Era uma sexta-feira quente em Florianópolis. O mar batia forte lá fora, mas dentro do apartamento de cobertura no Jurerê, o ar estava ainda mais denso. Mariana tinha dito ao marido que ia “tomar um drink com as meninas da yoga” e que voltaria tarde. Ele acreditou. Sempre acreditava.
Ela chegou ao hotel às 22h17 usando um vestido preto colado que mal cobria a metade da coxa, sem calcinha por baixo — exatamente como ele havia mandado no WhatsApp mais cedo. O nome dele era Victor. 1,92 m, ombros largos de quem levanta peso desde os 15 anos, tatuagens subindo pelo pescoço e um sorriso que prometia problemas.
Quando a porta da suíte se abriu, ele nem disse oi. Apenas segurou Mariana pela nuca, puxou-a pra dentro e colou a boca na dela com violência controlada. A língua dele invadiu sem pedir licença, enquanto a mão livre já subia por baixo do vestido e encontrava a buceta já encharcada.
— Tira isso — ordenou ele, voz grave.
Mariana obedeceu em segundos. Ficou nua, saltos ainda nos pés, peitos empinados, bicos duros de tesão e frio do ar-condicionado. Victor deu um passo atrás, abriu o zíper da calça social preta devagar, sem tirar os olhos dela.
Quando o pau saiu, Mariana prendeu a respiração.
25 centímetros. Medidos. Grossos na base, veias saltadas, cabeça inchada e brilhante de pré-gozo. Pesado. O tipo de rola que faz a gente repensar as próprias medidas de prazer.
— Ajoelha — ele disse.
Ela caiu de joelhos no carpete macio. Abriu a boca o máximo que conseguiu. Nem metade entrava. Victor segurou o cabelo dela com uma mão e guiou, empurrando devagar até sentir a garganta apertar e os olhos dela lacrimejarem.
— Isso… engole mais… sua boquinha de puta foi feita pra isso.
Mariana gemia em torno do pau, baba escorrendo pelo queixo, mãos apertando as coxas dele. Ele fodia a boca dela com estocadas longas, deixando ela sentir o peso, o cheiro forte de macho excitado, o gosto salgado que se espalhava na língua.
Depois de alguns minutos ele a puxou pelos cabelos, levantou-a como se não pesasse nada e jogou-a de costas na cama king size. Abriu as pernas dela com os joelhos, alinhou a cabeça grossa na entrada melíflua e empurrou.
Mariana gritou.
— Caralho… devagar… tá muito grosso…
— Não tem devagar hoje — ele respondeu, e continuou empurrando.
Centímetro a centímetro, abrindo caminho. A buceta dela se esticava ao limite, os lábios internos virados pra fora, clitóris inchado roçando na pele dele a cada avanço. Quando chegou aos 18 cm ela já tremia inteira, unhas cravadas nos lençóis. Aos 22 cm os olhos reviraram. Aos 25 cm ele estava todo dentro, bolas coladas na bunda dela, e Mariana gozou só com a pressão da invasão — sem uma única esfregada no clitóris.
— Porra… gozou só de levar tudo? — Victor riu baixo, sádico. — Que vadia gulosa.
Ele começou a meter. Estocadas lentas no começo, deixando ela sentir cada veia arranhando as paredes internas. Depois mais rápido. Mais forte. A cama batia na parede com violência. O som molhado era obsceno: ploc-ploc-ploc misturado com os gemidos roucos dela e os grunhidos dele.
Mariana perdeu a conta dos orgasmos. Um atrás do outro. Uns suaves, uns que faziam ela esguichar, molhando o abdômen trincado dele. Ele não parava. Virou-a de quatro, segurou os pulsos dela atrás das costas com uma mão só, a outra apertando a nuca contra o colchão.
— Empina essa bunda. Quero ver esse cuzinho piscando enquanto eu te arrombo.
Ele cuspiu no ânus dela, esfregou a cabeça do pau ali só pra provocar, mas voltou pra buceta. Socava com força total agora. As bolas batendo no clitóris a cada estocada. Mariana babava no travesseiro, falando coisas desconexas:
— Me fode… me rasga… me enche… quero sentir você gozando lá no fundo… por favor…
Victor acelerou ainda mais. O ritmo virou animalesco. Ele grunhiu alto, enterrou até o talo e ficou lá, pulsando. Jatos grossos, quentes, enchendo ela até transbordar. A porra escorria pelas coxas dela em fios brancos enquanto ele ainda estava dentro, contraindo o pau pra espremer cada gota.
Quando finalmente saiu, o buraco dela ficou aberto por segundos, piscando, tentando se fechar. Porra escorrendo em cascata. Victor deu dois tapas fortes na bunda, abriu as nádegas e filmou com o celular por uns 10 segundos.
— Abre mais — mandou.
Mariana, ainda tremendo, levou as mãos atrás e abriu a buceta e o cu pro vídeo. Ele gravou tudo: a carne vermelha, inchada, o rio branco descendo.
Depois mandou o vídeo pra ela com uma legenda curta:
“Mostra pro seu marido como ficou depois de 25 cm. Diz que foi ele quem pediu pra você voltar mais larga.”
Mariana, deitada de bruços, pernas abertas, porra ainda pingando, pegou o celular com a mão trêmula e abriu o chat com o marido.
Digitou devagar:
“Amor… cheguei em casa agora. Tô exausta. Mas antes de dormir… olha o que fizeram comigo hoje.”
Anexou o vídeo.
Apertou enviar.
Dois minutos depois veio a resposta dele. Só três palavras e um emoji:
“Meu Deus… de novo?”
Ela sorriu, exausta e saciada, e respondeu:
“De novo. E amanhã tem mais. Boa noite, corninho. Sonha comigo cheia dele.”
Desligou o celular, virou de lado e deixou Victor deitar atrás dela, o pau ainda meio duro encostando na bunda melada.
— Amanhã de manhã — ele sussurrou no ouvido dela — quero te foder na cozinha do seu apartamento. Com a janela aberta. Pra ver se o vizinho escuta.
Mariana fechou os olhos, já sentindo o tesão voltar.
— Combinado. Mas dessa vez… filma tudo pro meu marido assistir ao vivo.