No dia seguinte ela chegou no horário. O carro dele já estava no fundo do estacionamento, a porta de trás aberta como prometido. Mas desta vez não estava sozinho. O filho adulto dela, 38 anos, estava encostado no capô, braços cruzados, o rosto sério. Ele tinha descoberto as mensagens. Tinha seguido a mãe. Agora olhava para ela com uma mistura de choque e algo mais escuro. O jovem dominador sorriu de canto quando a viu parar. — Olha só. A cadela casada trouxe plateia. Ou melhor… o filho veio sozinho. Minha mãe congelou. O rosto ficou vermelho de vergonha. O filho não disse nada. Apenas observava. — Tira a roupa — ordenou o jovem. — Na frente dele. As mãos dela tremiam, mas ela obedeceu. A blusa, a saia, a calcinha. Ficou nua entre os dois homens. O filho engoliu seco, o olhar descendo pelo corpo maduro da mãe, as marcas antigas ainda visíveis na bunda e nos seios. O dominador a puxou pelo cabelo até o banco de trás, a porta ainda aberta. Forçou-a a ficar de quatro no banco, a bunda para fora do carro, exposta. — Olha bem, filho — disse ele, sem tirar o olhar dela. — Sua mãe é uma puta casada. E agora vai apanhar na sua frente. O cinto estalou. O primeiro golpe desceu pesado nas nádegas. Ela gritou. O segundo veio logo em seguida. O filho não se mexeu. Apenas assistia, a respiração pesada, enquanto o couro marcava a carne da mãe uma vez atrás da outra. As nádegas ficaram vermelhas rápido, depois escuras. Cada chicotada fazia o corpo dela tremer e a bunda balançar. — Conta pra ele — ordenou o jovem, ainda batendo. — Fala o que você é. — Eu… eu sou uma cadela casada — ela soluçou entre os golpes. — Uma puta… que apanha e goza… O cinto desceu mais forte. Depois ele a virou, ainda no banco, as pernas abertas para fora do carro. Começou a surra direta na buceta. A ponta do cinto estalava nos lábios já inchados. Ela gemia alto, o rosto virado na direção do filho. Os seios balançavam a cada golpe. O jovem dominador batia sem pressa, marcando, humilhando. — Olha a buceta da sua mãe — disse para o filho. — Toda vermelha. Toda molhada. Gostando de apanhar na sua frente. O filho ainda não falava. Mas a calça dele já marcava o volume. O dominador notou e riu baixo. — Pode chegar mais perto se quiser. Ela aguenta plateia. Ele parou a surra só para enfiar o pau de uma vez na buceta dela. Fodeu com força, segurando o cabelo, a porta do carro aberta, o corpo da mãe balançando para fora a cada estocada. Depois tirou, cuspiu no cu e enterrou ali também, fundo. Fodeu o cu na frente do filho enquanto a mão livre descia em tapas constantes na bunda e nas coxas. Minha mãe gozou gritando, os olhos marejados presos nos do filho. O dominador não parou. Continuou fodendo e batendo até gozar fundo no cu dela. Quando tirou, esperma escorreu na frente do filho. Ainda não terminou. Ele a puxou para fora do carro, ajoelhou-a no concreto e enfiou o pau na boca. — Chupa. E olha para o seu filho enquanto engole. Ela obedeceu. O filho finalmente se aproximou, o olhar escuro, a respiração ofegante. O dominador fodeu a garganta dela sem piedade, batendo no rosto de leve, enquanto falava: — Sua mãe é minha. Toda vez que eu quiser, ela ajoelha. E agora você sabe. Quando gozou de novo, foi na boca e no rosto dela, na frente do filho. Esperma escorreu pelo queixo. Ele se afastou, passou o cinto de volta e olhou para os dois. — Amanhã ela volta. E se você quiser assistir de novo… a porta fica aberta. O jovem dominador entrou no carro e partiu, deixando mãe e filho no estacionamento vazio. Minha mãe ainda estava ajoelhada, nua, o corpo marcado, o rosto sujo, a buceta e o cu escorrendo. O filho a olhava em silêncio, a calça ainda apertada. Depois de longos segundos, ele apenas disse, voz rouca: — Levanta. Vamos para casa. Mas o olhar dele já não era só de choque.
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