A porta dos fundos da casa abriu sem barulho. Ele entrou como se já conhecesse o caminho. Vinte e poucos anos, corpo magro e sujo de rua, camiseta rasgada, jeans largos, o cabelo bagunçado caindo nos olhos. O moleque adulto que a mãe dela às vezes dava comida na calçada. Desta vez ele não veio pedir nada. A mãe estava na cozinha, de costas, vestindo só uma camisola fina de dormir. Quando se virou e o viu ali, a respiração travou. — Você… — começou ela. Ele não deixou terminar. Fechou a porta com o pé e tirou de trás da cintura um jornal velho, enrolado bem apertado. O olhar dele era direto, sem vergonha. — Fica quieta. — A voz era rouca, de quem fumava demais. — Você me olhou ontem na rua. Ficou me encarando. Agora vai levar. Ela engoliu seco. O peito subiu e desceu rápido sob o tecido. Não gritou. Não pediu para ele sair. Apenas ficou parada enquanto ele se aproximava. — Vira. — Ordenou. A mãe obedeceu. Virou de costas, apoiou as mãos na mesa de mármore e empinou o traseiro. A camisola subiu sozinha, revelando a calcinha branca e as nádegas ainda firmes. O moleque passou a mão suja por uma delas, apertando com força, como quem testa a carne. — Gordinha gostosa… — murmurou. O primeiro tapa do jornal soou seco e alto. O papel bateu forte na pele. Ela soltou um gemido baixo, surpreso. O segundo veio logo em seguida, no outro lado. O terceiro atravessou as duas nádegas de uma vez. A pele já começava a vermelhar. Ele não perguntou se doía. Continuou batendo. Ritmo constante, seco, cruel. O jornal raspava, ardia, fazia a carne tremer e saltar. A mãe gemia cada vez mais alto, os dedos se agarrando na beirada da mesa. A calcinha começou a grudar entre as pernas, molhada. — Tira isso. — Ele puxou a calcinha para baixo até os joelhos dela. — Quero ver tudo. Agora batia na pele nua. O som ficou mais úmido, mais sujo. As nádegas ficaram vermelhas, quentes, marcadas. Algumas áreas já estavam mais escuras. Ele parava de vez em quando só para apertar a carne ardida com a mão, sentindo o calor, e depois voltava a bater com o jornal. — Você gosta, né? — perguntou, perto do ouvido dela. — Gosta de levar surra de moleque de rua. — Gosto… — ela confessou, voz quebrada. — Continua… Ele riu baixo e acelerou. O jornal descia forte, uma vez atrás da outra. A mãe tremia, as coxas se abrindo sozinhas. Ele passou dois dedos entre as pernas dela e sentiu o quanto estava encharcada. — Olha o que essa surra fez em você. Sem aviso, ele abriu o zíper, tirou o pau duro e já gotejando, e empurrou dentro dela de uma vez. A mãe gritou, o corpo inteiro se contraindo. Ele agarrou os quadris dela e começou a foder com força, fundo, enquanto ainda segurava o jornal na outra mão. De vez em quando batia de leve nas nádegas já queimando, só para sentir a pele reagir a cada estocada. O som da cozinha era só pele batendo, gemidos abafados e o farfalhar do jornal amassado. Ele metia sem piedade, puxando ela para trás a cada investida. A mãe gozou primeiro, apertando nele, gemendo alto, as pernas tremendo. Ele não parou. Continuou fudendo até gozar fundo, enchendo ela. Ficou parado alguns segundos, respirando pesado, ainda enterrado. Depois tirou o pau devagar. Esperma escorreu pela coxa interna dela. Ele pegou o jornal de novo e deu mais dois tapas leves, só para ver a bunda vermelha tremer. — Amanhã eu volto — disse ele, arrumando a calça. — Se a porta estiver aberta, a surra continua. A mãe ainda estava curvada na mesa, a camisola amarrotada nas costas, a bunda ardendo e o sexo latejando. Virou o rosto e o olhou com os olhos úmidos de prazer. — A porta vai estar aberta. O moleque sorriu de canto, guardou o jornal na cintura e saiu pela mesma porta dos fundos, sumindo na noite como se nunca tivesse entrado.
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