Surra de cinto 3

No sétimo dia a porta dos fundos já estava aberta. A mãe esperava de pé no meio da cozinha, a camisola fina aberta na frente, os seios livres e ainda com algumas marcas antigas. Quando o moleque entrou e fechou a porta, ela apenas empurrou o peito para frente, oferecendo.
Ele tirou o cinto da calça devagar, o couro gasto tilintando. Enrolou a ponta na mão e ficou olhando para os seios pesados dela.
— Hoje é só as tetas — falou, voz rouca. — Só o cinto nelas.
Empurrou ela para trás até a bunda bater na mesa. Depois a fez sentar na beirada, as pernas abertas. Ele ficou de pé entre as coxas dela e levantou o braço.
O primeiro golpe veio seco e alto. O couro estalou forte no seio esquerdo. A carne tremeu e saltou. Ela soltou um grito curto. O segundo veio no direito, mais forte. Uma faixa vermelha apareceu na hora. Ele continuou, ritmo constante, cruel. Cada chicotada fazia os seios balançarem pesados, a pele esquentar e ficar marcada. O cinto raspava as pontas sensíveis, fazia os mamilos latejarem.
— Aguenta — ordenou, enquanto o cinto descia de novo. — Quero essas tetas todas marcadas.
Ela arqueava as costas, empurrando o peito para frente a cada golpe. Os seios já estavam vermelhos, quentes, com faixas nítidas do couro. Ele batia de cima para baixo, depois de lado, depois por baixo, levantando o peso da carne e deixando cair. De vez em quando acertava bem nas pontas, fazendo ela soltar um gemido mais agudo. Lágrimas de tesão escorriam pelo rosto, mas ela não pedia para parar.
Ele parava só para apertar a carne ardida com a mão, sentindo o relevo das marcas, e depois voltava a bater. O som do cinto ecoava na cozinha. Os seios ficaram bem vermelhos, algumas áreas mais escuras, quentes demais ao toque. Ele mudou o ângulo e começou a acertar bem de lado, fazendo os seios se chocarem um contra o outro a cada impacto.
— Olha o estado dessas tetas… — murmurou enquanto o cinto descia. — Todas vermelhas. Todas marcadas de cinto. Gostando de levar chicote nos peitos.
— Gosto… — ela confessou, voz quebrada. — Continua… mais forte…
Ele obedeceu. Os golpes ficaram mais pesados. O couro cantava no ar antes de estalar na carne. A mãe tremia inteira, as unhas se cravando na beirada da mesa. Quando os seios estavam bem queimados e latejando, ele parou. Jogou o cinto no chão por um segundo, agarrou os dois seios com as mãos e apertou forte, espremendo a carne já marcada. Depois voltou a bater, agora com a ponta do cinto bem nos mamilos, curtinho e seco.
Ela gozou ali mesmo, só com a surra. O corpo se contraiu, um gemido longo saiu da garganta, a buceta latejando vazia. Ele não deixou ela se recuperar. Continuou a surra. Os seios já estavam hipersensíveis. Cada golpe agora fazia ela soltar um gemido quase de dor misturado com prazer.
Só então ele abriu o zíper, tirou o pau duro e já gotejando. Subiu nela, enfiou o pau entre os seios vermelhos e apertou os dois lados com as mãos, fodendo o colo dela. A carne quente e marcada apertava o pau a cada estocada. Ele batia de leve com a mão aberta nos seios enquanto metia entre eles, só para sentir a pele reagir.
— Olha o que eu fiz nas suas tetas — rosnou.
A mãe olhava para baixo, vendo o pau sumir e aparecer entre os seios vermelhos e marcados. Gemia, ainda ofegante do orgasmo. Ele acelerou, apertou mais forte e gozou. Esperma quente jorrou nos seios, escorrendo pelas faixas do cinto, pingando nos mamilos inchados.
Ele ficou parado alguns segundos, respirando pesado, ainda apertando os seios dela. Depois soltou, pegou o cinto de novo e deu mais dois golpes leves em cada um, só para ver a pele tremer e a porra se espalhar.
— Amanhã eu volto — disse, passando o cinto de volta na calça. — Se a porta estiver aberta, a surra continua. Só nas tetas. Com cinto. Até elas ficarem roxas e você não conseguir usar sutiã.
A mãe ainda estava sentada na mesa, os seios ardendo, vermelhos, marcados e sujos de porra. Levantou o olhar para ele, olhos úmidos de prazer.
— A porta vai estar aberta.
O moleque arrumou a calça e saiu pela porta dos fundos, sumindo na noite como sempre.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
Surra de cinto 3

Codigo do conto:
276322

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
03/11/2026

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