De Dona de Casa à Puta Mais Usada

Paola acordava todo dia às 5:30 para preparar o café dos filhos e do Bruno. Aos 32 anos, o corpo ainda respondia bem: seios fartos que balançavam quando corria atrás das crianças, bunda redonda que esticava as calças jeans velhas, coxas grossas marcadas por estrias finas da gravidez. Mas o rosto carregava cansaço. Olheiras. Boca apertada. Até que o aluguel virou dívida impagável, a luz foi cortada pela terceira vez e Bruno, bêbado, jogou na cara dela:
— Se você fosse mulher de verdade, arrumava grana fácil. Tem um monte de macho pagando caro por uma casada como você. Vai pra BR-101 e abre as pernas, porra.
Ele disse rindo, como se fosse piada. Paola chorou no banheiro, mas entre as lágrimas sentiu um calor subindo da barriga. Não era só humilhação. Era tesão misturado com ódio. Tesão de ser reduzida a isso.
Na sexta seguinte, ela mentiu que ia ao plantão extra no supermercado. Vestiu a saia preta mais curta que tinha (mal cobria a bunda), uma calcinha fio-dental vermelha que comprara anos atrás e nunca usara, blusa decotada preta sem sutiã, salto alto vermelho de verniz que doía nos calcanhares. Maquiagem pesada: sombra preta borrada, batom escarlate que escorria fácil, blush forte. No espelho da rodoviária, se olhou e sussurrou:
— Hoje você não é mais a Paola. Hoje você é só um buraco que cobra.
Chegou na BR-101 por volta das 21h. A faixa da prostituição começava depois do trevo de São José: acostamento largo, postes de luz fraca, caminhões parados, carros circulando devagar. Outras mulheres já estavam lá – algumas jovens, magras, tatuadas; outras mais velhas, corpos marcados, olhos vazios. Paola escolheu um poste perto de um terreno baldio, acendeu um cigarro (ela nem fumava mais, mas achava que dava pose) e esperou.
Primeiro cliente: um caminhoneiro de uns 45 anos, barrigudo, barba malfeita, cheiro de diesel e cachaça. Parou o Scania bem na frente dela.
— Quanto, gostosa?
— Duzentos a hora. Completo. Com camisinha.
Ele riu.
— Cento e cinquenta sem camisinha. Gozo dentro.
Paola hesitou dois segundos. Pensou nos filhos sem luz, no aluguel. Abriu a porta do caminhão e subiu.
No beliche apertado, ele mandou ela tirar tudo menos o salto. Deitou de bruços, bunda empinada. Ele cuspiu na mão, esfregou no pau grosso e entrou seco na buceta dela. Paola mordeu o colchão sujo para não gritar. Doeu. Mas depois de uns estocadas veio o calor, a lubrificação natural, o corpo traindo. Ele puxava o cabelo dela como rédea, batia na bunda deixando marcas vermelhas.
— Isso, sua puta casada… goza com pau de estranho dentro de você…
Ela gozou primeiro, tremendo, contraindo em volta dele. Ele gozou logo depois, enchendo-a até transbordar. Quando saiu, o sêmen escorreu pelas coxas dela. Pagou cento e cinquenta, jogou as notas no chão do caminhão e disse:
— Volta amanhã, hein? Gostei do teu cu apertado.
Ela desceu tremendo, pernas moles. Limpou o que pôde com lenço de papel, mas o cheiro ficou. Voltou para o poste com o sêmen ainda escorrendo.
Segunda noite: ganhou confiança. Cobrava duzentos pela hora, trezentos se quisesse o cu. Um cara de terno (provavelmente gerente de alguma empresa) pagou quinhentos para uma sessão de duas horas num motelzinho imundo da margem da rodovia. Mandou ela se ajoelhar no chão frio, chupar devagar enquanto ele filmava com o celular.
— Olha pra câmera, casada. Diz que é puta de aluguel.
— Sou… puta de aluguel… — ela repetiu, voz rouca, baba escorrendo pelo queixo.
Ele a fodeu de quatro, depois de lado, depois sentado na cadeira com ela cavalgando. Chamava de “vadia usada”, “buraco público”, “cadela do acostamento”. Quando gozou na boca dela, mandou ela não engolir. Deixar escorrer no queixo, no peito. Fotografou. Pagou e foi embora.
Paola ficou sozinha no quarto, olhando o espelho rachado. Viu o batom borrado, o sêmen secando nos seios, as marcas de dedos na bunda. Tocou a buceta inchada, sensível. Se masturbou olhando o próprio reflexo, gozando de novo só de lembrar das palavras dele.
Terceira semana: virou “a casada do salto vermelho”. Os caminhoneiros já comentavam no grupo de WhatsApp deles. Chegava a fazer três, quatro programas por noite. Um trio pagou mil reais para usar ela numa van estacionada no terreno baldio. Um na boca, um na buceta, o terceiro esperando vez para o cu. Eles revezavam, gozavam onde queriam: na cara, nos cabelos, dentro dela. Paola perdeu a conta dos orgasmos. Chorava de tanto gozar, de tanto ser usada. No final, ficou largada no banco de trás, pernas abertas, corpo coberto de porra, respirando pesado.
— Obrigada, meninos… — murmurou, voz fraca.
Eles riram e foram embora.
Bruno descobriu na quarta semana. Seguiu ela de moto, viu tudo. Quando ela terminou o programa (um policial que gostava de enforcar levemente com o cinto enquanto fodia), Bruno a esperava no acostamento.
— Entra.
Ela entrou, ainda cheirando a sexo, batom borrado, calcinha rasgada no bolso.
No carro, silêncio. Ele dirigiu até um trecho deserto da rodovia. Parou. Virou para ela.
— Quanto cobra de mim?
Paola olhou nos olhos dele. Sorriu devagar, cruel.
— Trezentos. E você me chama de puta o tempo todo.
Bruno tirou o dinheiro do bolso, jogou no colo dela.
— Abre as pernas, puta.
Ela abriu. Ele a fodeu com ódio no banco de trás, batendo mais forte que qualquer cliente, chamando de “vadia suja”, “buraco de caminhoneiro”, “minha própria esposa virada em lixo”. Paola gozou gritando, unhas cravadas no estofado, corpo convulsionando. Ele gozou dentro, misturando com o que já tinha lá de outros.
Depois, os dois ofegantes.
— Você vai parar? — ele perguntou.
— Não. Eu preciso… e eu quero.
Bruno acendeu um cigarro.
— Então continua. Mas toda noite, quando voltar pra casa, vem direto pra cama. Quero te foder suja, cheia de porra dos outros. Quero sentir o cheiro deles em você.
Paola lambeu os lábios.
— Combinado… marido.
Daquela noite em diante, a rotina era assim: Paola saía às 20h, voltava às 4 da manhã cheirando a cigarro, perfume barato, suor e sêmen de cinco, seis, sete homens diferentes. Bruno a esperava acordado. Tirava a roupa dela devagar, cheirava o pescoço, as coxas, lambia onde ainda escorria. Fodia ela com possessividade doentia, gozando em cima do que os outros deixaram.
E Paola? Ela descobriu que ser a puta mais usada da BR-101 não era só por dinheiro. Era por ser desejada de forma crua, animal, sem máscaras. Era por gozar mais forte quando era chamada de lixo, de buraco público, de cadela no cio.
Toda vez que um carro parava, ela abria as pernas, sorria com o batom vermelho já borrado e dizia:
— Vem cá, amor… a casada do salto vermelho tá aberta pra você hoje.
E no fundo, bem no fundo, ela sabia: nunca mais voltaria a ser a Paola de antes.
Porque a puta venceu.
E ela estava adorando cada segundo disso.
Fim.

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Ficha do conto

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casalsafadinhos1010

Nome do conto:
De Dona de Casa à Puta Mais Usada

Codigo do conto:
257637

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
23/03/2026

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