Ele voltou no dia seguinte, como prometeu. A porta dos fundos estava aberta. A mãe estava de pé na cozinha, ainda de camisola fina, os seios pesados se movendo sob o tecido quando ela se virou e o viu entrar. O moleque fechou a porta com o pé e tirou o jornal enrolado da cintura. Desta vez o olhar dele desceu direto para o peito dela. — Hoje não é a bunda — disse ele, voz rouca. — Hoje é só as tetas. Ela engoliu seco, mas não recuou. Ele se aproximou, agarrou a barra da camisola e puxou para cima, tirando a peça de uma vez. Os seios caíram livres, pesados, as pontas já endurecidas. Ele ficou olhando um segundo, depois passou a mão suja por baixo de um deles, levantando o peso, apertando. — Grandes pra caralho… — murmurou. Empurrou ela para trás até a bunda bater na mesa. Depois a fez sentar na beirada, as pernas abertas. Ele ficou de pé entre as coxas dela e enrolou o jornal com mais força, deixando a ponta mais dura. O primeiro tapa veio em cima do seio esquerdo. O papel bateu seco, fazendo a carne tremer e saltar. Ela soltou um gemido alto, surpreso. O segundo veio no direito, mais forte. A pele já começava a vermelhar. Ele continuou, ritmo constante, batendo de um lado para o outro. O jornal raspava as pontas sensíveis, fazia os seios balançarem pesados a cada impacto. — Aguenta — ordenou, enquanto batia. — Quero ver essas tetas vermelhas. A mãe arqueava as costas, empurrando o peito para frente a cada tapa. Os seios já estavam quentes, marcados de vermelho. Ele parava de vez em quando só para apertar a carne ardida com a mão, sentindo o calor, e depois voltava a bater. O som seco do jornal ecoava na cozinha. Ela gemia cada vez mais alto, as unhas se cravando na beirada da mesa. Ele mudou o ângulo. Começou a bater por baixo, levantando os seios com o jornal e deixando cair. Depois batia de lado, fazendo a carne se chocar. As pontas estavam inchadas e sensíveis; cada vez que o papel raspava nelas, ela soltava um gemido mais agudo. Lágrimas de tesão começaram a escorrer pelo rosto dela, mas ela não pediu para parar. — Mais forte… — pediu, voz quebrada. Ele obedeceu. O jornal descia com mais força. Os seios ficaram vermelhos, quentes, alguns pontos mais escuros aparecendo. Ele jogou o jornal na mesa por um segundo, agarrou os dois seios com as mãos e apertou forte, espremendo a carne já queimando. Depois voltou a bater, agora com a ponta do jornal bem nas pontas dos seios, curtinho e seco. A mãe tremia inteira. As pernas se abriram mais. Ele olhou para baixo e viu que a calcinha estava encharcada de novo. Sem parar de bater nas tetas, enfiou a mão entre as pernas dela e esfregou o clitóris por cima do tecido molhado. Ela gozou ali mesmo, gemendo alto, os seios ainda recebendo tapas enquanto o corpo se contraía. Ele não deixou ela se recuperar. Continuou a surra. Os seios já estavam bem vermelhos e sensíveis demais. Cada tapa agora fazia ela soltar um gemido quase de dor misturado com prazer. Ele parou só quando a pele estava bem marcada e quente ao toque. Jogou o jornal de lado. Abriu o zíper, tirou o pau duro e já gotejando. Empurrou ela para deitar de costas na mesa, os seios vermelhos apontando para cima. Subiu nela, enfiou o pau entre os seios e apertou os dois lados com as mãos, fodendo o colo dela. A carne quente e marcada apertava o pau dele a cada estocada. Ele batia de leve com a mão aberta nos seios enquanto metia entre eles, só para sentir a pele reagir. — Olha o que eu fiz nas suas tetas — rosnou. A mãe olhava para baixo, vendo o pau dele sumir e aparecer entre os seios vermelhos. Gemia, ainda ofegante do orgasmo anterior. Ele acelerou, apertou mais forte e gozou. Esperma quente jorrou nos seios, escorrendo pelas marcas vermelhas, pingando nos mamilos inchados. Ele ficou parado alguns segundos, respirando pesado, ainda apertando os seios dela. Depois soltou, pegou o jornal de novo e deu mais dois tapas leves em cada um, só para ver a pele tremer e o esperma se espalhar. — Amanhã eu volto de novo — disse, arrumando a calça. — Se a porta estiver aberta, a surra continua. Só nas tetas. Até elas ficarem roxas. A mãe ainda estava deitada na mesa, os seios ardendo, vermelhos e sujos de porra. Virou o rosto e o olhou com os olhos úmidos. — A porta vai estar aberta. O moleque guardou o jornal na cintura e saiu pela porta dos fundos, sumindo na noite.
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