Moleque João



Minha mãe estava na cozinha quando a porta dos fundos se abriu.
Era João, o moleque de rua do outro lado do bairro. Dezenove anos, alto, magro, mãos grandes e um olhar que já tinha feito mais de uma mulher casada baixar a cabeça. Ele entrou sem pedir licença e foi direto até ela.
— Hoje é na bunda, puta.
Minha mãe nem teve tempo de responder. João a virou de frente para a mesa, puxou a saia para cima e rasgou a calcinha de lado. A bunda enorme dela saltou para fora: redonda, pesada, a pele clara e macia. Quando ele deu o primeiro tapa aberto e forte, a carne inteira tremeu e ondulou como gelatina.
O barulho foi seco e pesado.
João sorriu.
— Porra… parece gelatina de verdade.
A segunda tapa veio ainda mais forte, no mesmo lugar. A bunda quicou, tremeu e demorou segundos para parar de balançar. A terceira foi na outra nádega. A quarta e a quinta já deixaram a pele vermelha. João não tinha pressa. Bateva com a mão aberta, de cima para baixo, de lado, bem no meio, bem embaixo, perto da buceta. Cada tapa fazia a bunda enorme tremer de um jeito obsceno, a carne ondulando como se fosse mole demais.
Minha mãe gritava, tentava se mexer, mas ele segurava a cintura dela com uma mão e continuava batendo com a outra.
— Fica quieta e deixa a gelatina quicar, cadela.
Ele começou a alternar: tapa esquerda, tapa direita, tapa nos dois lados ao mesmo tempo. A bunda balançava sem parar, vermelha, depois roxa em alguns pontos. A cada golpe forte a carne subia e caía pesada, tremendo longamente depois que a mão já tinha saído. João ria baixo, claramente se divertindo com o movimento.
— Olha isso… bunda de mamãe virando gelatina na mão do moleque de rua.
Quando a pele já estava quente e marcada, ele parou só o suficiente para abrir o short. O pau estava duro. João cuspiu na mão, passou no pau e enfiou de uma vez na buceta molhada de minha mãe, sem parar de bater na bunda ao mesmo tempo. Cada estocada fazia a bunda tremer. Cada tapa fazia ela quicar ainda mais em volta do pau dele.
Ele metia e batia. Batia e metia. A bunda enorme ondulava sem parar, vermelha, inchada, parecendo mesmo uma gelatina sendo sacudida com força. Minha mãe gritava, soluçava, o corpo inteiro tremendo.
João gozou fundo, gemendo, ainda dando tapas pesadas enquanto descarregava. A bunda continuou tremendo segundos depois que ele parou de bater.
Ele tirou o pau, deu mais três tapas fortes só para ver a carne quicar suja de porra e saliva, e ajeitou a bermuda.
— Amanhã eu volto. E essa gelatina vai tremer de novo.
Saiu pela porta dos fundos sem se virar.
Minha mãe ficou debruçada na mesa, a saia erguida, a bunda enorme vermelha, inchada, marcada de mão, ainda tremendo levemente enquanto ela tentava recuperar o fôlego.
Eu continuei escondido no corredor.
Olhando a gelatina destruída da minha mãe balançar.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
Moleque João

Codigo do conto:
276501

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
05/11/2026

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