Naquela mesma noite o filho mandou a mensagem. O dominador leu, sorriu e respondeu apenas: “Horário.” Às 21h o jovem de 24 anos estacionou em frente à casa. O filho abriu o portão sem dizer nada e o levou direto para a sala. Minha mãe estava na cozinha, ainda de roupão, quando ouviu a voz dele. — Tira isso. Agora. Ela se virou e viu os dois. O filho encostado na parede, braços cruzados, e o dominador já tirando o cinto. O rosto dela empalideceu. — O seu pai chega em vinte minutos — disse o filho, voz baixa. — Eu deixei o carro dele mais longe de propósito. Ele vai entrar e te pegar em flagrante. O dominador não esperou. Rasgou o roupão dela. Os seios pesados saltaram. Ele a empurrou de quatro no sofá da sala, a bunda para cima, e o primeiro tapa do cinto desceu pesado. O som ecoou pela casa. Outro. Outro. As nádegas já marcadas dos dias anteriores arderam de novo. Minha mãe gemia, o rosto enterrado no sofá, enquanto o filho assistia em silêncio. — Fala alto — ordenou o dominador. — Quero que ele ouça quando entrar. Ele bateu mais forte. Depois a virou, abriu as pernas e começou a surra direta na buceta. A ponta do cinto estalava nos lábios inchados. Ela gritava de verdade agora. O filho não se mexia, apenas observava a mãe ser marcada na sala de estar da própria casa. Quando a buceta já estava vermelha e latejando, o dominador tirou o pau e enterrou de uma vez. Fodeu com força, segurando o cabelo dela, a cada estocada fazendo os seios balançarem. Depois tirou, cuspiu no cu e empurrou ali também, fundo. O sofá rangia. Minha mãe gemia alto, exatamente como ele tinha mandado. O barulho da chave na fechadura ecoou. O pai entrou. Parou no corredor. Viu a esposa de quatro no sofá, nua, o jovem metendo no cu dela com força, a bunda vermelha de chicotadas, o filho adulto encostado na parede assistindo. O silêncio durou dois segundos. O dominador nem parou. Continuou fodendo o cu da mulher casada enquanto olhava para o marido e falava: — Chegou na hora certa. Sua esposa é uma cadela. E o seu filho trouxe a plateia. O pai ficou paralisado. O dominador puxou o pau do cu, enfiou na buceta e voltou a meter com força, segurando o cabelo da mãe para que ela olhasse para o marido. — Cumprimenta seu marido, puta — ordenou. — Me… me desculpa — ela soluçou entre as estocadas. — Eu… eu sou uma cadela… eu gosto de apanhar… O cinto voltou a descer na bunda enquanto ele fodia. O filho finalmente falou, voz rouca: — Fica aí e assiste, pai. Ela merece. O dominador gozou fundo na buceta dela, na frente do marido. Quando tirou, esperma escorreu no sofá. Ainda não terminou. Puxou a mãe pelo cabelo até o chão, ajoelhou-a e enfiou o pau na boca. — Chupa. E olha para ele enquanto engole. Ela obedeceu. O pai ainda de pé no corredor, o rosto vermelho, a respiração pesada. O dominador fodeu a garganta dela sem piedade, batendo no rosto de leve, enquanto o filho se aproximava mais. Quando gozou de novo, foi na boca e no rosto da mãe, bem na frente do marido. Esperma escorreu pelo queixo. Ele se levantou, passou o cinto de volta e olhou para os três. — Ela é minha agora. Toda vez que eu quiser, venho aqui. E se o marido quiser assistir… a porta fica aberta. O dominador saiu andando, deixando a casa em silêncio. Minha mãe ainda estava ajoelhada no chão da sala, nua, marcada, o rosto sujo, a buceta e o cu escorrendo. O filho e o pai a olhavam. Nenhum dos dois se mexia. Depois de longos segundos, o filho apenas disse: — Ela não vai parar. E eu também não vou impedir. O pai ainda não tinha falado uma palavra. Mas o olhar dele já não era só de raiva.
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