Mãe puta clube

A sala de dança do clube cheirava a talco e perfume barato de senhoras. As luzes fluorescentes piscavam levemente sobre o piso de madeira. O grupo de terceira idade estava reunido em círculo, a maioria com mais de setenta anos. No meio delas, a caçula: minha mãe, 66 anos, cabelos ainda tingidos de castanho escuro, corpo mais firme que o das outras, seios pesados sob a blusa de malha e a saia plissada que usava nas aulas.
O professor, um homem de cinquenta e poucos, corpo magro e mãos grandes, parou a música de repente. O silêncio caiu pesado. Ele olhou direto para ela.
— Você de novo — disse, voz baixa e cortante. — Errou o passo de propósito. Ficou me olhando. Cadela de mamãe.
As outras velhas riram baixinho. Uma delas, de cabelo branco curto, soltou:
— Puta casada. Sempre se fazendo de novinha.
Minha mãe engoliu seco, o rosto já corando. O professor se aproximou, agarrou o cabelo dela pela raiz e puxou com força, forçando a cabeça para trás. Ela soltou um gemido de dor. Ele não parou. Com a outra mão, segurou a orelha dela e puxou para o lado, quase arrancando. A dor foi agudíssima. Ela gritou. As outras riram mais alto.
— Cadela safada — rosnou ele, ainda puxando a orelha. — Puta de sessenta e seis anos se fazendo de menina. Olha só a cara de quem quer apanhar.
Ele a arrastou pelo cabelo até o centro da sala. As outras formaram um círculo apertado em volta, olhos brilhando de maldade divertida. Uma cuspiu no chão perto do pé dela:
— Tira a roupa, puta. Mostra essa buceta velha.
O professor rasgou a blusa dela. Os seios pesados saltaram para fora, ainda firmes para a idade, mamilos escuros. Ele puxou a saia e a calcinha de uma vez, deixando-a nua no meio da sala. As velhas aplaudiram e xingaram:
— Olha a bunda caída da cadela!
— Puta casada! Vai apanhar agora!
— Chupa o pau do professor, vadia!
Ele a virou de costas, forçou-a a se curvar e começou a surra. A mão aberta descia forte nas nádegas, o som ecoando seco. Depois usou o próprio cinto, o couro estalando na carne. As nádegas dela ficaram vermelhas rápido, depois escuras. Cada chicotada fazia a carne tremer. Ela gemia, mas não pedia para parar. As outras gritavam nomes:
— Mais forte na bunda da puta!
— Bate nessa cadela de mamãe!
— Olha ela gemendo, safada!
Ele a virou de frente. Agarrou os seios pesados e começou a bater neles com a mão aberta, depois com o cinto. Os seios balançavam, vermelhos, marcados. Ele apertava os mamilos com força entre os dedos enquanto batia. Minha mãe chorava de dor e tesão misturados. As velhas riam:
— Olha as tetas da puta queimando!
— Cadela gorda! Vai ficar roxa!
— Xinga ela mais, professor!
Ele a puxou pelo cabelo de novo, obrigando-a a ajoelhar. Segurou o queixo e começou a bater no rosto dela com a mão aberta. As bochechas ficaram vermelhas imediatamente. Depois usou o cinto de leve no rosto, só o suficiente para marcar. Ela soluçava, a boca aberta. Ele enfiou os dedos dentro dela, sentindo o quanto estava molhada apesar de tudo.
— Olha só — mostrou os dedos brilhantes para as outras. — A puta casada está escorrendo. Cadela nojenta.
As velhas gritaram mais nomes vulgares, algumas tocando a própria saia por baixo. O professor a jogou de quatro no chão. Abriu a calça, tirou o pau duro e enterrou de uma vez na buceta dela. Fodeu com força, segurando o cabelo, puxando a cabeça para trás. Cada estocada fazia os seios balançarem. Depois tirou, cuspiu na mão, passou na entrada do cu e empurrou ali também, fundo, sem piedade. Minha mãe gritou, o corpo inteiro se contraindo. Ele alternava: buceta, cu, buceta, cu, enquanto batia na bunda e nas costas com a mão livre.
As outras velhas se aproximaram mais, algumas ajoelhando para ver de perto, xingando sem parar:
— Fode o cu da puta!
— Enche essa cadela!
— Olha a cara de quem está gozando, safada!
— Puta casada! Cadela de mamãe! Vadia velha!
Ele a virou de novo, abriu as pernas dela à força e começou a surra direta na buceta. A mão aberta, depois a ponta do cinto, batendo nos lábios inchados e no clitóris. Ela gozou ali mesmo, gritando, o corpo se contorcendo no chão enquanto as velhas riam e aplaudiam. Ele não parou. Continuou batendo na buceta já vermelha e sensível, depois voltou a foder o cu dela com força até gozar fundo, enchendo-a.
Quando tirou o pau, esperma escorreu pelo cu e pela buceta. Ele ainda deu mais alguns tapas nos seios, no rosto e na bunda, só para deixar tudo bem marcado. Depois a soltou. Minha mãe ficou caída no chão, nua, o corpo todo vermelho e marcado, o rosto inchado de leve, a orelha latejando, a buceta e o cu escorrendo.
As velhas se agacharam em volta, algumas ainda rindo, outras cuspinho perto dela:
— Olha o estado da puta.
— Cadela de mamãe mereceu.
— Vai limpar o chão com a língua, vadia.
O professor arrumou a calça, passou o cinto de volta e olhou para ela caída.
— Amanhã você volta. E se errar o passo de novo, a surra continua. Na frente de todo mundo.
Minha mãe, ainda ofegante, com o corpo inteiro doendo e latejando de prazer e dor, apenas conseguiu murmurar:
— Sim… professor.
As outras velhas riram mais uma vez, o som ecoando pela sala de dança enquanto a música voltava a tocar baixinho.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
Mãe puta clube

Codigo do conto:
276367

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
04/11/2026

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