Almeida ainda estava ajeitando a calça quando a porta do escritório se abriu de novo. O gerente, Roberto, 38 anos, alto, ombros largos, entrou sem bater. Parecia que já sabia o que ia encontrar. Olhou pra minha mãe ainda de joelhos no chão, rosto marcado, boca suja de porra, e depois pra mim. — Então o moleque ficou — disse ele, fechando a porta com o pé. — Bom. Vai assistir de novo. Almeida deu uma risada baixa e se afastou, apoiando o corpo na mesa. Roberto já estava abrindo o cinto. O pau dele saiu grosso, semi-duro, veias saltadas. Ele se aproximou da minha mãe, agarrou o cabelo dela e puxou o rosto para cima. — Abre a boca. Ela abriu. Roberto meteu o pau até o fundo da garganta de uma vez. Minha mãe engasgou, os olhos marejaram, mas ele não tirou. Segurou a cabeça dela com as duas mãos e fodeu a boca com força, as bolas batendo no queixo. Saliva escorria pelo queixo e caía nos seios. Quando ela quase não aguentava mais, ele tirou o pau, deu um tapa seco no rosto dela e enfiou de novo. — Chupa direito, puta. Sua boca já está acostumada. Depois de usar a garganta, Roberto a puxou pelo braço e jogou de quatro em cima da mesa de novo. A saia ainda estava amontoada na cintura. Ele abriu as nádegas dela com as mãos e cuspiu direto no cu. O dedão entrou sem carinho, depois dois dedos. Minha mãe gemeu alto. Roberto tirou os dedos, posicionou a cabeça do pau e empurrou. Entrou inteiro de uma vez. O gemido dela foi quase um grito. Roberto não deu tempo dela se acostumar. Segurou os quadris e meteu com força, o barulho de pele batendo ecoando no escritório. Ao mesmo tempo a mão direita dele não parava: tapa pesado na bunda, outro mais forte, depois na parte de baixo, bem perto da buceta. A carne tremeu, ficou vermelha na hora. Ele tirou o pau do cu, enfiou na buceta molhada e deu três estocadas profundas. Depois voltou pro cu. Alternava. Buceta, cu, buceta, cu. Cada vez que entrava no cu, minha mãe soluçava. Cada vez que entrava na buceta, o barulho molhado ficava mais alto. Roberto começou a bater de verdade. Palmada aberta nas tetas que balançavam para fora do sutiã. Tapa seco no mamilo. Depois no outro. Minha mãe gritava, o corpo inteiro tremendo. Ele puxou o cabelo dela para trás, forçou o rosto para o lado e deu um tapa forte na bochecha. Depois outro. A marca da mão ficou vermelha imediatamente. — Olha pro seu filho enquanto eu te fodo — ordenou. Minha mãe me olhou. Os olhos estavam marejados, a boca aberta, baba escorrendo. Roberto meteu mais fundo no cu e deu uma sequência de tapas pesados na bunda. O estalo era seco, quase doloroso de ouvir. Depois desceu a mão e bateu direto na buceta inchada. Três vezes. O som era molhado e obsceno. Minha mãe gozou na hora, o corpo se contraindo, gozo escorrendo pela coxa e pingando no chão. Roberto não parou. Ele tirou o pau do cu, puxou minha mãe de volta para o chão e a fez ajoelhar de novo. O pau estava sujo, brilhando de saliva e porra. Ele esfregou a cabeça nos lábios dela. — Bebe tudo. Metendo fundo na garganta, ele gozou. Muito. Jatos densos, um atrás do outro. Minha mãe engoliu, a garganta trabalhando, um fio branco escorrendo pelo canto da boca. Roberto ainda espremeu o pau e limpou o resto na língua dela. Ela lambeu até a última gota. Almeida, que tinha assistido tudo, já estava duro de novo. Roberto se afastou, respirando pesado, e olhou pra mim. — Sua vez, moleque. Ou só vai ficar olhando? Minha mãe ainda estava de joelhos, rosto marcado, boca inchada, bunda e tetas cheias de marcas vermelhas. O gozo dos dois escorria pela coxa dela. Ela me olhou e abriu a boca. Esperando.
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