Paola sempre foi o tipo de mulher que atraía olhares mesmo sem querer. Aos 34 anos, corpo esculpido por anos de treino, bunda redonda e firme que esticava qualquer legging, seios que desafiavam a gravidade mesmo sem sutiã esportivo, cabelo castanho preso num rabo de cavalo alto. Ela sabia o efeito que causava na academia depois das 22h, quando o movimento caía e sobravam só os “nocturnos” — os caras que treinavam pesado e falavam pouco.
Naquela quinta-feira chuvosa, o marido viajou a trabalho. Ela decidiu ficar até mais tarde. Colocou uma legging preta cavada nas laterais, top branco bem justo e um cropped aberto na barriga. Nada de calcinha por baixo — só a costura da legging marcando a buceta depilada. Um detalhe que ela adorava provocar.
Chegando na musculação, o clima já estava diferente. Os dez caras que costumavam ficar até o fim estavam lá: o negão de 1,90 que levantava 180 kg no supino, o loiro tatuado que vivia no crossfit, o careca fortão da luta, três marmanjos da musculação funcional, o personal magrelo mas sarado que todo mundo chamava de “o russo”, e mais alguns que ela nem sabia o nome, mas conhecia os olhares famintos.
Ela começou no smith, agachamento livre. Cada descida fazia a legging entrar mais no rego. Quando subia, empinava de propósito, segurando a barra por mais tempo no topo. O espelho devolvia a imagem: bunda empinada, coxas tremendo de leve, suor começando a escorrer pelo cóccix.
O negão foi o primeiro a chegar perto.
— Tá precisando de observador, gata?
Paola sorriu de lado, sem virar o rosto.
— Tô precisando é de quem aguente o tranco.
Ele riu grosso. Os outros escutaram. O clima mudou em segundos.
No segundo set ela pediu ajuda no agachamento frontal. Dois caras se ofereceram. Um segurou a barra por trás, o outro ficou na frente “pra garantir a saída”. Na terceira repetição ela desceu devagar, abriu um pouco mais as pernas e deixou a buceta marcada pulsar contra o tecido fino. Quando subiu, roçou de leve no volume do cara da frente. Ele não recuou.
— Caralho… — escapou baixinho.
Ela terminou a série, largou a barra e se virou para o grupo.
— Quem quer me ajudar no supino inclinado? — perguntou com voz mansa, mas carregada.
Os dez se aproximaram quase ao mesmo tempo.
Ela deitou no banco, abriu as pernas de leve, o tecido da legging já estava escurecido no meio. Começou a série com pouca carga, só para aquecer. A cada descida, empurrava o quadril pra cima, simulando uma estocada. Os caras ao redor já estavam todos duros, volume evidente nas bermudas.
No final da série ela não levantou. Ficou deitada, olhando para eles.
— Agora quero algo mais pesado… mas não na barra.
Silêncio de dois segundos. Depois o negão deu um passo à frente, abaixou a bermuda até o meio da coxa e puxou o pau preto grosso pra fora. Já pingava.
Paola abriu a boca devagar, língua para fora. Ele encostou a cabeça na língua dela e ela começou a chupar sem usar as mãos, só a boca e o pescoço. Enquanto isso, o loiro tatuado puxou a legging dela pra baixo de uma vez. A buceta apareceu lisinha, inchada, brilhando de excitação.
O russo se ajoelhou entre as pernas dela e meteu a língua direto no clitóris. Ela gemeu alto com o pau do negão na boca.
Em menos de um minuto já tinha pau na mão dela dos dois lados. Ela masturbava dois enquanto chupava o terceiro e era chupada. O careca da luta se posicionou atrás, cuspiu na mão e começou a esfregar o cuzinho dela. Ela empinou mais, liberando acesso.
— Pode meter — ela murmurou, tirando o pau da boca por um segundo.
Ele entrou devagar no cu. Ela gemeu alto, mas empurrou pra trás querendo mais. Ao mesmo tempo o russo se levantou e meteu na buceta de uma vez. Dupla penetração no banco de supino. Os outros se revezavam: quem não estava dentro dela recebia boquete ou punheta. Ela trocava de posição a cada poucos minutos — de quatro no banco, de bruços no chão de borracha, sentada no colo de um enquanto outro metia por trás.
Teve momento em que ela estava de quatro, um na boca, um na buceta, um no cu e dois sendo masturbados com as mãos. Os gemidos dela se misturavam com os grunhidos roucos dos caras.
— Goza dentro, pode gozar tudo… — ela pedia entre uma estocada e outra.
O primeiro gozou no cu dela, escorrendo pelas coxas. O segundo encheu a buceta. O terceiro gozou na boca e ela engoliu sem deixar cair uma gota. Depois vieram os outros em sequência: uns gozavam na cara, outros nos peitos, alguns voltavam e gozavam de novo dentro.
No final ela estava deitada no chão da musculação, pernas abertas, corpo brilhando de suor e porra. A legging rasgada jogada de lado. Respiração pesada. Os dez ao redor, ofegantes, alguns ainda pingando.
Ela levantou devagar, passou a mão na buceta cheia, levou os dedos à boca e chupou olhando nos olhos deles.
— Amanhã tem crossfit às 21h… quem vem?
Ninguém respondeu com palavras.
Só sorrisos safados e acenos de cabeça.
Paola pegou a garrafinha d’água, tomou um gole, vestiu o cropped por cima dos peitos melados e saiu andando com as pernas tremendo, deixando um rastro úmido no piso emborrachado.
A academia nunca mais foi a mesma depois daquela noite.