Minha mãe tinha ligado para as duas no dia anterior. A prefeita, Dra. Célia, 48 anos, casada, mãe de dois filhos pequenos. A vice-prefeita, Renata, 45 anos, também casada, mãe de uma menina de seis e um menino de quatro. As duas aceitaram o convite para um “café da tarde” na nossa casa. Chegaram juntas, bem vestidas, sorrindo, sem nenhuma ideia do que as esperava. Eu estava no sofá. Meu pai estava no quarto, de porta fechada, já sabendo que não devia sair. Ruan apareceu quinze minutos depois que as duas se sentaram. Entrou pela porta dos fundos como sempre, o cinto na mão, os três amigos atrás dele. O sorriso torto já estava no rosto. A prefeita se levantou na hora, o rosto sério. — Quem é esse rapaz, Helena? O que está acontecendo? Ruan nem respondeu para ela. Olhou para minha mãe. — Manda elas ficarem quietas. Ou eu começo por você na frente delas. Minha mãe, já tremendo, apenas baixou a cabeça. — Faz o que ele mandar… por favor. Ruan apontou o cinto para as duas. — As três. Nuas. No chão. Agora. A vice-prefeita tentou falar. Ruan deu um passo na direção dela e o cinto estalou no ar. As duas se calaram. Em poucos minutos as três mulheres casadas — minha mãe, a prefeita e a vice-prefeita — estavam ajoelhadas nuas no meio da sala. Ruan andou em volta delas, o cinto balançando. Ele começou pela prefeita. Agarrou o cabelo dela e a orelha ao mesmo tempo, puxando com violência até ela gritar. A primeira cinta veio seca e pesada na bunda. Depois outra. Depois nas tetas. Depois direto na buceta. A prefeita gritava, o corpo inteiro tremendo, as marcas vermelhas inchando rápido. — Fala o que você é, prefeita casada. — Puta… puta casada de moleque… — ela soluçou, a voz quebrada de vergonha e dor. Ruan desceu o cinto mais vezes. No rosto. Nas tetas. Na buceta de novo. Depois a virou de quatro, cuspiu no cu e enfiou o pau de uma vez. Meteu com força enquanto os amigos desciam o cinto nas costas e nas coxas dela. Quando cansou, tirou e passou para a vice-prefeita. Renata levou o mesmo. Puxão violento de cabelo e orelha. Cintadas pesadas na bunda, tetas, buceta e rosto. Xingamentos forçados. Foda no cu e na boca. Mais cintadas enquanto os outros a usavam. Ela gritava o mesmo refrão que minha mãe já conhecia de cor: — Puta casada de moleque! Cadela de mamãe! Vadia de merda! Minha mãe foi a terceira. Ruan não teve nenhuma piedade. As marcas antigas foram cobertas por novas. O cinto descia sem contagem. Os quatro moleques alternavam entre as três mulheres. Um fodia o cu da prefeita enquanto outro enfiava na boca da vice. Ruan descia o cinto na buceta de minha mãe e depois trocava. Gozo escorria de bocas, rostos, tetas e coxas. O chão da sala ficou molhado. Eles não pararam por horas. As três mulheres casadas, todas mães de filhos pequenos, ficaram destruídas no meio da sala: nuas, marcadas de cinto por todo o corpo, rostos inchados, bocas sujas de porra, cus abertos, gozo escorrendo pelas coxas. A prefeita soluçava baixo. A vice-prefeita estava deitada de lado, tremendo. Minha mãe estava de joelhos, a cabeça baixa, esperando a próxima ordem. Ruan ainda deu mais algumas cintadas em cada uma, só para deixar o recado. — Agora a prefeita, a vice e a puta da casa sabem quem manda nesta cidade. Ele olhou para mim. — Seu filho viu as três levarem a pior. Os quatro saíram pela porta dos fundos. As três mulheres casadas ficaram no chão da sala, nuas, destruídas, ofegantes. Eu continuei sentado no sofá. Olhando. E nenhuma das três conseguiu se levantar por um longo tempo.
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