Dois dias depois a casa estava cheia de novo. Minha mãe tinha sido obrigada a chamar as dez amigas. Minha avó, Dona Lourdes, 90 anos, estava sentada na poltrona, ainda marcada das sessões anteriores, o corpo enrugado coberto de manchas roxas que não tinham sumido. Eu estava no sofá. A porta dos fundos se abriu. Ruan entrou com o cinto na mão e o mesmo sorriso frio. — Hoje todas juntas. Mãe, filha e as dez putas casadas. E vai ser a pior de todas. Nenhuma ousou protestar. — Todas nuas. No chão. Agora. Em poucos minutos as doze mulheres estavam ajoelhadas nuas no meio da sala: minha mãe, minha avó de 90 anos e as dez amigas. Ruan andou no meio delas como um dono. Ele começou pela mais velha. Agarrou o cabelo branco fino de minha avó e a orelha enrugada ao mesmo tempo, puxando com uma violência que fez o corpo frágil dela tremer inteiro. A primeira cinta veio seca e pesada na bunda enrugada. O estalo ecoou. A segunda foi pior. A terceira na parte de baixo. Depois nas tetas caídas e flácidas. Ele não teve nenhuma piedade com a pele fina e velha. As marcas antigas ficaram imediatamente mais escuras e inchadas. Minha avó gritava com a voz fraca e quebrada. — Fala, cadela velha de 90 anos. — Puta casada de moleque… — ela soluçou. Ruan desceu o cinto várias vezes seguidas na buceta enrugada. O grito dela foi agudo. — Mais alto, vadia de merda. — Puta casada de moleque! Cadela de mamãe! Vadia de merda! Ele a virou de quatro, cuspiu no cu enrugado e enfiou o pau até o fundo. O corpo velho tremeu inteiro. Ruan meteu com força brutal, puxando o cabelo branco e a orelha a cada estocada. Depois tirou, forçou na buceta seca, voltou pro cu. Alternava enquanto descia o cinto nas tetas caídas e na bunda já destruída. Quando ela gozou de um jeito fraco e trêmulo, ele puxou a cabeça dela para cima e gozou no rosto enrugado, cobrindo as rugas de porra. Depois passou para minha mãe. Agarrou o cabelo e a orelha dela com a mesma violência. Cintadas pesadas e repetidas na bunda, nas tetas, na buceta e no rosto. As marcas antigas se misturavam com as novas. Xingamentos forçados. Foda violenta no cu e na buceta. Mais cintadas enquanto metia. Gozada no rosto e na boca. Em seguida as dez amigas. Uma por uma. Sônia, Márcia, Regina, Cláudia, Elaine, Patrícia, Luciana, Beatriz, Adriana e Valéria. Todas receberam o mesmo tratamento extremo. Puxões violentos de cabelo e orelha. Cintadas sem contagem na bunda, tetas, buceta e rosto. A pele de todas foi ficando roxa e inchada. Todas foram forçadas a gritar que eram puta casada de moleque, cadela de mamãe e vadia de merda. Todas foram fodidas no cu e na buceta com violência. Todas receberam gozada na boca ou no rosto. Ruan não parava. Ele misturava as mulheres. Fodia o cu de minha avó enquanto descia o cinto na bunda de minha mãe. Puxava a orelha de uma amiga enquanto enfiava o pau na boca de outra. Arrastava minha avó pelo cabelo branco até o centro e descia o cinto nela na frente de todas, várias vezes seguidas, até a pele enrugada ficar completamente marcada e inchada. Depois fazia o mesmo com minha mãe. Depois com cada uma das amigas. A sala virou um amontoado de corpos nus e destruídos. Mulheres de 42 a 90 anos, todas no chão, todas marcadas, todas ofegantes, gozo escorrendo de bocas, queixos, tetas e coxas. O cheiro era pesado de sexo, couro, suor e humilhação. Ruan só parou quando as doze estavam completamente arrebentadas. Minha avó de 90 anos estava deitada de lado, o corpo enrugado coberto de marcas roxas, o rosto sujo de porra, tremendo sem conseguir se levantar. Minha mãe estava de joelhos ao lado dela, igualmente destruída. As dez amigas estavam espalhadas pelo chão, algumas ainda soluçando, todas com a pele marcada e o corpo molhado de gozo. Ruan se levantou, o pau sujo, e olhou para mim. — Seu filho viu a mãe, a avó de 90 anos e as dez amigas levarem a pior juntas. Depois olhou para as mulheres no chão. — Eu volto quando eu quiser. E da próxima vai ser pior. Ele saiu pela porta dos fundos. Eu continuei sentado no sofá. Olhando o estrago completo: minha mãe, minha avó de 90 anos e as dez amigas casadas, todas nuas, todas destruídas, todas no chão da minha sala. E o silêncio que se seguiu foi mais pesado que qualquer grito.
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