Minha mãe tinha 66 anos e ainda usava aliança. Casada há décadas, corpo maduro, seios pesados, quadris largos, a pele já um pouco flácida, mas ainda sensível. Ele tinha 24. Alto, magro, olhar frio, a voz baixa de quem não precisava gritar para mandar. Diziam que ele só gostava de casadas. De mulheres que voltavam para casa com o cheiro de outro homem e a marca das mãos dele na pele. Ela o conheceu no estacionamento do clube. Ele estava encostado no carro, fumando, e a olhou de cima a baixo como se já soubesse o que ela era. — Você é casada — disse ele, sem perguntar. Ela engoliu seco e tentou passar. Ele segurou o braço dela com força. — Eu domino casadas. E você vai ser a próxima. Não houve conversa depois disso. Ele a puxou para o fundo do estacionamento, entre dois carros grandes, e a empurrou de frente contra o capô frio. A mão dele desceu na saia, puxou a calcinha para o lado e enfiou dois dedos de uma vez. Ela estava molhada. Ele riu baixo. — Cadela casada. Já escorrendo e eu nem comecei. Ele a virou, agarrou o cabelo pela raiz e puxou a cabeça para trás. O primeiro tapa no rosto foi seco. O segundo mais forte. As bochechas arderam. Depois veio a surra de verdade. Ele a forçou a se curvar sobre o capô, ergueu a saia e começou a bater com a mão aberta nas nádegas. Cada tapa ecoava no concreto. A pele ficou vermelha rápido. Quando a mão já doía, ele tirou o cinto. O couro estalou pesado. Uma, duas, três vezes. As nádegas tremeram. Ela gemia, os dedos se agarrando ao metal frio. Ele não parava. Batia em ritmo constante, marcando a carne, descendo para as coxas, subindo de novo. Quando a bunda já estava quente e latejando, ele a virou de frente. — Tira a blusa. Ela obedeceu com as mãos trêmulas. Os seios pesados saltaram. Ele agarrou os dois e começou a bater neles com a mão aberta. Depois usou o cinto. Os seios balançavam a cada golpe, ficando vermelhos, marcados. Ele apertava os mamilos com força entre os dedos enquanto batia. Ela chorava de dor e de tesão, as pernas já fraquejando. Ele a puxou pelo cabelo até o chão. Ajoelhada, ela olhou para cima. Ele abriu a calça, tirou o pau duro e enfiou na boca dela de uma vez. Fodeu a garganta sem piedade, segurando a cabeça, batendo no rosto dela com a mão livre enquanto empurrava. Ela engasgava, saliva escorrendo, os olhos marejados. Quando ele tirou, a boca dela estava vermelha e suja. — De quatro. Agora. Ela obedeceu. Ele ajoelhou atrás, abriu as nádegas já marcadas e enterrou o pau na buceta de uma vez. Fodeu com força, segurando o cabelo, puxando a cabeça para trás. Cada estocada fazia a bunda vermelha bater contra a base do pau. Depois tirou, cuspiu na mão, passou na entrada do cu e empurrou ali também, fundo, sem aviso. Ela gritou. Ele não parou. Alternava: buceta, cu, buceta, cu, enquanto batia na bunda e nas costas com a mão livre. Quando ela já tremia, ele a virou de novo, abriu as pernas à força e começou a surra direta na buceta. A mão aberta, depois a ponta do cinto, batendo nos lábios inchados e no clitóris. Ela gozou gritando, o corpo se contorcendo no concreto sujo. Ele não deixou ela se recuperar. Continuou batendo na buceta já vermelha e sensível, depois voltou a foder o cu dela até gozar fundo, enchendo-a. Ele tirou o pau devagar. Esperma escorreu imediatamente. Ainda deu mais alguns tapas nos seios, no rosto e na bunda, só para deixar tudo bem marcado. Depois se abaixou, segurou o queixo dela e falou bem perto: — Você é minha agora. Toda vez que eu quiser, você aparece. Casada, marcada e engolindo tudo. Entendeu, cadela? Minha mãe, ainda no chão, o corpo inteiro latejando, o rosto inchado de leve, a buceta e o cu escorrendo, apenas conseguiu responder com a voz rouca: — Sim… senhor. Ele se levantou, passou o cinto de volta na calça e saiu andando entre os carros como se nada tivesse acontecido. Ela ficou ali, nua da cintura para baixo, a saia amarrotada nas costas, o corpo um mapa de vermelho e de um prazer sujo que ela nunca tinha sentido com o marido. Naquela noite, quando chegou em casa, ele nem notou as marcas. Ela tomou banho demorado, olhou no espelho o rosto ainda quente, os seios marcados, a bunda latejando, e sentiu a buceta apertar sozinha só de lembrar. No dia seguinte, o celular vibrou com uma mensagem de número desconhecido: “Estacionamento. 22h. De quatro. Não se atrase, casada.” Ela já estava molhada antes mesmo de responder.
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