Clara tinha 29 anos, pele morena queimada de sol, corpo atlético de quem corria na areia todo dia. Cabelo preto cacheado solto até a metade das costas, biquíni vermelho minúsculo que mal cobria os mamilos e a virilha depilada. Ela adorava vir ali sozinha quando o namorado trabalhava até tarde. Dizia que precisava “respirar”. Na verdade, precisava se sentir desejada sem ninguém cobrar explicação.
Naquele sábado o mar estava agitado, mas o céu limpo. Ela estendeu a canga grande, deitou de bruços e desamarrou o laço de trás do biquíni. Os seios se espalharam contra o tecido, os mamilos endurecidos pelo vento. Passou óleo bronzeador devagar nas costas, descendo pelas laterais, enfiando os dedos por baixo da calcinha para espalhar nas nádegas. Sabia que estava sendo observada.
Do outro lado das pedras vieram eles: sete caras que tinham acabado de sair do surfe. Pranchas debaixo do braço, corpos salgados, bronzeados irregulares, bermudas molhadas coladas marcando volume. Eram amigos de longa data, grupo que surfava junto desde a adolescência. Tinham visto Clara de longe várias vezes, mas nunca tiveram coragem de chegar. Hoje o olhar dela foi diferente. Quando um deles acenou, ela não desviou. Sentou na canga, deixou o biquíni de cima cair no colo e acenou de volta, sorrindo com malícia.
— Tá precisando de ajuda com o óleo nas costas? — gritou o mais alto, o tal de Thiago, cabelo bagunçado pelo mar.
Clara riu, jogou o cabelo pra trás e respondeu alto o suficiente pra todos ouvirem:
— Tô precisando é de mais do que óleo…
Silêncio de três segundos. Depois risadas nervosas, olhares trocados. Eles largaram as pranchas na areia e caminharam até ela.
Clara não esperou convite. Levantou, ficou de pé na canga, desamarrou as laterais da calcinha e deixou cair. Nua, só com o bronzeador brilhando no corpo. A buceta lisinha já estava inchada de expectativa, o clitóris visível. Ela se ajoelhou na canga, olhando para os sete.
— Quem vem primeiro?
Thiago foi o mais rápido. Ajoelhou na frente dela, baixou a bermuda e ofereceu o pau já duro, grosso, veias saltadas. Clara abriu a boca e engoliu até onde conseguiu, babando logo na primeira chupada. Enquanto chupava, esticou as mãos pros lados. Dois outros se aproximaram, ela pegou um pau em cada mão e começou a masturbar devagar, ritmado.
Os outros quatro não ficaram parados. Um se deitou de costas na canga, puxou Clara por cima dele. Ela sentou no pau dele sem cerimônia, engolindo tudo de uma vez. Gemeu alto com a boca cheia. Outro se posicionou atrás, cuspiu na mão, esfregou no cuzinho dela e foi entrando devagar. Dupla penetração na areia quente, com o mar batendo a poucos metros.
Os gemidos dela se misturavam com o barulho das ondas. A cada estocada mais forte, areia grudava nas coxas, nos seios, na barriga. Ela trocava de posição rápido: de quatro, levando na boca e na buceta ao mesmo tempo; de lado, com um no cu e outro na buceta enquanto chupava o terceiro; deitada de costas com as pernas bem abertas, dois se revezando na buceta enquanto ela masturbava os outros.
Teve momento em que ela estava de quatro, um metendo forte no cu, outro na buceta, um na boca e dois sendo punhetados. Os outros dois esfregavam os paus nos seios dela, deixando rastros de pré-gozo na pele oleosa.
— Goza dentro… pode gozar tudo… me enche… — ela pedia rouca, voz entrecortada pelas estocadas.
O primeiro gozou no cu, escorrendo quente pelas coxas. O segundo encheu a buceta, tanto que quando saiu pingou na areia. O da boca gozou na garganta e ela engoliu sem deixar cair. Depois vieram os outros em sequência: uns gozavam na cara, deixando fios brancos escorrendo pelo queixo e pingando nos seios; outros voltavam e gozavam de novo dentro, misturando porra com porra; teve quem gozou nos cabelos cacheados, deixando mechas grudadas.
No final Clara estava deitada de costas na canga, pernas abertas, corpo coberto de areia, suor, óleo e porra. A buceta vermelha, inchada, escorrendo devagar. O cu pulsando. Peitos melados, rosto brilhando. Respiração pesada, sorriso satisfeito.
Os sete estavam ao redor, ofegantes, alguns ainda semi-duros, pingando os últimos pingos.
Ela levantou devagar, passou os dedos na buceta cheia, levou à boca e chupou olhando nos olhos deles um por um.
— Amanhã tem swell melhor… mesma hora, mesma praia?
Thiago riu, limpando o pau na bermuda.
— Se você aguentar, a gente traz mais dois.
Clara pegou o biquíni rasgado, amarrou só a parte de baixo (o de cima tinha sumido na areia), jogou a canga suja no ombro e começou a caminhar pela trilha em direção ao carro. Deixava um rastro úmido na areia.
Os caras ficaram olhando até ela sumir entre as pedras.
A praia voltou ao silêncio. Só o mar, o vento e a promessa de amanhã.