Sábado, 15h22. Praia de Jurerê Internacional. O sol castigava a areia branca, transformando-a em brasa sob os pés descalços. O ar cheirava a sal, protetor solar e tesão acumulado desde a manhã. Mariana chegou primeiro, o corpo já marcado pelas horas anteriores: coxas internas vermelhas de atrito, chupões roxos subindo pelo pescoço como colar de posse, bunda ainda ardendo dos tapas de Victor. O biquíni fio dental vermelho era uma provocação pura — o fio de cima mal continha os mamilos endurecidos, que apontavam agressivamente contra o tecido fino; o de baixo era uma linha preta que sumia entre as nádegas carnudas, deixando os lábios inchados da buceta quase expostos, brilhando de umidade que não era só suor.
Carlos seguia atrás, carregando a bolsa térmica como um escravo devoto, olhos baixos, pau já semi-duro marcando na sunga folgada. Eles se instalaram num trecho mais isolado, entre dunas baixas, onde as pessoas passavam distantes o suficiente para fingir que não viam — mas perto o bastante para que qualquer gemido alto pudesse ser ouvido.
Mariana deitou de bruços na canga, desamarrou o biquíni de cima e deixou os peitos pesados esmagarem a areia quente. A bunda empinada formava um arco perfeito, o fio dental desaparecendo completamente na racha, expondo as nádegas marcadas com impressões vermelhas de mãos grandes. Carlos sentou ao lado, mãos trêmulas, tentando disfarçar a ereção patética.
O celular dela vibrou. Mensagem de Victor:
“Cheguei. Short cinza. Olha pra esquerda. Já tô duro só de te ver assim.”
Ela ergueu o rosto devagar. Victor caminhava pela areia como um predador: torso nu, músculos definidos brilhando de óleo e suor, short cinza colado como segunda pele, o volume grotesco do pau semi-duro balançando a cada passo, marcando uma protuberância obscena que fazia as poucas mulheres próximas virarem o rosto. Ele parou entre os dois, pés plantados na areia, bloqueando o sol sobre Mariana.
— Abre as pernas, vadia — ordenou baixo, voz rouca de desejo. — Quero ver se ainda tá pingando minha porra da cozinha.
Mariana obedeceu sem hesitar. Abriu as coxas devagar, o fio dental se deslocando pro lado, revelando a buceta vermelha, inchada, lábios externos virados pra fora como pétalas machucadas, ainda melíflua de porra seca misturada com secreção fresca. Um fio branco grosso escorreu devagar pela virilha quando ela se mexeu.
Victor se ajoelhou atrás dela, pegou o protetor solar e espremeu uma quantidade exagerada nas mãos. Começou pelas costas, mas logo desceu: dedos fortes apertando as nádegas, abrindo-as com os polegares, expondo o cuzinho ainda vermelho e levemente aberto da manhã. Enfiou dois dedos na buceta dela sem aviso — fácil, escorregadio, o som molhado audível mesmo com o barulho das ondas.
— Caralho… ainda tá larga — grunhiu ele. — Sente isso, corno.
Ele pegou a mão de Carlos e forçou três dedos pra dentro junto com os dele. A buceta dela se esticou ao redor dos cinco dedos, paredes internas pulsando, quente como forno. Mariana gemeu alto na toalha, quadril rebolando involuntariamente.
— Filma, porra — mandou Victor pra Carlos. — Zoom na entrada. Quero ver no vídeo como ela engole tudo.
Carlos obedeceu, celular tremendo. O close capturava tudo: os dedos grossos de Victor e os finos dele entrando e saindo, o mel escorrendo pelos nós dos dedos, a buceta se contraindo em espasmos, o clitóris inchado pulsando visivelmente.
Victor puxou os dedos, lambeu a mistura com gosto, depois abriu o zíper do short. O pau saltou pra fora — 25 cm de carne grossa, veias saltadas como cordas, cabeça roxa e brilhante de pré-gozo abundante. Ele bateu com força na bunda dela, deixando marcas vermelhas, depois esfregou a cabeça entre as nádegas, roçando o cuzinho antes de alinhar na buceta.
— Empina mais. Quero entrar até as bolas sem ninguém perceber.
Mariana arqueou as costas ao máximo, bunda empinada, rosto enterrado na toalha. Victor cuspiu na entrada já melíflua e empurrou de uma vez — devagar, mas implacável. A cabeça grossa forçou os lábios pra fora, abrindo caminho centímetro a centímetro. Aos 15 cm ela já tremia inteira, unhas cravando na areia. Aos 20 cm soltou um gemido rouco que soou como choro de prazer. Aos 25 cm ele estava todo dentro, bolas pesadas coladas na buceta dela, pressionando o clitóris.
— Fica quieta, sua puta — sussurrou ele no ouvido dela, começando um vai-e-vem lento, profundo, quase imperceptível de longe. Cada estocada fazia as bolas baterem no clitóris com precisão cruel. Mariana mordia a toalha com força, corpo convulsionando em orgasmos silenciosos — um, dois, três seguidos, esguichando discretamente na canga, molhando a areia por baixo.
Victor acelerou sutilmente, estocadas curtas mas brutais, segurando os quadris dela por baixo da saída de praia transparente pra disfarçar o movimento. O pau entrava e saía brilhando de mel e porra prévia, esticando a carne rosada ao limite.
— Vou gozar fundo — anunciou baixo. — Quero te deixar cheia até pingar areia.
Enterrou até o talo, grunhiu como animal e jorrou. Pulsos violentos, quentes, enchendo o útero dela até transbordar imediatamente. Porra grossa escorreu pelas coxas em fios brancos visíveis, misturando-se com areia grudada na pele suada. Mariana gozou junto, corpo inteiro tremendo, um gemido abafado escapando alto demais — “aaah caralho…” — fazendo um grupo de surfistas a uns 30 metros olhar na direção.
Victor saiu devagar, o pau ainda pulsando, pingando porra na areia. Deu dois tapas fortes nas nádegas dela, abrindo-as pro celular de Carlos filmar o estrago: buceta escancarada, vermelha, porra branca escorrendo em cascata, cuzinho piscando vazio como se implorasse atenção.
— Agora o mergulho — disse ele, se ajeitando no short. — Vamos foder na água. Você segura a toalha, corno.
Os três entraram no mar. Na altura do peito, Victor puxou Mariana pra si, pernas dela em volta da cintura dele. A água salgada batia nos peitos dela, mamilos duros roçando no peito dele. Ele abriu o biquíni de lado de novo, alinhou e socou com força — agora sem disfarce, estocadas violentas fazendo a água espirrar ao redor. Mariana se segurou nos ombros largos dele, unhas cravando na pele, gemendo alto agora, ondas abafando parcialmente os sons.
— Me arromba… me enche de novo… — ela sussurrava entre gemidos. — Quero sair daqui pingando porra sua pelo resto do dia…
Victor fodeu com fúria, segurando a bunda dela com as duas mãos, batendo fundo a cada estocada. Gozou mais uma vez, enchendo ela até o limite, porra branca subindo à superfície da água em pequenas nuvens ao redor deles.
Quando saíram, Mariana mal conseguia andar direito — pernas abertas, porra escorrendo pelas coxas misturada com água salgada, deixando um rastro na areia. De volta na canga, Victor deitou de bruços, pau mole mas ainda impressionante.
— Limpa, corno — ordenou pra Carlos. — Com a língua. Tudo.
Carlos se ajoelhou entre as coxas abertas da esposa, rosto enterrado na buceta melíflua e salgada. Lambeu devagar, depois com desespero: porra grossa de Victor, mel abundante dela, suor, areia grudada. Mariana gemia baixo, acariciando o cabelo dele, olhando pro mar com sorriso sacana.
Victor pegou o celular dela, gravou um close: língua de Carlos trabalhando na carne inchada, porra sendo sugada e engolida.
— Manda pro grupo — disse ele. — E avisa: amanhã no apartamento de vocês. Portas abertas. Vizinhos convidados. Quero foder vocês dois na frente de quem quiser ver.
Mariana digitou, voz rouca:
“Praia terminou comigo cheia dele de novo. Amanhã em casa. Quem topa ver ao vivo como 25 cm arrombam tudo?”
Apertou enviar.
Deitou na canga, corpo exausto e saciado, Victor de um lado com a mão possessiva na bunda dela, Carlos do outro lambendo os restos das coxas.
O sol baixava. A tarde ainda tinha horas. E a noite prometia ser ainda mais selvagem.