Mãe puta de moleque

Eu nunca imaginei que minha mãe, Helena, 46 anos, casada, respeitada no bairro, fosse parar de joelhos no meio de um terreno baldio atrás do posto abandonado, com a saia rasgada e o rosto marcado.
Mas foi exatamente ali que eu a encontrei.
O moleque se chamava Ruan. Dezessete anos? Dezoito? Ninguém sabia ao certo. Magro, alto, pele queimada de sol, olhos frios e um sorriso torto que já tinha feito mais de uma esposa casada chorar de vergonha e gozar ao mesmo tempo. Na nossa cidade ele tinha fama. Não era só foder. Era doutrinar. Ensinar quem mandava. E as mulheres casadas que caíam na rede dele nunca mais andavam da mesma forma.
Naquela tarde eu tinha saído mais cedo da escola e resolvi cortar caminho pelo terreno. Ouvi o barulho antes de ver. O estalo seco de couro contra carne. Depois outro. Depois o gemido abafado de mulher.
Empurrei o mato e fiquei parado.
Minha mãe estava de quatro no chão de terra, a blusa aberta, os seios pesados balançando para fora do sutiã. A calcinha tinha sido rasgada e jogada de lado. O cinto de couro preto do Ruan estava na mão dele. Ele tinha acabado de descer mais uma cinta bem no meio da bunda dela. A marca vermelha inchou na hora.
— Fala de novo, puta casada — Ruan ordenou, a voz baixa e controlada.
Minha mãe soluçava, a testa encostada no chão.
— Sou… sou a puta casada de moleque…
— Mais alto.
— Sou a puta casada de moleque! — ela gritou, a voz quebrada.
Ruan deu outra cinta, desta vez na parte de baixo da bunda, bem perto da buceta. O estalo foi mais seco. Minha mãe gritou.
— E o que mais você é?
— Cadela de mamãe… — ela gaguejou.
Outra cinta, agora nas tetas. Ele puxou o seio esquerdo para o lado e desceu o cinto em cima do mamilo. O grito dela foi agudo. Depois no outro seio. As marcas vermelhas já se formavam.
— Completa, vadia de merda.
— Vadia de merda! — minha mãe gritou, a voz rouca. — Sou a vadia de merda do moleque de rua!
Ruan sorriu. Abaixou-se, agarrou o cabelo dela com uma mão e a orelha com a outra. Puxou os dois ao mesmo tempo, com violência, forçando o rosto dela para cima. Minha mãe gritou de dor. Ele puxou de novo, mais forte, até ela estar ajoelhada com o pescoço completamente esticado.
— Quem manda no pedaço, Helena?
— Você… você manda…
— Quem?
— O moleque de rua manda! — ela gritou, lágrimas escorrendo. — O dominador manda!
Ruan soltou a orelha e deu um tapa aberto no rosto dela com a mão livre. Depois outro. A marca da mão ficou vermelha na hora. Ele não parou. Desceu o cinto de novo, desta vez direto na buceta aberta e molhada. O estalo molhado fez minha mãe se contorcer. Ele deu mais três, quatro, cinco cintadas secas na xota inchada. Cada uma fazia ela gritar e empurrar a bunda para trás ao mesmo tempo.
— Abre esse cu, puta casada.
Minha mãe obedeceu, abrindo as nádegas com as próprias mãos. Ruan cuspiu, posicionou a cabeça do pau e empurrou. Entrou de uma vez. O gemido dela foi alto, quase um uivo. Ele meteu com força, sem carinho, as mãos ainda segurando o cabelo e a orelha dela, puxando a cada estocada. O barulho de pele batendo ecoava no terreno.
Depois de foder o cu por vários minutos, ele tirou o pau, enfiou na buceta molhada e deu uma sequência de estocadas profundas. Depois voltou pro cu. Alternava. Cada vez que entrava no cu, puxava o cabelo e a orelha com mais força. Cada vez que entrava na buceta, descia o cinto nas tetas ou na bunda.
— Fala o que você é enquanto eu te fodo.
— Puta casada de moleque… — ela soluçava. — Cadela de mamãe… vadia de merda…
Ruan aumentou a velocidade. O pau sumia e reaparecia no cu dela. Ele largou a orelha só para descer o cinto mais uma vez na buceta, bem enquanto metia. Minha mãe gozou gritando, o corpo se contraindo, gozo escorrendo pela coxa e misturando com a terra.
Ele não parou.
Tirou o pau, puxou minha mãe pelos cabelos até ela ficar de joelhos de frente para ele e enfiou na boca. Fodeu a garganta com a mesma violência. Quando sentiu que ia gozar, tirou, deu mais duas cintadas no rosto dela e gozou. Jatos densos, um atrás do outro, caindo na língua, no queixo, nos seios. Minha mãe engoliu o que pôde, a língua para fora, limpando o que escorria.
Ruan ainda esfregou o pau no rosto marcado dela.
— Amanhã você volta. Mesmo horário. E vem sem calcinha.
Minha mãe, ofegante, rosto inchado, bunda e tetas cheias de marcas de cinto, apenas balançou a cabeça.
— Sim… senhor.
Foi só então que Ruan olhou na minha direção. Ele sabia que eu estava ali o tempo todo. Não se assustou. Só sorriu aquele sorriso torto.
— Seu filho tá assistindo, puta casada. Quer que ele veja de novo amanhã?
Minha mãe virou o rosto na minha direção. Os olhos estavam marejados, a boca suja de porra, as marcas do cinto já roxeando.
Ela não disse nada.
Só abaixou a cabeça.
E esperou a próxima ordem do moleque que tinha acabado de mostrar, de uma vez por todas, quem mandava no pedaço.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
Mãe puta de moleque

Codigo do conto:
276465

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
05/11/2026

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