No dia seguinte, pontualmente às quatro da tarde, a porta dos fundos se abriu de novo. Ruan entrou. O cinto já estava na mão. O olhar era mais frio que no dia anterior. As onze mulheres estavam todas lá. Minha mãe tinha avisado as dez amigas: ou vinham, ou ele ia na casa de cada uma. Nenhuma faltou. Estavam sentadas na sala, já sem a coragem de antes, esperando. Ruan não falou quase nada. — Todas nuas. Agora. No chão. Em menos de dois minutos as onze esposas casadas estavam ajoelhadas nuas no meio da sala, em círculo, de frente para mim. Ruan andou no meio delas, o cinto balançando. Ele começou por minha mãe. Agarrou o cabelo e a orelha dela ao mesmo tempo e puxou com uma violência que fez o pescoço estalar. A primeira cinta veio seca, pesada, bem no meio da bunda já marcada do dia anterior. O estalo ecoou. A segunda foi mais forte. A terceira na parte de baixo, quase na buceta. Depois nas tetas. Ele não economizou. Desceu o cinto várias vezes seguidas em cada seio, fazendo minha mãe gritar e tentar se contorcer. As marcas antigas ficaram imediatamente mais roxas e inchadas. — Fala. — Puta casada de moleque… — ela soluçou. Ruan desceu o cinto direto na buceta. Três, quatro, cinco vezes. O som molhado misturado com o grito dela. — Mais alto, cadela de mamãe. — Puta casada de moleque! Cadela de mamãe! Ele puxou o cabelo e a orelha com mais força, levantou o rosto dela e desceu a mão aberta quatro vezes seguidas no rosto. A marca ficou roxa na hora. — Completa, vadia de merda. — Vadia de merda! — minha mãe gritou, a voz já rouca. Ruan a virou de quatro, cuspiu no cu e enfiou o pau até o fundo de uma vez. Meteu com uma violência brutal, puxando o cabelo e a orelha a cada estocada. Depois tirou, enfiou na buceta, voltou pro cu, alternando sem parar. Cada vez que entrava no cu, descia o cinto nas tetas ou na bunda. Cada vez que entrava na buceta, puxava a orelha com mais força. Quando ela gozou gritando, ele tirou o pau, puxou a cabeça dela para cima e gozou na boca e no rosto. Jatos densos, cobrindo as marcas. Depois passou para a próxima. Sônia. Mesma coisa. Puxão violento de cabelo e orelha. Cintadas pesadas na bunda, nas tetas, na buceta e no rosto. Xingamentos forçados. Foda no cu e na buceta com violência. Mais cintadas enquanto fodia. Gozada na boca e no rosto. Márcia. Regina. Cláudia. Elaine. Patrícia. Luciana. Beatriz. Adriana. Valéria. Uma por uma. Todas levaram a pior. Ruan não teve pressa. Em cada uma ele gastou tempo. Quantidade absurda de cintadas. A pele de todas foi ficando roxa, inchada, marcada por cima das marcas do dia anterior. Os gritos se misturavam. O cheiro de couro, sexo e dor enchia a sala. Ele voltava nas que já tinha fodido. Enfiava o pau no cu de uma enquanto descia o cinto na bunda da outra. Puxava a orelha de uma enquanto enfiava os dedos com força na buceta da próxima. Quando alguma tentava fechar as pernas de dor, ele abria na porrada e descia o cinto direto na xota várias vezes seguidas. Minha mãe era o centro. Ele voltava nela o tempo todo. Arrastava ela pelo cabelo e pela orelha até o meio do círculo, descia o cinto sem contar quantas vezes, fodia o cu com violência extrema, depois gozava no rosto dela de novo, misturando porra fresca com as marcas roxas. As outras eram forçadas a olhar. — Olha a puta casada da amiga de vocês sendo arrebentada — ele ordenava enquanto metia. Nenhuma ousava desviar o olhar por muito tempo. Quando alguma baixava a cabeça, Ruan ia até ela, puxava a orelha com força e descia o cinto no rosto. A sessão durou horas. Quando finalmente parou, as onze mulheres estavam destruídas de verdade. Nuas, deitadas ou ajoelhadas no chão da sala, corpos cobertos de marcas roxas de cinto, rostos inchados, bocas sujas de porra, gozo escorrendo pelas coxas, algumas ainda soluçando. A bunda de todas estava inchada. As tetas de todas estavam marcadas e sensíveis. A buceta de todas estava vermelha e aberta. Ruan se levantou, o pau ainda sujo, e olhou para mim. — Seu filho viu tudo de novo. Viu a mãe e as dez amigas levarem a pior. Depois olhou para as mulheres no chão. — Amanhã eu volto. E vai ser pior ainda. Se alguma faltar, eu levo o cinto na casa dela e fodo na frente do marido e dos filhos. Nenhuma respondeu. Nenhuma tinha mais voz. Ruan saiu pela porta dos fundos. Eu continuei sentado no sofá. Olhando as onze esposas casadas destruídas no meio da minha sala. E o cheiro pesado de sexo, couro e humilhação que não ia sair tão cedo.
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