A porta se abriu mais uma vez. O empacotador, Leandro, 28 anos, corpo magro e forte de carregar caixas o dia inteiro, entrou com o avental ainda sujo de papelão. Parou no meio do escritório, olhou a cena e soltou um sorriso sujo. Minha mãe ainda de joelhos no chão, rosto inchado e marcado, boca suja de porra de quatro homens, bunda e tetas cheias de marcas vermelhas, gozo escorrendo pelas coxas. — Caralho… — Leandro fechou a porta com o pé. — Então é verdade. A dona Helena tá liberada pra todo mundo hoje. Valdir riu baixo, ainda se ajeitando. — Entra e come, moleque. A puta ainda aguenta mais um. Leandro não perdeu tempo. Já estava abrindo o zíper enquanto andava até ela. O pau saiu duro, médio, veias saltadas. Ele agarrou o cabelo da minha mãe com força e enfiou na boca de uma vez. Ela engasgou, os olhos marejaram de novo. Leandro segurou a cabeça com as duas mãos e fodeu a garganta sem piedade, as bolas batendo no queixo, saliva escorrendo pelo pescoço e caindo nos seios já marcados. — Chupa, dona… engole o pau do empacotador. Depois de usar a boca, ele a puxou pelo braço e jogou de quatro em cima da mesa de novo. A saia ainda amontoada na cintura. Leandro abriu as nádegas dela com as mãos, cuspiu direto no cu já aberto, vermelho e usado, e enfiou o pau de uma vez. Minha mãe gritou. Ele meteu com força, o barulho de pele batendo ecoando no escritório. E as mãos dele não pararam. Palmada pesada na bunda. Outra mais forte. Depois na parte de baixo, bem perto da buceta. A carne tremeu, as marcas antigas ficaram ainda mais escuras e inchadas. Leandro tirou o pau do cu, enfiou na buceta molhada e deu uma sequência de estocadas profundas que fizeram a mesa ranger. Depois voltou pro cu. Alternava sem dó. Ele começou a bater de verdade. Tapa aberto e pesado nas tetas que balançavam. No mamilo. No outro. Minha mãe soluçava, o corpo inteiro tremendo. Leandro puxou o cabelo dela para trás com força, forçou o rosto para o lado e deu um tapa seco e forte na bochecha. Depois outro. A marca da mão se sobrepôs às anteriores, deixando a pele ardida e vermelha. — Olha pro seu filho enquanto o empacotador te fode o cu — ele rosnou, metendo mais fundo. Minha mãe me olhou de novo. Os olhos marejados, a boca aberta, baba e restos de porra escorrendo. Leandro meteu ainda mais fundo e desceu a mão. Quatro tapas secos e pesados direto na buceta inchada. O som era molhado, obsceno. Ela gozou na hora, o corpo se contraindo com força, mais gozo escorrendo pela coxa e pingando no chão. Leandro não parou. Ele tirou o pau, puxou minha mãe de volta para o chão e a fez ajoelhar. O pau estava sujo, brilhando de saliva e porra. Ele esfregou a cabeça nos lábios dela. — Bebe tudo, dona. Engole a leitinha do empacotador. Metendo fundo na garganta, ele gozou. Muito. Jatos densos e quentes, um atrás do outro. Minha mãe engoliu, a garganta trabalhando, um fio branco grosso escorrendo pelo canto da boca. Leandro ainda espremeu o pau e limpou o resto na língua dela. Ela lambeu até a última gota. Almeida, Roberto, Diego e Valdir assistiam, todos duros de novo. Leandro se afastou, ofegante, o pau ainda semi-duro e sujo, e olhou pra mim. — Agora é sua vez, filho. Ou vai ficar só olhando a mãe virar o lanche da loja inteira? Minha mãe ainda estava de joelhos. Rosto inchado e marcado de tantos tapas, boca suja de porra de cinco homens, bunda e tetas cheias de marcas vermelhas e ardidas, gozo escorrendo pelas coxas. Ela me olhou de novo. Abriu a boca. E esperou.
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