No quarto dia a porta dos fundos já estava aberta. A mãe esperava de pé no meio da cozinha, nua da cintura para baixo, a camisola fina aberta na frente, os seios ainda com marcas do segundo dia e a buceta ainda sensível e levemente inchada do dia anterior. Quando o moleque entrou e fechou a porta, ela não disse nada. Apenas se ajoelhou no chão frio, as mãos apoiadas nas coxas, e levantou o rosto para ele. Ele tirou o jornal da cintura, enrolou bem apertado e ficou olhando para ela de cima. O olhar era frio, excitado. — Hoje é só a cara — falou, voz rouca. — Só o rosto. Ela abriu a boca um pouco, respirando rápido. Ele passou a ponta do jornal pelos lábios dela, raspando devagar, e depois levantou o braço. O primeiro tapa veio de lado, seco, no rosto direito. O papel bateu forte na bochecha. A cabeça dela virou com o impacto. Um gemido baixo saiu da garganta. O segundo veio do outro lado, na bochecha esquerda. A pele já começava a vermelhar. Ele continuou, ritmo constante, batendo de um lado para o outro. O jornal estalava contra as bochechas, o queixo, a testa. Cada tapa fazia o rosto dela tremer e a pele esquentar. — Fica com a boca aberta — ordenou. Ela obedeceu. Ele passou a bater mais perto da boca, a ponta do jornal raspando os lábios inchados antes de estalar na pele. De vez em quando acertava de leve a língua dela quando ela soltava um gemido. A saliva começou a escorrer pelo queixo. As bochechas já estavam vermelhas, quentes, algumas áreas mais escuras. Ele parava só para segurar o queixo dela com a mão suja e olhar de perto, depois voltava a bater. — Olha o estado dessa cara… — murmurou enquanto batia. — Toda vermelha. Toda marcada. Gostando de levar jornal na cara de puta. — Gosto… — ela confessou, voz embargada, a boca ainda aberta. — Continua… Ele acelerou. Os tapas ficaram mais fortes. O som seco ecoava na cozinha. Lágrimas de tesão escorriam pelos cantos dos olhos dela, misturando-se com a saliva. Ele batia no queixo, depois voltava para as bochechas, depois raspava a ponta do jornal no nariz e na testa antes de estalar de novo. O rosto inteiro estava quente, vermelho, latejando. Quando a pele estava bem marcada, ele jogou o jornal na mesa por um segundo. Abriu o zíper, tirou o pau duro e já gotejando, e segurou a cabeça dela pelos cabelos. — Chupa. Ela abriu a boca mais e engoliu o pau até o fundo. Ele fodeu a boca dela com força, as mãos nos cabelos, enquanto a outra mão voltava a pegar o jornal. Continuou batendo de leve nas bochechas enquanto ela engolia o pau. Cada tapa fazia a boca dela apertar mais em volta dele. Ela engasgava, saliva escorrendo, os olhos marejados, mas não puxava a cabeça para trás. Ele tirou o pau da boca dela, deu mais três tapas fortes no rosto com o jornal e depois enfiou de novo. Fodeu a garganta até o fundo, gozou profundo, segurando a cabeça dela no lugar. Esperma escorreu pelos cantos da boca, pingando no queixo vermelho e no pescoço. Ele soltou os cabelos, pegou o jornal de novo e deu mais dois tapas leves em cada bochecha, só para ver a pele tremer e a porra se espalhar. — Amanhã eu volto — disse, arrumando a calça. — Se a porta estiver aberta, a surra continua. Só na cara. Até ficar toda marcada e você não conseguir olhar no espelho sem lembrar. A mãe ainda estava ajoelhada no chão, o rosto ardendo, vermelho, inchado de leve, a boca suja de porra e saliva. Levantou o olhar para ele, olhos úmidos. — A porta vai estar aberta. O moleque guardou o jornal na cintura e saiu pela porta dos fundos, sumindo na noite como sempre.
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