Moleque henrique



Minha mãe estava sozinha em casa naquela tarde.
Eu tinha chegado mais cedo e fiquei quieto no corredor quando ouvi a porta dos fundos abrir. Era Henrique, o moleque de rua do bairro. Dezoito anos, magro, olhos sujos, sempre de bermuda e chinelo. Ele já tinha fama de meter medo em mulher casada.
Minha mãe tentou falar alguma coisa, mas ele não deixou.
— Cala a boca, puta. Hoje é nas tetas.
Ele a empurrou até a sala e rasgou a blusa de uma vez. O sutiã foi o próximo. Os seios enormes de minha mãe saltaram para fora, pesados, redondos, a pele clara e sensível. Henrique deu um sorriso torto só de ver.
— Porra… quicam que nem bola de futebol.
A primeira tapa veio aberta e forte, bem no meio do seio esquerdo. O peito inteiro tremeu e quicou. Minha mãe gritou. A segunda tapa foi no direito, ainda mais pesada. Os seios balançaram de um lado para o outro como duas bolas grandes e macias.
Henrique não parou.
Tapa atrás de tapa. Alternava os lados. Bateva de baixo para cima, fazendo os seios subirem e caírem com força. Bateva de lado, fazendo eles baterem um no outro. Bateva em cima dos mamilos já duros e vermelhos. Cada tapa fazia a carne tremer e quicar de um jeito obsceno. O barulho era seco e molhado ao mesmo tempo.
— Olha isso quicando, puta casada… — ele falava entre uma tapa e outra. — Teta de mamãe quicando que nem bola.
Minha mãe tentava se proteger com as mãos, mas ele segurava os pulsos dela com uma mão só e continuava batendo com a outra. As tetas já estavam vermelhas, depois roxas em alguns pontos. Os mamilos inchados. A cada tapa forte os seios saltavam, balançavam e caíam pesados, exatamente como ele tinha dito: que nem bola de futebol.
Ele puxou o cabelo dela para trás, forçando o peito para frente, e começou a bater com as duas mãos. Tapa esquerda, tapa direita, tapa nos dois ao mesmo tempo. Os seios quicavam sem parar, a carne tremendo segundos depois de cada golpe. Minha mãe gritava, soluçava, mas não conseguia se mexer.
Henrique riu baixo.
— Continua quicando, cadela. Quica pra mim.
Ele deu uma sequência ainda mais forte, bem em cima dos mamilos. Os seios saltaram alto e caíram pesados, balançando de um lado para o outro. A pele já estava quente, marcada, sensível demais. Cada nova tapa fazia minha mãe gritar mais alto.
Quando as tetas estavam completamente vermelhas e inchadas, Henrique parou só o suficiente para abrir o short. O pau já estava duro. Ele empurrou minha mãe de joelhos, enfiou o pau entre os seios enormes e começou a foder o meio dos peitos enquanto continuava batendo nas laterais com as mãos abertas. Cada estocada fazia os seios quicarem ainda mais. Cada tapa fazia a carne tremer em volta do pau dele.
— Teta de mamãe virando bola de futebol do moleque de rua… — ele gemia.
Gozeou entre os seios, jatos densos cobrindo a pele já marcada e vermelha. Depois ainda deu mais algumas tapas fortes, só para ver os peitos quicarem sujos de porra.
Minha mãe ficou de joelhos, ofegante, os seios enormes inchados, vermelhos, cobertos de marcas de mão e de gozo, ainda tremendo levemente.
Henrique ajeitou a bermuda e sorriu.
— Amanhã eu volto. E essas tetas vão quicar de novo.
Ele saiu pela porta dos fundos.
Eu continuei escondido no corredor.
Olhando os seios destruídos da minha mãe balançarem enquanto ela tentava respirar.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
Moleque henrique

Codigo do conto:
276500

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
05/11/2026

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