Eu só queria buscar o troco que o dono do supermercado tinha esquecido de me dar no dia anterior. O escritório ficava no fundo do estoque, porta de madeira pesada, trancada por dentro. Empurrei de leve e ela cedeu. O que vi me deixou parado no meio da soleira. Minha mãe estava de quatro em cima da mesa de madeira, saia levantada até a cintura, calcinha pendurada num tornozelo. O senhor Almeida, 52 anos, barriga proeminente, camisa aberta e cinto ainda na mão, metia o pau grosso e veado nela com força. A cada estocada o barulho molhado da buceta dela ecoava no escritório pequeno. Ele não estava só fodendo. Levantou a mão e desceu a palmada aberta bem no meio da bunda dela. O estalo foi seco, forte. Minha mãe gritou, a carne tremeu. Ele deu outra, e outra, e outra, cada vez mais pesada. As marcas vermelhas já se formavam. Depois ele puxou o cabelo dela para trás, forçando o rosto para cima, e deu um tapa aberto no rosto dela. O som foi diferente, mais molhado. Ela gemeu alto, a boca aberta, baba escorrendo. “Abre essa boca, puta”, ele rosnou. Minha mãe obedeceu. Ele deu outro tapa, mais forte, no outro lado do rosto. A bochecha dela ficou vermelha na hora. Depois desceu a mão e bateu nas tetas. Ela ainda estava de blusa, mas os seios pesados balançavam para fora do sutiã. Ele agarrou um e deu um tapa seco em cima do mamilo. Depois no outro. Minha mãe soluçava de prazer e dor misturados. Eu não saí. Fiquei olhando. Almeida tirou o pau da buceta dela, ainda pingando, e enfiou o dedão no cu dela sem carinho. Ela gritou. Ele riu, cuspiu na mão, passou no pau e empurrou a cabeça gorda contra o cu apertado. Minha mãe empurrou a bunda para trás, pedindo. Ele enterrou tudo de uma vez. O gemido dela foi alto, rouco. Ele meteu no cu com a mesma violência. Ao mesmo tempo continuava batendo. Palmadas pesadas na bunda, na parte de dentro da coxa, de volta nas tetas. Em um momento ele parou, tirou o pau do cu, abriu a boceta dela com os dedos e deu três tapas secos bem na xota molhada. O barulho era obsceno. Minha mãe veio na hora, o corpo inteiro tremendo, gozo escorrendo pela coxa. Almeida voltou a foder o cu dela. Agora mais fundo, mais rápido. A outra mão não parava: tapa no rosto, tapa na teta, tapa na bunda. A pele dela estava toda marcada, vermelha, inchada em alguns pontos. “Vai gozar na boca dela”, eu ouvi ele dizer, quase para si mesmo. Ele tirou o pau do cu, puxou minha mãe pelo cabelo e a fez ajoelhar no chão. O pau grosso, sujo de porra e saliva, balançava na frente do rosto dela. Minha mãe abriu a boca sem hesitar. Ele meteu até o fundo da garganta e gozou. Muito. Jatos densos, um atrás do outro. Ela engoliu tudo, a garganta trabalhando, um fiozinho branco escorrendo pelo canto da boca. Ele ainda espremeu o pau e esfregou a cabeça nos lábios dela até sair a última gota. Ela lambeu. Só então ele olhou para a porta e me viu. Não se assustou. Só sorriu de lado, ainda ofegante, o pau mole e sujo pendurado. Minha mãe virou o rosto. Os olhos estavam marejados, a boca inchada, o rosto marcado de vermelho. Ela não disse nada. Só passou a língua nos lábios, limpando o resto da porra. Almeida ajeitou a calça, pegou o cinto e me olhou de cima a baixo. “A porta estava aberta, moleque. Quer ficar e ver o segundo round… ou vai embora e finge que não viu nada?” Minha mãe ainda estava de joelhos, respirando pesado, a bunda e as tetas cheias de marcas. Eu fechei a porta atrás de mim. E fiquei.
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