A porta se abriu de novo antes que eu pudesse me mexer. O office boy, Diego, 22 anos, magro, olhos espertos, entrou carregando uma caixa de documentos. Parou no meio do escritório, olhou a cena e soltou um sorriso sujo. Minha mãe ainda de joelhos, rosto marcado, boca suja, bunda e tetas vermelhas. Almeida e Roberto do lado, já se arrumando. — Porra… — Diego largou a caixa no chão. — Então é verdade o que o pessoal fala. Roberto riu baixo. — Entra e fecha a porta, moleque. A puta ainda não terminou o expediente. Diego não precisou de mais convite. Já estava abrindo o zíper enquanto andava até ela. O pau saiu duro, mais fino que os dos outros, mas comprido. Ele agarrou o cabelo da minha mãe e enfiou na boca sem aviso. Ela engasgou, os olhos marejaram de novo. Diego segurou a cabeça com as duas mãos e fodeu a garganta com vontade, as bolas batendo no queixo. — Chupa, dona Helena… chupa esse pau de office boy. Depois de usar a boca, ele a puxou pelo braço e jogou de quatro em cima da mesa de novo. A saia ainda amontoada. Diego abriu as nádegas dela, cuspiu no cu já aberto e vermelho, e enfiou o pau de uma vez. Minha mãe gritou. Ele meteu com força, o barulho de pele ecoando. E as mãos dele não pararam. Palmada pesada na bunda. Outra mais forte. Depois na parte de baixo, bem perto da buceta. A carne tremeu, as marcas antigas ficaram ainda mais vermelhas. Diego tirou o pau do cu, enfiou na buceta molhada e deu uma sequência de estocadas profundas. Depois voltou pro cu. Alternava sem piedade. Ele começou a bater de verdade. Tapa aberto nas tetas que balançavam. No mamilo. No outro. Minha mãe soluçava. Diego puxou o cabelo dela para trás, forçou o rosto para o lado e deu um tapa seco na bochecha. Depois outro. A marca da mão se sobrepôs às anteriores. — Olha pro seu filho enquanto o office boy te fode o cu — ele rosnou. Minha mãe me olhou de novo. Os olhos marejados, a boca aberta, baba escorrendo. Diego meteu mais fundo e desceu a mão. Três tapas secos direto na buceta inchada. O som era molhado, obsceno. Ela gozou na hora, o corpo se contraindo, mais gozo escorrendo pela coxa. Diego não parou. Ele tirou o pau, puxou minha mãe de volta para o chão e a fez ajoelhar. O pau estava sujo, brilhando. Ele esfregou a cabeça nos lábios dela. — Bebe tudo, dona. Metendo fundo na garganta, ele gozou. Jatos densos, um atrás do outro. Minha mãe engoliu, a garganta trabalhando, um fio branco escorrendo pelo canto da boca. Diego ainda espremeu o pau e limpou o resto na língua dela. Ela lambeu até a última gota. Almeida e Roberto assistiam, já duros de novo. Diego se afastou, ofegante, e olhou pra mim. — Agora é sua vez, filho. Ou vai ficar só olhando a mãe virar o lanche da empresa inteira? Minha mãe ainda estava de joelhos. Rosto inchado e marcado, boca suja de porra de três homens, bunda e tetas cheias de marcas vermelhas, gozo escorrendo pelas coxas. Ela me olhou de novo. Abriu a boca. E esperou.
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