Às 22h em ponto ela já estava no estacionamento. O mesmo lugar. O mesmo cheiro de asfalto quente e óleo. Ele estava encostado no mesmo carro, braços cruzados, o olhar frio. Quando a viu chegar, não disse boa noite. Apenas apontou para o chão entre os dois veículos. — De quatro. Agora. Minha mãe obedeceu. A saia subiu sozinha quando ela se ajoelhou. Ele se aproximou por trás, ergueu o tecido até a cintura e puxou a calcinha para o lado com violência. Dois dedos entraram de uma vez, fundos. Ela estava encharcada. — Chegou molhada de novo — murmurou. — Cadela casada. Passou o dia inteiro pensando nisso. Ele tirou os dedos, lambeu e depois desceu a mão aberta com força na bunda dela. O tapa ecoou. Outro. Outro. As nádegas já marcadas da noite anterior arderam de novo. Quando a pele ficou quente, ele tirou o cinto. O couro cantou no ar antes de estalar. Cada chicotada fazia o corpo dela tremer. Ele batia sem pressa, marcando, contando em voz baixa: — Um… dois… três… Essa é pela aliança que você ainda usa. Quatro… cinco… Essa é por ter voltado. Quando a bunda já latejava, ele a puxou pelo cabelo até ficar de joelhos de frente para ele. Abriu a calça, tirou o pau duro e enfiou na boca dela até o fundo. Fodeu a garganta sem piedade, segurando a cabeça com as duas mãos. Ela engasgava, saliva escorrendo pelo queixo, os olhos marejados. Ele batia de leve no rosto dela com a mão aberta enquanto empurrava. — Olha para mim enquanto engole — ordenou. Ela obedeceu. As lágrimas escorriam. Ele tirou o pau, deu dois tapas secos em cada bochecha e depois a empurrou de quatro outra vez. Desta vez não avisou. Cuspiu na entrada do cu e enterrou de uma vez. Ela gritou contra o concreto. Ele fodeu o cu com força, segurando os quadris marcados, cada estocada fazendo a bunda vermelha bater contra a base do pau. Depois alternou: tirou, enfiou na buceta, voltou para o cu, e assim ficou, mudando o buraco a cada poucas estocadas enquanto a mão livre descia em tapas constantes na carne já queimando. Quando ela começou a tremer, ele a virou de costas no chão frio, abriu as pernas à força e começou a surra direta na buceta. A mão aberta primeiro. Depois a ponta do cinto. Cada golpe fazia os lábios inchados latejarem. Ela gozou gritando, o corpo se contorcendo, líquidos escorrendo no asfalto. Ele não parou. Continuou batendo na buceta hipersensível até ela soltar outro orgasmo, mais fraco, quase um soluço. Só então ele a fodeu de verdade. Enterrou o pau fundo na buceta ainda latejando e meteu com raiva, segurando o pescoço dela com uma mão e batendo nos seios com a outra. Os seios pesados balançavam, vermelhos, marcados de novo. Ele gozou dentro, fundo, enchendo-a. Quando tirou, esperma escorreu imediatamente. Ainda não terminou. Ele se ajoelhou sobre o peito dela, enfiou o pau entre os seios e apertou os dois lados com força, fodendo o colo enquanto dava tapas nos mamilos. Gozou de novo, desta vez nos seios e no rosto. Esperma quente escorreu pelos seios marcados, pelo queixo, pela boca. Ele se levantou, passou o cinto de volta e olhou para ela caída no chão. — Amanhã você vem de novo. E da próxima vez traz a aliança na boca. Quero ver você chupar meu pau com a porra do seu marido na língua. Minha mãe, ainda ofegante, o corpo inteiro um mapa de vermelho e de gozo, apenas conseguiu dizer: — Sim… senhor. Ele saiu andando. Ela ficou ali por longos minutos, as pernas abertas, o esperma escorrendo, a bunda e a buceta latejando, os seios sujos. Quando finalmente se levantou, as pernas tremiam. No caminho de casa, cada passo fazia a saia roçar nas nádegas queimadas e a lembrança do cinto voltava quente entre as pernas. No celular, uma nova mensagem já esperava: “Amanhã. Mesmo lugar. 22h. Sem calcinha. E a aliança na boca.” Ela leu, apertou as coxas e respondeu apenas: “Sim, senhor.”
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