Naquele dia a casa estava silenciosa. As dez amigas não tinham vindo. Meu pai estava viajando. Eu cheguei da escola e só tinha uma pessoa em casa além de mim: minha avó, Dona Lourdes, 90 anos, mãe da minha mãe. Corpo fino, pele enrugada, cabelos brancos presos em um coque baixo, vestido floral simples. Ela estava sentada na poltrona da sala, assistindo televisão com o volume baixo. A porta dos fundos se abriu sem bater. Ruan entrou. Ele parou quando viu a velha. O sorriso torto apareceu devagar. Olhou para mim, depois para ela. — Hoje só tem a vovozinha em casa… então ela vai levar a pior de todas. Minha avó nem entendeu direito. Levantou a cabeça, confusa, a voz fina: — Quem é você, menino? A Helena não está… Ruan não deixou ela terminar. Caminhou até a poltrona, agarrou o cabelo branco fino com uma mão e a orelha enrugada com a outra, e puxou com violência. O grito da velha foi agudo, fraco, de quem não tem mais força. Ele a arrastou para o meio da sala e a jogou de joelhos no chão. — Tira a roupa, cadela velha. As mãos dela tremiam tanto que mal conseguiam abrir os botões. Ruan perdeu a paciência. Rasgou o vestido de uma vez, depois a combinação, depois a calcinha grande e o sutiã. Em segundos minha avó de 90 anos estava completamente nua no meio da sala, o corpo enrugado, seios caídos, pele flácida marcada pelo tempo. O cinto já estava na mão dele. A primeira cinta veio sem aviso. Bem no meio da bunda enrugada. O estalo seco ecoou. Minha avó gritou, a voz quebrada. A segunda foi mais forte, na mesma marca. A terceira na parte de baixo. Depois nas tetas caídas. Ele puxava a pele flácida e descia o cinto com força. As marcas vermelhas inchavam rápido demais na pele fina e velha. — Fala o que você é, vadia de merda de 90 anos. — Eu… eu não… — ela soluçava, confusa e com dor. Ruan desceu o cinto direto na buceta enrugada. Três vezes seguidas. O grito dela foi mais alto. — Fala, cadela de mamãe velha. — Puta… puta casada de moleque… — ela repetiu o que tinha ouvido a filha gritar dias antes, a voz chorosa. Ele puxou o cabelo branco e a orelha com mais violência, levantando o rosto enrugado na minha direção. Deu quatro tapas abertos no rosto dela. A pele fina ficou vermelha e roxa quase na hora. — Completa, vadia de merda. — Vadia de merda… — minha avó soluçou. Ruan a virou de quatro no chão. O corpo velho tremia inteiro. Ele cuspiu no cu enrugado e enfiou o pau de uma vez. O gemido dela foi fraco e agudo. Ele meteu com força, sem nenhuma piedade, uma mão no cabelo branco, a outra na orelha, puxando os dois a cada estocada. A pele flácida batia. O barulho era obsceno. Depois de foder o cu, tirou, enfiou na buceta seca e forçou. Voltou pro cu. Alternava. Cada vez que entrava, descia o cinto nas tetas caídas ou na bunda já marcada. A pele da velha não aguentava. As marcas ficavam roxas e inchadas com uma velocidade cruel. — Olha pro seu neto enquanto eu te arrebento, puta velha. Minha avó me olhou. Os olhos marejados, o rosto marcado, a boca aberta. Ruan meteu ainda mais fundo no cu e desceu o cinto várias vezes seguidas na buceta. Ela gozou de um jeito fraco e trêmulo, o corpo se contraindo, um pouco de líquido escorrendo pela coxa enrugada. Ele não parou. Tirou o pau, puxou minha avó pelos cabelos brancos até ela ficar de joelhos e enfiou na boca. A garganta velha engasgou fácil. Ele fodeu a boca com violência. Quando sentiu que ia gozar, tirou, deu mais três cintadas pesadas no rosto enrugado e gozou. Jatos densos caindo na língua, no queixo, nos seios caídos. Minha avó engoliu o que pôde, soluçando, a porra escorrendo pelas rugas. Ruan ainda esfregou o pau no rosto destruído dela. — Sua neta e as amigas já levaram. Agora a vovozinha de 90 anos também sabe quem manda. Ele se levantou, o pau ainda sujo, e olhou para mim. — Seu neto viu a bisavó virar puta de moleque de rua no meio da sala. Ruan saiu pela porta dos fundos. Minha avó ficou de joelhos no chão, nua, o corpo enrugado coberto de marcas roxas de cinto, rosto inchado, gozo escorrendo pelo queixo e pelos seios caídos. O corpo inteiro tremia. Ela não conseguia nem se levantar. Eu continuei sentado no sofá. Olhando. E o silêncio da casa pesava mais do que nunca.
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