A sala ainda cheirava a café e bolo quando Ruan voltou pela porta dos fundos, menos de uma hora depois de ter saído. As dez amigas de minha mãe ainda estavam sentadas, muda, olhando para Helena que continuava de joelhos no meio da sala, nua, marcada, gozo secando no queixo e nas tetas. Eu não tinha saído do sofá. Ruan parou no centro do círculo, o cinto ainda na mão, e olhou uma por uma. — Nenhuma de vocês se mexeu. Nenhuma tentou ajudar a puta casada. Então hoje todas vão levar a pior. O silêncio foi absoluto. Ele apontou o cinto para a primeira amiga, uma morena de 47 anos chamada Sônia, casada com o dono da farmácia. — Levanta. Tira tudo. Agora. Sônia hesitou só um segundo. Ruan deu um passo na direção dela e ela se levantou tremendo. Em menos de um minuto estava nua. Ele não perdeu tempo. Agarrando o cabelo e a orelha dela ao mesmo tempo, puxou com violência até ela cair de joelhos ao lado de minha mãe. A primeira cinta veio seca, bem no meio da bunda. O estalo fez todas as outras mulheres recuarem. A segunda foi mais forte. A terceira na parte de baixo, quase na buceta. Depois nas tetas. Sônia gritou quando o couro acertou o mamilo. — Fala o que você é. — Puta casada de moleque… — ela soluçou. Ruan desceu o cinto direto na buceta aberta. O som molhado ecoou. — Mais alto, cadela de mamãe. — Puta casada de moleque! Cadela de mamãe! Ele puxou o cabelo e a orelha, levantou o rosto dela e deu três tapas abertos. A marca ficou vermelha na hora. — E o que mais, vadia de merda? — Vadia de merda! — Sônia gritou. Ruan a virou de quatro, cuspiu no cu e enfiou o pau de uma vez. Meteu com violência enquanto as outras assistiam. Depois de foder o cu, tirou, enfiou na buceta, voltou pro cu, alternando. A cada estocada puxava o cabelo e a orelha. Quando sentiu que ela estava prestes a gozar, desceu o cinto na buceta e ela veio gritando, gozo escorrendo pela coxa. Ele tirou o pau, puxou Sônia pelos cabelos até ela ficar de joelhos e gozou na boca dela. Jatos densos. Ela engoliu, soluçando. Ruan limpou o pau no rosto marcado de Sônia e apontou para a próxima. — Você. A loira. Levanta. Era Márcia, 45 anos, esposa do gerente do banco. Em dois minutos ela também estava nua, de joelhos, levando cinta na bunda, nas tetas, na buceta e no rosto. Ruan repetiu o mesmo ritual: puxão de cabelo e orelha, xingamentos forçados, foda no cu e na buceta, mais cintadas, gozada na boca. Uma por uma. A terceira foi Regina, 49 anos, professora. A quarta, Cláudia, 43, dona de loja. A quinta, Elaine, 46, esposa do dentista. A sexta, Patrícia, 48. A sétima, Luciana, 44. A oitava, Beatriz, 50. A nona, Adriana, 42. A décima, Valéria, 47. Todas nuas. Todas de joelhos ou de quatro no meio da sala. Todas marcadas de cinto. Todas xingadas de puta casada de moleque, cadela de mamãe, vadia de merda. Todas com o cabelo e a orelha puxados com violência. Todas fodidas no cu e na buceta. Todas com gozo na boca, no rosto, nas tetas. A sala tinha virado um amontoado de mulheres casadas nuas, marcadas, ofegantes, gozo escorrendo pelas coxas e pelos queixos. O cheiro de sexo e couro era pesado. Ruan não tinha gozado em todas ainda. Ele ia de uma para a outra, fodia o cu de uma enquanto descia o cinto na bunda da outra, puxava o cabelo de uma enquanto enfiava os dedos na buceta da próxima. Quando uma tentava fechar as pernas, ele abria na porrada e descia o cinto direto na xota. Quando outra tentava abaixar a cabeça, ele puxava a orelha até ela gritar. Minha mãe continuava no meio de todas, já completamente destruída das sessões anteriores. Ruan voltava nela várias vezes, como se ela fosse o centro. Enfiava o pau no cu dela enquanto as outras assistiam de joelhos, depois tirava e enfiava na boca de outra, depois voltava e descia o cinto nas tetas de Helena de novo. Ele foi cruel. Em uma das vezes agarrou minha mãe pelo cabelo e a orelha ao mesmo tempo e a arrastou até o centro do círculo de amigas. Ali, na frente de todas, desceu o cinto mais de vinte vezes seguidas: bunda, bunda, teta, teta, buceta, rosto, bunda de novo. Minha mãe gritava, o corpo inteiro tremendo, as marcas se sobrepondo até ficarem roxas e inchadas. Depois a fodeu no cu com uma violência que fez as outras mulheres desviaram o olhar por um segundo. Quando ela gozou, ele tirou o pau e gozou no rosto dela de novo, cobrindo as marcas antigas com porra fresca. Depois passou para as outras outra vez. Fodeu o cu de Sônia enquanto puxava o cabelo de Márcia. Desceu o cinto na buceta de Regina enquanto enfiava o pau na boca de Cláudia. Alternava sem parar. Cada mulher levava cinta, tapa, puxão de orelha, foda no cu, foda na buceta e gozada na boca ou no rosto. O chão da sala estava molhado de gozo, saliva e suor. O ar estava pesado. Algumas das amigas já não conseguiam mais ficar de joelhos e caíam de lado, ofegantes, as marcas do cinto latejando. Ruan só parou quando todas as onze mulheres (minha mãe e as dez amigas) estavam completamente arrebentadas, nuas, marcadas, com gozo escorrendo de alguma parte do corpo. Ele se levantou, o pau ainda semi-duro e sujo, e olhou para mim. — Seu filho viu tudo. Viu a mãe e as dez amigas virarem putas casadas de moleque de rua no meio da sala. Depois olhou para as mulheres no chão. — Amanhã eu volto. E se alguma de vocês faltar… eu vou na casa de cada uma e fodo na frente do marido. Nenhuma respondeu. Ruan saiu pela porta dos fundos, deixando para trás onze esposas casadas nuas, destruídas, ofegantes, gozo secando na pele marcada. Eu continuei sentado no sofá. Olhando o estrago. E nenhuma delas se mexeu por um longo tempo.
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