Três dias depois a casa estava cheia. Minha mãe tinha marcado um “chá da tarde” com dez amigas do bairro. Mulheres casadas, todas entre 40 e 50 anos, todas respeitadas. Elas estavam na sala, rindo, tomando café, quando a porta dos fundos se abriu sem bater. Ruan entrou. O silêncio foi imediato. Ele olhou para as dez mulheres, depois para minha mãe, depois para mim, que estava sentado na ponta do sofá de propósito. Sorriu aquele sorriso torto. — Hoje a puta casada vai levar a pior. E vocês todas vão assistir. Nenhuma das amigas se mexeu. Algumas abriram a boca. Outras apenas engoliram em seco. Ruan já tinha tirado o cinto. — Levanta, Helena. Na frente de todo mundo. Minha mãe se levantou tremendo. Ruan agarrou o cabelo dela com uma mão e a orelha com a outra e puxou com violência até ela cair de joelhos no meio da sala, bem no centro do círculo de amigas. O grito dela fez duas mulheres se mexerem na cadeira. — Tira tudo. Agora. Ela obedeceu. Blusa, sutiã, saia, calcinha. Ficou nua na frente das dez amigas e de mim. Ruan não esperou. A primeira cinta veio seca, bem no meio da bunda. O estalo ecoou na sala. Minha mãe gritou. A segunda foi mais forte, na mesma marca. A terceira na parte de baixo, quase na buceta. Depois nas tetas. Ele puxava o seio e descia o cinto em cima do mamilo com força. As marcas inchavam na hora. As amigas assistiam em silêncio absoluto. Algumas com as mãos na boca. Outras com os olhos arregalados. — Fala o que você é, puta casada. — Puta casada de moleque… — minha mãe soluçava. Outra cinta, desta vez direto na buceta aberta. O som molhado fez uma das amigas recuar na cadeira. — Mais alto, cadela de mamãe. — Puta casada de moleque! Cadela de mamãe! Ruan puxou o cabelo e a orelha ao mesmo tempo, levantando o rosto dela na direção das amigas. Deu quatro tapas abertos com a mão livre, um atrás do outro. A marca da mão ficou vermelha e depois roxa. — E o que mais, vadia de merda? — Vadia de merda! — ela gritou, a voz quebrada. — Sou a vadia de merda do moleque de rua! Ele a soltou só para descer o cinto de novo. Agora era uma sequência brutal. Bunda, bunda, teta, teta, buceta, bunda, rosto. Minha mãe estava gritando de verdade, o corpo inteiro tremendo, as marcas se sobrepondo. A pele da bunda já estava roxa e inchada. As tetas vermelhas e marcadas. A buceta aberta e ardida. Ruan a virou de quatro no meio da sala, bem na frente das dez amigas e de mim. Cuspiu no cu dela e enfiou o pau de uma vez. O gemido dela foi alto. Ele meteu com violência, uma mão no cabelo, a outra na orelha, puxando os dois a cada estocada. O barulho de pele batendo ecoava. Depois de foder o cu por vários minutos, tirou, enfiou na buceta e deu estocadas profundas. Depois voltou pro cu. Alternava sem parar. Cada vez que entrava no cu, puxava o cabelo e a orelha com mais força. Cada vez que entrava na buceta, descia o cinto nas tetas ou na bunda já destruída. — Olha para as suas amigas enquanto eu te arrebento, puta casada. Minha mãe olhou. Os olhos estavam marejados, o rosto marcado de tapas e cintadas, baba escorrendo. Ruan meteu ainda mais fundo no cu e desceu o cinto direto na buceta, bem enquanto fodia. Ela gozou gritando, o corpo se contraindo com força, gozo escorrendo pela coxa e pingando no chão da sala, na frente de todas. Ele não parou. Tirou o pau, puxou minha mãe pelos cabelos até ela ficar de joelhos de frente para as amigas e enfiou na boca. Fodeu a garganta com a mesma violência. Quando sentiu que ia gozar, tirou, deu mais três cintadas pesadas no rosto dela e gozou. Jatos densos, um atrás do outro, caindo na língua, no queixo, nos seios já roxos. Minha mãe engoliu o que pôde, a língua para fora, limpando o que escorria enquanto soluçava. Ruan ainda esfregou o pau no rosto destruído dela. Depois olhou para as dez amigas, uma por uma. — Alguma de vocês quer ser a próxima puta casada da cidade? É só falar. Nenhuma respondeu. Ele se virou para mim. — Seu filho viu tudo de novo. E as amigas da mamãe também. Ruan saiu pela porta dos fundos sem se virar. Minha mãe ficou de joelhos no meio da sala, nua, marcada, gozo escorrendo pelo queixo e pelas coxas. As dez amigas continuavam sentadas, em silêncio absoluto, olhando para ela. Eu continuei no sofá. Olhando. E nenhuma das mulheres se mexeu por um longo tempo.
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