No terceiro dia a porta dos fundos já estava aberta antes mesmo dele chegar. A mãe esperava na cozinha, nua da cintura para baixo, só com a camisola fina amarrada solta na altura dos seios ainda marcados de vermelho do dia anterior. Quando o moleque entrou e fechou a porta com o pé, ela não disse nada. Apenas se sentou na beirada da mesa e abriu as pernas. Ele tirou o jornal da cintura, enrolou com mais força e se aproximou. O olhar desceu direto para o meio das coxas dela. A buceta já estava úmida, os lábios inchados, o clitóris visível. — Hoje é só aqui — falou, voz rouca. — Só na buceta. Ajoelhou-se na frente dela. Com a mão livre, abriu os lábios grandes com os polegares, expondo tudo. O ar frio da cozinha tocou a carne molhada. Ele passou a ponta do jornal enrolado bem devagar pela fenda, de baixo para cima, raspando o clitóris. Ela estremeceu inteira. O primeiro tapa veio seco e certeiro. O papel bateu direto na buceta aberta. O som foi úmido, diferente. Ela soltou um grito curto, as coxas tentando se fechar por reflexo. Ele as segurou abertas com uma mão e bateu de novo. Mais forte. O jornal estalou contra os lábios e o clitóris. A carne tremeu, ficou vermelha na hora. — Aguenta aberta — ordenou. Ela obedeceu, segurando as próprias coxas, puxando-as para os lados. Ele continuou. Ritmo constante, seco, cruel. Cada tapa fazia a buceta latejar e ficar mais molhada. O jornal já estava úmido de lubrificação dela. Ele batia de frente, depois de lado, depois raspava a ponta no clitóris antes de bater de novo. A mãe gemia alto, a cabeça jogada para trás, os seios ainda sensíveis balançando a cada impacto. Ele parava de vez em quando só para olhar. Os lábios estavam vermelhos, inchados, brilhando. O clitóris latejava, exposto. Ele dava mais três tapas seguidos, bem no meio, e ela quase gozava só com aquilo. Mas ele não deixava. Abaixava o ritmo, batia mais leve, só o suficiente para manter a ardência, e depois voltava forte. — Olha o estado dessa buceta… — murmurou, enquanto batia. — Toda vermelha. Toda molhada. Gostando de levar jornal na xota. — Gosto… — ela confessou, voz quebrada. — Continua… mais forte… Ele obedeceu. O jornal descia com mais força. O som ficou mais úmido a cada tapa. Ela tremia, as unhas se cravando nas próprias coxas. Lágrimas de tesão escorriam pelo rosto. A buceta já estava bem vermelha, os lábios inchados e sensíveis demais. Cada impacto fazia ela soltar um gemido quase de dor misturado com prazer puro. Quando a carne estava bem marcada e quente, ele jogou o jornal na mesa. Sem aviso, empurrou dois dedos dentro dela de uma vez. A buceta apertou em volta. Ele fodeu com os dedos rápido e fundo enquanto a outra mão voltava a bater de leve com a mão aberta, só para manter a ardência. Ela gozou ali mesmo, gozando forte, o corpo se contraindo, líquidos escorrendo pela mão dele e pela beirada da mesa. Ele não parou. Continuou enfiando os dedos enquanto ela ainda tremia do orgasmo. Depois tirou, pegou o jornal de novo e deu mais quatro tapas certeiros na buceta já hipersensível. Ela gritou, as pernas tremendo, quase caindo da mesa. Só então ele se levantou, abriu o zíper e tirou o pau duro. Empurrou dentro dela de uma vez, fundo. A buceta vermelha e inchada engoliu tudo. Ele agarrou as coxas dela e fodeu com força, cada estocada fazendo a carne ardida bater contra a base do pau. O som era molhado, sujo. Ele metia sem piedade, olhando para baixo, vendo a buceta vermelha se abrir e fechar em volta dele. — Vai gozar de novo com a xota queimando — rosnou. Ela gozou de novo, apertando nele, gemendo alto. Ele acelerou, enterrou fundo e gozou dentro, enchendo ela. Ficou parado alguns segundos, respirando pesado, ainda enterrado na buceta latejante. Depois tirou o pau devagar. Esperma escorreu imediatamente pelos lábios vermelhos e inchados. Ele pegou o jornal mais uma vez e deu dois tapas leves, só para ver a porra se espalhar e a carne tremer. — Amanhã eu volto — disse, arrumando a calça. — Se a porta estiver aberta, a surra continua. Só na buceta. Até ela ficar roxa e você não conseguir fechar as pernas. A mãe ainda estava sentada na beirada da mesa, as pernas abertas, a buceta ardendo, vermelha, inchada e escorrendo. Levantou o olhar para ele, olhos úmidos de prazer. — A porta vai estar aberta. O moleque guardou o jornal na cintura e saiu pela porta dos fundos, sumindo na noite como sempre.
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