No sexto dia a porta dos fundos já estava aberta. A mãe esperava sentada na beirada da mesa da cozinha, as pernas bem abertas, a camisola puxada até a cintura. A bunda ainda carregava as marcas escuras do cinto do dia anterior, mas ela não se importava. Quando o moleque entrou e fechou a porta, ela apenas puxou os lábios da buceta com os próprios dedos, expondo tudo para ele. Ele tirou o cinto da calça devagar, o couro gasto tilintando. Enrolou a ponta na mão, deixando o resto balançar pesado. — Hoje é só a buceta — falou, voz rouca. — Só o cinto nela. Ajoelhou-se na frente dela. Com a mão livre, abriu ainda mais os lábios, segurando-os afastados. O ar frio tocou a carne já úmida. Ele passou a ponta do cinto bem devagar pela fenda, de baixo para cima, raspando o clitóris inchado. Ela estremeceu inteira. O primeiro golpe veio seco e certeiro. O couro estalou direto na buceta aberta. O som foi úmido, pesado. Ela soltou um grito agudo, as coxas tentando se fechar por reflexo. Ele as segurou abertas com força e bateu de novo. Mais forte. O cinto cantou no ar antes de acertar os lábios e o clitóris. A carne tremeu, ficou vermelha na hora. — Aguenta aberta — ordenou. Ela obedeceu, segurando as próprias coxas, puxando-as para os lados até doer. Ele continuou. Ritmo constante, cruel. Cada chicotada fazia a buceta latejar e ficar mais molhada. O couro já estava úmido de lubrificação dela. Ele batia de frente, depois de lado, depois raspava a ponta no clitóris antes de estalar de novo. A mãe gemia alto, a cabeça jogada para trás, os seios balançando a cada impacto. Ele parava de vez em quando só para olhar. Os lábios estavam vermelhos, inchados, brilhando. O clitóris latejava, exposto e sensível demais. Ele dava mais três golpes seguidos, bem no meio, e ela quase gozava só com aquilo. Mas ele não deixava. Abaixava o ritmo, batia mais leve, só o suficiente para manter a ardência, e depois voltava forte. — Olha o estado dessa xota… — murmurou enquanto o cinto descia de novo. — Toda vermelha. Toda marcada de cinto. Gostando de levar chicote na buceta. — Gosto… — ela confessou, voz quebrada. — Continua… mais forte… Ele obedeceu. Os golpes ficaram mais pesados. O couro estalava contra a carne molhada, o som ecoando na cozinha. Lágrimas de tesão escorriam pelo rosto dela. A buceta já estava bem vermelha, os lábios inchados e sensíveis demais. Cada impacto fazia ela soltar um gemido quase de dor misturado com prazer puro. Quando a carne estava bem queimada e latejando, ele parou. Jogou o cinto no chão por um segundo, enfiou dois dedos dentro dela de uma vez e fodeu rápido enquanto a outra mão voltava a bater de leve com a mão aberta, só para manter a ardência. Ela gozou ali mesmo, gozando forte, o corpo se contraindo, líquidos escorrendo pela mão dele e pela beirada da mesa. Ele não parou. Continuou enfiando os dedos enquanto ela ainda tremia. Depois tirou, pegou o cinto de novo e deu mais quatro chicotadas certeiras na buceta já hipersensível. Ela gritou, as pernas tremendo, quase caindo da mesa. Só então ele se levantou, abriu o zíper e tirou o pau duro. Empurrou dentro dela de uma vez, fundo. A buceta vermelha e inchada engoliu tudo. Ele agarrou as coxas dela e fodeu com força, cada estocada fazendo a carne ardida bater contra a base do pau. O som era molhado, sujo. Ele metia sem piedade, olhando para baixo, vendo a buceta marcada se abrir e fechar em volta dele. — Vai gozar de novo com a xota queimando de cinto — rosnou. Ela gozou de novo, apertando nele. Ele acelerou, enterrou fundo e gozou dentro, enchendo ela. Ficou parado alguns segundos, respirando pesado, ainda enterrado na buceta latejante. Depois tirou o pau devagar. Esperma escorreu imediatamente pelos lábios vermelhos e inchados. Ele pegou o cinto de novo e deu mais dois golpes leves, só para ver a porra se espalhar e a carne tremer. — Amanhã eu volto — disse, passando o cinto de volta na calça. — Se a porta estiver aberta, a surra continua. Só na buceta. Com cinto. Até ela ficar roxa e você não conseguir fechar as pernas. A mãe ainda estava sentada na beirada da mesa, as pernas abertas, a buceta ardendo, vermelha, inchada e escorrendo. Levantou o olhar para ele, olhos úmidos de prazer. — A porta vai estar aberta. O moleque arrumou a calça e saiu pela porta dos fundos, sumindo na noite como sempre.
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