Meu pai chegou mais cedo. O carro parou na frente da casa sem fazer barulho. Ele abriu a porta da sala e parou no meio do caminho. Minha mãe ainda estava no chão, nua, o corpo inteiro marcado de cinto, rosto inchado, gozo secando no queixo e nas tetas. Ruan estava em pé do lado dela, o cinto ainda na mão. Os três amigos estavam espalhados pela sala, alguns ainda com o pau para fora. Meu pai ficou congelado. — Que porra é essa… Helena?! Ruan nem se assustou. Só sorriu aquele sorriso torto e girou o cinto na mão. — Chegou o marido. Que bom. Hoje ele também vai aprender quem manda. Meu pai deu um passo à frente, o rosto vermelho de raiva. — Seu desgraçado, eu vou… Não terminou a frase. Ruan foi rápido. O cinto estalou no ar e acertou o rosto do meu pai com força. O estalo seco ecoou. Meu pai cambaleou. Os três amigos já estavam em cima dele. Um segurou os braços, outro chutou as pernas, o terceiro rasgou a camisa. Em menos de um minuto meu pai estava de joelhos no meio da sala, a camisa aberta, o peito à mostra, o rosto marcado pela primeira cinta. Ruan se abaixou na frente dele, puxou o cabelo curto e a orelha com a mesma violência que usava nas mulheres. — Você vai apanhar junto com a puta casada. E vai ser fodido também. O cinto desceu de novo. No peito. Nas costas. No rosto. Meu pai gritou, tentou se mexer, mas os três amigos seguravam firme. Ruan não parava. Cintada atrás de cintada. As marcas vermelhas se formavam rápido. Quando meu pai tentou xingar, Ruan enfiou o cinto na boca dele e puxou com força. — Calado. Hoje quem manda sou eu. Eles arrancaram a calça e a cueca do meu pai. Ele ficou nu da cintura para baixo, de joelhos, o pau mole de nervoso e humilhação. Ruan deu várias cintadas na bunda dele, fortes, secas, sem nenhuma piedade. Depois nas coxas. Depois de novo no rosto. Minha mãe, ainda no chão, assistia tudo com os olhos marejados, sem conseguir se mexer. Ruan cuspiu na mão, passou no pau e se posicionou atrás do meu pai. — Agora você também vai levar no cu. Igual a puta da sua esposa. Ele empurrou. Meu pai gritou alto quando o pau entrou. Ruan meteu com força, uma mão no cabelo, a outra na orelha, puxando os dois a cada estocada. Os amigos seguravam os braços e as pernas. Um deles descia o cinto nas costas do meu pai enquanto Ruan fodia. Outro dava tapas no rosto. O terceiro esperava a vez, passando o pau na boca do meu pai à força. Ruan fodeu o cu do meu pai por vários minutos, sem carinho, sem parar. Depois tirou, trocou com um dos amigos. O segundo moleque entrou no cu. O terceiro na boca. Ruan descia o cinto no peito, nas costas e na bunda. Eles alternavam. Cu, boca, cu de novo. Sempre com cintadas. Sempre puxando cabelo e orelha. Meu pai gritava, xingava, depois só soluçava de dor e humilhação. Ruan forçava ele a olhar para minha mãe. — Olha a sua puta casada enquanto eu te fodo o cu. Olha o que eu fiz com ela. Agora você também é meu. Quando Ruan sentiu que ia gozar, puxou o cabelo do meu pai, tirou o pau do cu e gozou no rosto dele. Jatos densos, caindo na boca, no queixo, nos olhos. Os outros três gozaram depois: um no rosto, outro nas costas, o último na boca à força. Meu pai engoliu o que deu, engasgando, o corpo inteiro tremendo. Ruan ainda deu mais três cintadas pesadas na bunda já marcada do meu pai. — Agora o marido também sabe quem manda nesta casa. Ele se levantou, o pau sujo, e olhou para mim. — Seu filho viu o pai e a mãe levarem a pior juntos. Meu pai estava caído de lado no chão, nu da cintura para baixo, o cu arrombado, o rosto coberto de porra, as costas e a bunda cheias de marcas de cinto. Minha mãe continuava a poucos metros, igualmente destruída. Ruan girou o cinto uma última vez. — Eu volto quando eu quiser. E da próxima os dois apanham e levam de novo. Os quatro moleques saíram pela porta dos fundos, rindo. A sala ficou em silêncio. Meu pai e minha mãe no chão, nus, marcados, fodidos, humilhados. Eu continuei sentado no sofá. Olhando os dois. E nenhuma palavra foi dita por um longo tempo.
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