roupa.
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