A porta se abriu pela última vez. O padeiro, Severino, 49 anos, corpo grosso e forte de amassar pão o dia inteiro, braços grossos, mãos enormes e calejadas, avental branco manchado de farinha, entrou sem bater. Parou no meio do escritório, olhou a cena e soltou um sorriso frio, quase cruel. Minha mãe ainda de joelhos no chão, rosto inchado e marcado, boca suja de porra de seis homens, bunda e tetas cheias de marcas vermelhas, gozo escorrendo pelas coxas. — Então é verdade… — Severino fechou a porta com o pé e trancou. — A dona Helena virou a puta da loja. Marcos riu baixo. — Entra e come, Severino. Dizem que você é o mais pesado de todos. Severino não respondeu. Já estava abrindo o cinto enquanto andava até ela. O pau saiu grosso, pesado, a cabeça larga e escura. Ele agarrou o cabelo da minha mãe com uma força que fez ela gritar e enfiou na boca de uma vez até o fundo da garganta. Ela engasgou forte, os olhos marejaram imediatamente. Severino segurou a cabeça com as duas mãos enormes e fodeu a garganta sem nenhuma piedade, as bolas batendo no queixo, saliva e restos de porra escorrendo pelo pescoço e caindo nos seios já inchados e marcados. — Chupa, puta. Engole o pau do padeiro. Ele não deu tempo dela respirar direito. Depois de usar a boca até ela quase desmaiar, puxou o cabelo com força e jogou minha mãe de quatro em cima da mesa. A saia ainda amontoada. Severino abriu as nádegas dela com as mãos calejadas, cuspiu grosso no cu já aberto e vermelho, e enfiou o pau de uma vez até o fundo. Minha mãe gritou alto, a voz rouca. Ele meteu com uma violência que fez a mesa ranger e bater na parede. E as mãos dele foram as mais cruéis de todas. Palmada pesadíssima na bunda. O estalo ecoou como um tiro. Outra ainda mais forte. Depois na parte de baixo, bem perto da buceta. A carne tremeu, as marcas antigas ficaram roxas na hora. Severino tirou o pau do cu, enfiou na buceta molhada e deu estocadas tão profundas que minha mãe soluçava. Depois voltou pro cu. Alternava sem nenhuma dó, cada estocada mais forte que a anterior. Ele começou a bater de verdade. Tapa aberto e brutal nas tetas que balançavam. No mamilo. No outro. Minha mãe gritou de dor e prazer misturados. Severino puxou o cabelo dela para trás com uma força que fez o pescoço estalar, forçou o rosto para o lado e deu um tapa seco e pesadíssimo na bochecha. Depois outro. E outro. A marca da mão ficou imediatamente roxa. Ele desceu a mão e deu cinco, seis tapas secos e violentos direto na buceta inchada. O som era molhado e obsceno. Minha mãe gozou gritando, o corpo se contraindo com força, gozo escorrendo em fio pela coxa e pingando no chão. Severino não parou. Ele tirou o pau, puxou minha mãe de volta para o chão com violência e a fez ajoelhar. O pau estava sujo, brilhando de saliva e porra. Ele esfregou a cabeça larga nos lábios dela, dando leves tapas no rosto com o pau. — Bebe tudo, puta. Engole a leitinha do padeiro. Toda. Metendo fundo na garganta até ela engasgar, ele gozou. Muito. Jatos densos, quentes e grossos, um atrás do outro. Minha mãe engoliu, a garganta trabalhando desesperadamente, um fio branco grosso escorrendo pelo canto da boca e pelo queixo. Severino ainda espremeu o pau com força e limpou o resto na língua e no rosto dela. Ela lambeu tudo, ofegante, os olhos marejados. Almeida, Roberto, Diego, Valdir, Leandro e Marcos assistiam em silêncio, todos duros de novo. Até eles pareciam impressionados com a crueldade do padeiro. Severino se afastou, ofegante, o pau ainda semi-duro e sujo, e olhou pra mim com aquele sorriso frio. — Agora é sua vez, filho da puta. Ou vai ficar só olhando a mãe virar o lanche da loja inteira depois de eu ter arrebentado ela? Minha mãe ainda estava de joelhos. Rosto inchado, marcado e roxo de tantos tapas, boca suja de porra de sete homens, bunda e tetas cheias de marcas vermelhas e roxas, gozo escorrendo pelas coxas em fios. Ela me olhou de novo. Abriu a boca.
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