A putinha do papai - Parte 3

“Oi, minha menininha,” ele sorriu daquele jeito de sempre, o mesmo sorriso que tinha usado com aquela vadia minutos antes.

“Tô com dezoito, pai, não sou mais menininha,” rebati, tentando soar firme.

“Você sempre vai ser minha menininha,” ele falou baixinho, e minha mente piscou na cena dele socando a ruiva. Depois de uns segundos, perguntou: “Quando foi que você chegou de fininho?”

Dava pra ver que ele tava querendo saber se eu tinha visto ou ouvido alguma coisa da putaria noturna dele. Pra deixar ele mais tranquilo, menti na lata: “Ah, faz umas duas horinhas. Queria te pegar de surpresa, mas o voo me destruiu e eu desabei no sofá assim que entrei pela porta.”

Depois da mentira, fiquei pensando se ele tinha chegado do trampo depois disso, o que ferraria minha história, mas duvidava que tivesse rolado.

“Pois é, você me pegou de jeito,” ele disse, o tom claramente aliviado.

“Eu sou cheia de surpresas,” respondi, jogando uma indireta safada sobre tudo que eu deixaria ele fazer comigo, mesmo sabendo que ele nem sonhava com o real significado.

“Bom saber,” ele riu. “A gente conversa mais amanhã. Dorme um pouco.”

“Você também. Pretendo te deixar exausto,” devolvi, dessa vez a sacanagem bem mais direta.

Ele caiu na gargalhada: “Isso eu tô ansioso pra ver.”

Assim que ele saiu, balancei a cabeça. Eu tava mesmo flertando descaradamente com meu próprio pai? Tava sim, mas duvidava que ele tivesse captado o duplo sentido. Por que captaria?

Balancei a cabeça de novo, rindo de mim mesma, fechei os olhos e caí no sono rapidinho.

---

Acordei com alguma coisa roçando meus lábios.

Abri os olhos e dei de cara com uma rola dura, enorme, e ouvi a voz do pai: “Se você curte ver uma vadia sendo usada, tenho certeza que vai pirar sendo a participante.”

Abri a boca pra falar, mas ele enfiou a rola grossa e comprida direto na minha boca e começou a foder meu rosto, devagar no começo, graças a Deus.

Explicou, enquanto metia: “Eu te vi assistindo, filhinha. Sua mão enfiada entre as pernas, esfregando essa bucetinha enquanto olhava.”

Meus olhos se arregalaram. Ele tinha me visto mesmo.

“É, eu vi. E se você puxou sua mãe, assim que botou os olhos nessa rola grande, desejou que fosse você de quatro levando ela em qualquer um desses buracos,” continuou.

Minha cabeça girou com a realidade: ele tinha sacado minhas indiretas e sabia que eu tava assistindo tudo. As estocadas lentas foram acelerando, as bolas batendo no meu queixo, e eu precisei me concentrar pra não engasgar enquanto aquela rola preenchia minha boca como nenhuma outra tinha feito.

“Esfrega essa buceta, minha filha vadia,” ele mandou.

Não hesitei. Obedeci como uma boa menina, uma boa puta, minha mão deslizando pra dentro da calcinha direto na buceta que, pra minha surpresa, já tava encharcada.

“Boa menina,” ele disse, do mesmo jeitinho carinhoso de sempre. Aquelas palavras me aqueceram e ao mesmo tempo me fizeram sentir suja pra caralho, percebendo o pecado que eu tava cometendo - mesmo que não tivesse controle nenhum sobre isso.

Querendo ser uma boa menina, uma boa chupadora, uma boa vadia, foquei na rola dele entrando e saindo da minha boca como um pistão. Eu tinha aprendido rápido a dar um boquete foda pra caralho: era tudo questão de ritmo (que eu não controlava agora) e saliva (que eu controlava). Mesmo deitada de costas, posição meio estranha, fui criando a baba extra pra fazer aquele efeito de redemoinho que eu tinha aperfeiçoado.

Ele gemeu quando comecei a criar aquela sensação quente e úmida: “Puta merda, boa menina… você andou muito safada desde a última vez que o papai te viu.”

Gemi com a rola na boca em resposta, esfregando a buceta com força enquanto ele começava a foder meu rosto de verdade, o que só aumentava minha vontade de agradar ele e gozar eu mesma.

“Tá pronta pra engolir a gozada do papai, minha princesinha?” perguntou, usando mais um daqueles apelidos carinhosos.

Gemi de novo na rola dele enquanto meu próprio gozo borbulhava logo ali, prestes a explodir.

“Tá vindo,” ele grunhiu, e segundos depois eu tava engolindo a porra salgada do meu pai.

Meu orgasmo veio em seguida, forte pra caralho. Abri a boca, mesmo com o último jato de porra saindo, e gritei: “Siiiiim, papaaaaai!”

Acordei de supetão, o corpo tremendo. Era um sonho molhado absurdamente realista. Minha mão tava dentro da calcinha, e o gozo que eu tinha sonhado aparentemente foi de verdade.

---

Olhei em volta confusa por um segundo, até as memórias da noite passada voltarem. Olhei o relógio: cinco e meia da manhã. Balancei a cabeça de novo, deitei e tentei voltar a dormir.


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Ficha do conto

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tabooalex

Nome do conto:
A putinha do papai - Parte 3

Codigo do conto:
254863

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/02/2026

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