Mãe puta de moleque 2

No dia seguinte eu cheguei mais cedo de propósito.
A casa estava silenciosa. Meu pai só voltava depois das dez. Minha mãe estava na cozinha, ainda de roupa de casa, quando a porta dos fundos se abriu sem bater.
Ruan entrou como se a casa fosse dele.
Minha mãe congelou. Eu estava no sofá da sala, exatamente onde ele podia me ver. Ruan olhou para mim, depois para ela, e sorriu aquele sorriso torto.
— Hoje é na frente do filho, puta casada. E hoje você vai levar a pior.
Ele não deu tempo dela falar. Agarrando o cabelo dela com uma mão e a orelha com a outra, puxou com violência até ela cair de joelhos no meio da sala. O grito dela foi abafado quando ele enfiou os dedos na boca dela e a forçou a engolir.
— Tira a roupa. Tudo. Agora.
Minha mãe obedeceu com as mãos tremendo. Blusa, sutiã, short, calcinha. Ficou nua no meio da sala, na minha frente. Ruan já tinha tirado o cinto. O couro preto balançava na mão dele.
A primeira cinta veio sem aviso. Bem no meio da bunda. O estalo ecoou na sala. Minha mãe gritou. A segunda veio logo em seguida, mais forte, na mesma marca. A terceira foi na parte de baixo, quase na buceta. A quarta e a quinta foram nas tetas. Ele puxava o seio para o lado e descia o cinto em cima do mamilo com força. As marcas inchavam na hora, vermelhas, depois roxas.
— Fala o que você é.
— Puta casada de moleque… — ela soluçava.
Outra cinta, desta vez direto na buceta aberta. O som foi molhado e seco ao mesmo tempo. Minha mãe se contorceu no chão.
— Mais alto, cadela de mamãe.
— Puta casada de moleque! Cadela de mamãe!
Ruan puxou o cabelo e a orelha ao mesmo tempo, levantando o rosto dela na minha direção. Deu três tapas abertos com a mão livre, um atrás do outro. A marca da mão ficou imediatamente vermelha.
— E o que mais, vadia de merda?
— Vadia de merda! — ela gritou, a voz quebrada. — Sou a vadia de merda do moleque de rua!
Ele a soltou só para descer o cinto de novo. Agora era uma sequência. Bunda, bunda, teta, teta, buceta, bunda de novo. Minha mãe estava gritando de verdade, o corpo inteiro tremendo, as marcas se sobrepondo umas às outras. A pele da bunda já estava roxa em vários pontos. As tetas inchadas. A buceta vermelha e aberta.
Ruan a virou de quatro no meio da sala, bem na minha frente. Cuspiu no cu dela e enfiou o pau de uma vez. O gemido dela foi alto. Ele meteu com violência, uma mão no cabelo, a outra na orelha, puxando os dois a cada estocada. O barulho de pele batendo ecoava.
Depois de foder o cu por vários minutos, tirou, enfiou na buceta e deu estocadas profundas. Depois voltou pro cu. Alternava sem parar. Cada vez que entrava no cu, puxava o cabelo e a orelha com mais força. Cada vez que entrava na buceta, descia o cinto nas tetas ou na bunda já destruída.
— Olha pro seu filho enquanto eu te arrebento, puta casada.
Minha mãe me olhou. Os olhos estavam marejados, o rosto marcado de tapas e cintadas, baba escorrendo. Ruan meteu ainda mais fundo no cu e desceu o cinto direto na buceta, bem enquanto fodia. Ela gozou gritando, o corpo se contraindo com força, gozo escorrendo pela coxa e pingando no chão da sala.
Ele não parou.
Tirou o pau, puxou minha mãe pelos cabelos até ela ficar de joelhos de frente para mim e enfiou na boca. Fodeu a garganta com a mesma violência de antes. Quando sentiu que ia gozar, tirou, deu mais duas cintadas pesadas no rosto dela e gozou. Jatos densos, um atrás do outro, caindo na língua, no queixo, nos seios já roxos. Minha mãe engoliu o que pôde, a língua para fora, limpando o que escorria enquanto soluçava.
Ruan ainda esfregou o pau no rosto destruído dela.
— Amanhã eu volto. E se o marido perguntar de onde vieram essas marcas… você inventa alguma coisa. Ou eu fodo você na frente dele também.
Minha mãe, ofegante, nua, rosto inchado e roxo, bunda e tetas cheias de marcas de cinto, apenas balançou a cabeça.
— Sim… senhor.
Ruan olhou para mim pela última vez, ainda com o pau sujo na mão.
— Seu filho aprendeu hoje quem manda na puta casada da casa.
Ele saiu pela porta dos fundos sem se virar.
Minha mãe ficou de joelhos no meio da sala, nua, marcada, gozo escorrendo pelo queixo e pelas coxas.
Eu continuei sentado no sofá.
Olhando.
E ela não se mexeu.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
Mãe puta de moleque 2

Codigo do conto:
276467

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
05/11/2026

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