A porta se abriu mais uma vez. O supridor, Valdir, 45 anos, corpo grosso, braços peludos, camisa social suada, entrou carregando duas caixas de mercadoria. Parou no meio do escritório, olhou a cena e soltou um sorriso pesado. Minha mãe ainda de joelhos no chão, rosto inchado e marcado, boca suja de porra de três homens, bunda e tetas cheias de marcas vermelhas, gozo escorrendo pelas coxas. — Porra nenhuma… — Valdir largou as caixas no chão. — Então é verdade. A dona Helena tá servindo a loja inteira. Almeida riu baixo, já se ajeitando de novo. — Fecha a porta e entra na fila, Valdir. A puta ainda aguenta. Valdir não perdeu tempo. Já estava abrindo o cinto enquanto andava até ela. O pau saiu grosso, pesado, veias saltadas, a cabeça larga e escura. Ele agarrou o cabelo da minha mãe com força e enfiou na boca de uma vez. Ela engasgou, os olhos marejaram de novo. Valdir segurou a cabeça com as duas mãos grandes e fodeu a garganta sem piedade, as bolas batendo no queixo, saliva escorrendo pelo pescoço e caindo nos seios. — Chupa, puta… engole esse pau de supridor. Depois de usar a boca, ele a puxou pelo braço e jogou de quatro em cima da mesa de novo. A saia ainda amontoada na cintura. Valdir abriu as nádegas dela com as mãos grossas, cuspiu direto no cu já aberto e vermelho, e enfiou o pau de uma vez. Minha mãe gritou alto. Ele meteu com força, o barulho de pele batendo ecoando no escritório pequeno. E as mãos dele não pararam. Palmada pesada, quase violenta, na bunda. Outra mais forte. Depois na parte de baixo, bem perto da buceta. A carne tremeu, as marcas antigas ficaram ainda mais escuras. Valdir tirou o pau do cu, enfiou na buceta molhada e deu uma sequência de estocadas profundas que fizeram a mesa ranger. Depois voltou pro cu. Alternava sem dó. Ele começou a bater de verdade. Tapa aberto e pesado nas tetas que balançavam. No mamilo. No outro. Minha mãe soluçava, o corpo inteiro tremendo. Valdir puxou o cabelo dela para trás com força, forçou o rosto para o lado e deu um tapa seco e forte na bochecha. Depois outro. A marca da mão se sobrepôs às anteriores, deixando a pele ardida e vermelha. — Olha pro seu filho enquanto o supridor te fode o cu — ele rosnou, metendo mais fundo. Minha mãe me olhou de novo. Os olhos marejados, a boca aberta, baba e restos de porra escorrendo. Valdir meteu ainda mais fundo e desceu a mão. Quatro tapas secos e pesados direto na buceta inchada. O som era molhado, obsceno, quase molhado demais. Ela gozou na hora, o corpo se contraindo com força, mais gozo escorrendo pela coxa e pingando no chão. Valdir não parou. Ele tirou o pau, puxou minha mãe de volta para o chão e a fez ajoelhar. O pau estava sujo, brilhando de saliva e porra. Ele esfregou a cabeça larga nos lábios dela. — Bebe tudo, dona. Engole a leitinha do supridor. Metendo fundo na garganta, ele gozou. Muito. Jatos densos e quentes, um atrás do outro. Minha mãe engoliu, a garganta trabalhando, um fio branco grosso escorrendo pelo canto da boca. Valdir ainda espremeu o pau e limpou o resto na língua dela. Ela lambeu até a última gota, como se já soubesse o que fazer. Almeida, Roberto e Diego assistiam, todos duros de novo. Valdir se afastou, ofegante, o pau ainda semi-duro e sujo, e olhou pra mim. — Agora é sua vez, filho da puta. Ou vai ficar só olhando a mãe virar o lanche da empresa inteira? Minha mãe ainda estava de joelhos. Rosto inchado e marcado de tantos tapas, boca suja de porra de quatro homens, bunda e tetas cheias de marcas vermelhas e ardidas, gozo escorrendo pelas coxas. Ela me olhou de novo. Abriu a boca. E esperou.
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