Minha mãe nunca imaginou que um erro daqueles fosse custar tão caro. Marcos, o moleque de rua de dezenove anos, tinha entrado pela porta dos fundos como sempre fazia. Magro, olhos sujos, sorriso torto. Já tinha usado minha mãe outras vezes. Naquele dia ele a empurrou de quatro no meio da sala, cuspiu no cu e enfiou o pau de uma vez. Estava metendo com força, segurando os quadris dela, quando aconteceu. Minha mãe perdeu o controle. O cu dela se abriu de um jeito diferente e ela cagou direto no pau de Marcos. Quente, mole, suja. O cheiro subiu na hora. O pau dele saiu coberto. Marcos parou. O silêncio durou dois segundos. Depois a fúria explodiu. — Sua vadia nojenta… — a voz saiu baixa e perigosa. — Cagou no meu pau? Ele puxou o cabelo dela com violência e a jogou de lado. Minha mãe tentou se desculpar, a voz tremendo, mas Marcos não quis ouvir. Tirou a bermuda de vez, o pau ainda sujo, e olhou para a bunda dela com ódio puro. — Agora eu vou destruir essa bunda. A primeira tapa veio com a mão aberta e toda a força do braço. O estalo ecoou na sala. A carne tremeu. A segunda foi ainda mais forte. A terceira já deixou a marca vermelha inchada. Marcos não parava. Bateva com ódio, alternando os lados, mirando sempre o meio e a parte de baixo da bunda. Cada tapa fazia a carne ondulada tremer e ficar mais vermelha. Minha mãe gritava, tentava engatinhar para longe, mas ele a puxava de volta pelo cabelo e continuava. Quando a mão cansou, ele pegou o cinto que estava em cima da mesa. O primeiro golpe de cinto foi seco e cruel. A marca roxa apareceu na hora. O segundo e o terceiro vieram seguidos. Marcos descia o cinto com força total, sem ritmo, sem piedade. A bunda de minha mãe foi ficando roxa, inchada, marcada por linhas grossas. Ela soluçava, pedia desculpas, dizia que não tinha sido de propósito. Marcos não quis saber. — Cagou no pau do moleque… agora a bunda vai pagar. Ele a virou de quatro de novo, abriu as nádegas já destruídas com as duas mãos e cuspiu. O pau ainda estava sujo, mas ele não limpou. Enfiou de uma vez no cu com violência. Minha mãe gritou alto. Marcos meteu com ódio, as mãos apertando a bunda roxa, os dedos cravando na carne inchada. Cada estocada fazia a bunda tremer e doer. Ele batia com a mão aberta enquanto fodia, uma tapa atrás da outra, sem parar. — Nojenta… puta casada nojenta… cagou no meu pau… Ele tirou o pau, deu várias cintadas seguidas bem no meio da bunda e enfiou de novo. Alternava. Fodia, batia, fodia, batia. A pele já não parecia pele. Estava roxa, inchada, quente, marcada de cinto e de mão. Minha mãe mal conseguia gritar. Só soluçava e tremia. Marcos gozou fundo no cu dela, gemendo de raiva, ainda dando tapas pesadas enquanto descarregava. Depois tirou o pau, olhou a bunda destruída e desceu o cinto mais dez, quinze vezes seguidas, só para deixar o recado final. Quando parou, minha mãe estava caída de lado no chão, a bunda irreconhecível: roxa, inchada, coberta de marcas de cinto e de mão, o cu aberto e escorrendo. Ela mal conseguia se mexer. Marcos ajeitou a bermuda, ainda com o pau sujo, e cuspiu nela. — Da próxima vez que cagar no meu pau, eu quebro essa bunda de verdade. Ele saiu pela porta dos fundos sem olhar para trás. Eu continuei escondido no corredor. Olhando a bunda destruída da minha mãe tremer enquanto ela tentava chorar sem fazer barulho.
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