Surra de cinto 1

No quinto dia a porta dos fundos já estava aberta antes dele chegar. A mãe esperava de quatro no meio da cozinha, a camisola fina puxada até as costas, a bunda empinada e nua. As marcas antigas da surra de jornal já tinham sumido, mas a pele ainda estava sensível. Quando o moleque entrou e fechou a porta, ela não se mexeu. Apenas arqueou mais o quadril, oferecendo.
Ele não trouxe jornal desta vez. Tirou o próprio cinto da calça — grosso, de couro gasto, a fivela pesada tilintando. Enrolou a ponta na mão, deixando o resto balançar.
— Hoje é cinto — falou, voz rouca. — E só na bunda.
Ela engoliu seco, mas empinou ainda mais. Ele se posicionou ao lado dela, passou a mão aberta pelas nádegas, apertando a carne macia, e depois levantou o braço.
O primeiro golpe veio seco e alto. O couro estalou forte contra a pele. A mãe soltou um grito curto, o corpo inteiro se contraindo. Uma faixa vermelha apareceu na hora. O segundo golpe veio logo em seguida, no outro lado. O terceiro atravessou as duas nádegas de uma vez. O som do cinto era diferente do jornal — mais pesado, mais cruel, o couro queimando a pele.
Ele não perguntou se doía. Continuou. Ritmo constante, seco, forte. Cada chicotada fazia as nádegas tremerem e saltarem. A pele ia ficando vermelha rápido, depois mais escura, com marcas nítidas do cinto. Ele batia de cima para baixo, depois em diagonal, depois bem no meio, bem em cima da fenda. A mãe gemia alto, os braços tremendo, a testa apoiada no chão frio.
— Aguenta — ordenou, enquanto o cinto descia de novo. — Quero essa bunda toda marcada.
Ela obedeceu, empurrando o quadril para trás a cada golpe. O cinto estalava, ardia, fazia a carne latejar. Lágrimas de tesão escorriam pelo rosto dela, mas ela não pedia para parar. A buceta já estava encharcada de novo, brilhando entre as pernas abertas.
Ele parava de vez em quando só para passar a mão pelas marcas quentes, sentindo o relevo das faixas vermelhas, e depois voltava a bater. O som ecoava na cozinha. As nádegas já estavam bem vermelhas, algumas áreas quase roxas, quentes demais ao toque. Ele mudou o ângulo e começou a acertar bem embaixo, perto da junção com as coxas, onde a pele era mais sensível. Cada golpe fazia ela soltar um gemido mais agudo.
— Olha o estado dessa bunda… — murmurou, enquanto o cinto descia de novo. — Toda marcada de cinto. Gostando de levar chicote de moleque de rua.
— Gosto… — ela confessou, voz quebrada. — Continua… mais forte…
Ele obedeceu. Os golpes ficaram mais pesados. O couro cantava no ar antes de estalar na carne. A mãe tremia inteira, as unhas se cravando no chão. Quando as nádegas estavam bem queimadas e latejando, ele parou. Jogou o cinto no chão por um segundo, ajoelhou-se atrás dela e passou a língua bem no meio da fenda, lambendo a buceta molhada enquanto a bunda ainda ardia. Ela gozou ali mesmo, gemendo alto, o corpo se contraindo, líquidos escorrendo pelo queixo dele.
Ele se levantou de novo, pegou o cinto e deu mais três chicotadas fortes nas nádegas já hipersensíveis. Ela gritou, as pernas tremendo. Só então ele abriu o zíper, tirou o pau duro e empurrou dentro dela de uma vez. A buceta apertou em volta. Ele agarrou os quadris marcados e fodeu com força, cada estocada fazendo as nádegas vermelhas baterem contra a base do pau. O som era molhado e sujo. Ele metia sem piedade, olhando para baixo, vendo as marcas do cinto se moverem a cada investida.
— Vai gozar de novo com a bunda queimando — rosnou.
Ela gozou de novo, apertando nele. Ele acelerou, enterrou fundo e gozou dentro, enchendo ela. Ficou parado alguns segundos, respirando pesado, ainda enterrado. Depois tirou o pau devagar. Esperma escorreu imediatamente pelas coxas.
Ele pegou o cinto de novo e deu mais dois golpes leves, só para ver a pele tremer e a porra se espalhar.
— Amanhã eu volto — disse, passando o cinto de volta na calça. — Se a porta estiver aberta, a surra continua. Só na bunda. Com cinto. Até ela ficar roxa e você não conseguir sentar.
A mãe ainda estava de quatro no chão, a bunda ardendo, toda marcada de faixas vermelhas e escuras, o sexo latejando e escorrendo. Levantou o rosto e o olhou com os olhos úmidos.
— A porta vai estar aberta.
O moleque arrumou a calça e saiu pela porta dos fundos, sumindo na noite como sempre.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
Surra de cinto 1

Codigo do conto:
276319

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
03/11/2026

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