A Ministra do Supremo chegou no final da tarde. Dra. Marina Correia, 54 anos, casada, uma das vozes mais respeitadas do país. Tinha marcado a visita com minha mãe para falar de um projeto social antigo. Entrou impecável, terno escuro, pasta de couro na mão, o ar de quem está acostumada a ser ouvida. Eu estava no sofá. Meu pai continuava trancado no quarto. Ruan apareceu doze minutos depois. Entrou pela porta dos fundos com os três amigos. O cinto já girava na mão. O sorriso torto no rosto. A Ministra se levantou na hora, o olhar frio. — Quem são esses jovens? O que está acontecendo aqui? Ruan não respondeu para ela. Falou direto com minha mãe: — Manda a ministra ficar quieta. Ou eu começo por você na frente dela. Minha mãe, já pálida, apenas baixou a cabeça. — Faz o que ele mandar… por favor. Ruan apontou o cinto para as duas. — As duas. Nuas. No chão. Agora. A Ministra tentou argumentar. O cinto estalou no ar tão perto do rosto dela que ela recuou. Em menos de dois minutos as duas mulheres estavam ajoelhadas nuas no meio da sala: minha mãe e a Ministra do Supremo. Ruan andou em volta delas, sem pressa. Ele começou pela Ministra. Agarrou o cabelo preso e a orelha dela ao mesmo tempo, puxando com violência. A primeira cinta veio seca e pesada na bunda. Depois outra. Depois nas tetas. Depois direto na buceta. A Ministra gritava, o corpo inteiro tremendo, as marcas vermelhas se formando rápido na pele clara e cuidada. — Fala o que você é, ministra casada. — Puta… puta casada de moleque… — ela soluçou, a voz quebrada de dor e humilhação. Ruan desceu o cinto mais vezes. No rosto. Nas tetas. Na buceta de novo. Depois a virou de quatro, cuspiu no cu e enfiou o pau de uma vez. Meteu com força enquanto os amigos desciam o cinto nas costas e nas coxas dela. Quando cansou, tirou e passou para minha mãe. Minha mãe levou o mesmo, e pior. As marcas antigas foram cobertas por novas. Puxão violento de cabelo e orelha. Cintadas sem contagem. Xingamentos forçados. Foda no cu e na boca. Os quatro moleques alternavam entre as duas mulheres. Um fodia o cu da Ministra enquanto outro enfiava na boca de minha mãe. Ruan descia o cinto na buceta de uma e depois na da outra. Gozo escorria de bocas, rostos, tetas e coxas. Eles não tiveram pressa. A Ministra do Supremo, que passava os dias decidindo o destino do país, agora estava de quatro no meio da sala, gritando que era puta casada de moleque, cadela de mamãe e vadia de merda enquanto levava cinta e pau. Minha mãe ao lado dela, igualmente destruída, repetindo o mesmo. Quando finalmente pararam, as duas estavam no chão: nuas, marcadas de cinto por todo o corpo, rostos inchados, bocas sujas de porra, cus abertos, gozo escorrendo pelas coxas. A Ministra soluçava baixo, o corpo inteiro tremendo. Minha mãe estava de joelhos, a cabeça baixa. Ruan ainda deu mais algumas cintadas em cada uma. — Agora a Ministra do Supremo também sabe quem manda. Ele olhou para mim. — Seu filho viu as duas levarem a pior. Os quatro saíram pela porta dos fundos. A Ministra e minha mãe ficaram no chão da sala, nuas, destruídas, ofegantes. Eu continuei sentado no sofá. Olhando. E nenhuma das duas conseguiu se levantar por um longo tempo.
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