A porta se abriu pela última vez. O segurança, Clayton, 15 anos, corpo largo, peito largo, braços grossos de academia barata, uniforme preto ainda apertado, entrou sem bater. Parou no meio do escritório, olhou a cena e soltou um sorriso pesado. Minha mãe ainda de joelhos no chão, rosto inchado, marcado e roxo, boca suja de porra de oito homens, bunda e tetas cheias de marcas vermelhas e roxas, gozo escorrendo pelas coxas em fios. — Porra nenhuma… — Clayton fechou a porta com o pé e trancou. — Então a dona Helena realmente virou a puta oficial da loja. Renato riu baixo, ainda se ajeitando. — Entra e come, segurança. Você é o último funcionário. Depois é a vez do filho. Clayton não perdeu tempo. Já estava abrindo o cinto enquanto andava até ela. O pau saiu grosso, pesado, a cabeça larga e escura. Ele agarrou o cabelo da minha mãe com força e enfiou na boca de uma vez até o fundo da garganta. Ela engasgou forte, os olhos marejaram de novo. Clayton segurou a cabeça com as duas mãos grandes e fodeu a garganta sem nenhuma piedade, as bolas batendo no queixo, saliva e restos de porra escorrendo pelo pescoço e caindo nos seios já inchados e marcados. — Chupa, puta. Engole o pau do segurança. Depois de usar a boca até ela quase desmaiar, ele a puxou pelo braço e jogou de quatro em cima da mesa de novo. A saia ainda amontoada. Clayton abriu as nádegas dela com as mãos grossas, cuspiu grosso no cu já aberto, vermelho e completamente usado, e enfiou o pau de uma vez até o fundo. Minha mãe gritou alto, a voz rouca. Ele meteu com força, o barulho de pele batendo ecoando no escritório. E as mãos dele não pararam. Palmada pesadíssima na bunda. O estalo ecoou seco. Outra ainda mais forte. Depois na parte de baixo, bem perto da buceta. A carne tremeu, as marcas antigas ficaram ainda mais roxas. Clayton tirou o pau do cu, enfiou na buceta molhada e deu estocadas profundas que fizeram a mesa ranger. Depois voltou pro cu. Alternava sem dó. Ele começou a bater de verdade. Tapa aberto e brutal nas tetas que balançavam. No mamilo. No outro. Minha mãe soluçava, o corpo inteiro tremendo. Clayton puxou o cabelo dela para trás com força, forçou o rosto para o lado e deu um tapa seco e pesado na bochecha. Depois outro. E outro. A marca da mão se sobrepôs às anteriores, deixando a pele ainda mais roxa e ardida. — Olha pro seu filho enquanto o último funcionário te fode o cu — ele rosnou, metendo mais fundo. Minha mãe me olhou de novo. Os olhos marejados, a boca aberta, baba e restos de porra escorrendo. Clayton meteu ainda mais fundo e desceu a mão. Seis tapas secos e pesados direto na buceta inchada. O som era molhado, obsceno. Ela gozou gritando, o corpo se contraindo com força, gozo escorrendo em fio pela coxa e pingando no chão. Clayton não parou. Ele tirou o pau, puxou minha mãe de volta para o chão com violência e a fez ajoelhar. O pau estava sujo, brilhando de saliva e porra. Ele esfregou a cabeça larga nos lábios dela, dando leves tapas no rosto com o pau. — Bebe tudo, puta. Engole a leitinha do segurança. Toda. Metendo fundo na garganta até ela engasgar, ele gozou. Muito. Jatos densos, quentes e grossos, um atrás do outro. Minha mãe engoliu, a garganta trabalhando desesperadamente, um fio branco grosso escorrendo pelo canto da boca e pelo queixo. Clayton ainda espremeu o pau com força e limpou o resto na língua e no rosto dela. Ela lambeu tudo, ofegante, os olhos marejados. Almeida, Roberto, Diego, Valdir, Leandro, Marcos, Severino e Renato assistiam em silêncio, todos duros de novo. Clayton se afastou, ofegante, o pau ainda semi-duro e sujo, e olhou pra mim com um sorriso pesado. — Agora é sua vez, filho da puta. Não tem mais nenhum funcionário. Só você. Minha mãe ainda estava de joelhos. Rosto inchado, marcado e roxo de tantos tapas, boca suja de porra de nove homens, bunda e tetas cheias de marcas vermelhas e roxas, gozo escorrendo pelas coxas em fios. Ela me olhou de novo. Abriu a boca. E esperou
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