Sentamos no sofá de couro da sala do Rodrigo. Eu estava com um vestido de seda que deslizava na pele. Meu marido tentou passar a mão na minha coxa, mas eu segurei o pulso dele com firmeza e coloquei a mão dele sobre o próprio colo.
— **"Hoje você não me toca caralho! Só assiste e cuida donseu amiguinho aí"** — eu disse, com a voz baixa e autoritária.
O Rodrigo deu um sorriso de canto, levantou-se e veio até mim. Ele me puxou pela mão e me levou para o centro da sala. Ali mesmo, ele me despiu com uma calma torturante. Quando ele se libertou da calça, a visão foi avassaladora: uma rola grossa, latejante, que exalava vigor. Eu olhei para o meu marido, que já estava com o pau na mão, se punhetando freneticamente enquanto nos observava.
— **"Olha bem para ele, porque é esse aqui que vai te encher hoje"** — o Rodrigo rosnou no meu ouvido.
Ele me virou de costas, me deixando de quatro no tapete, bem na frente do meu marido. Chupou.minha buceta e depois entrou de uma vez só. O impacto foi profundo, um preenchimento que me fez soltar um gemido agudo. Eu via os olhos do meu marido vidrados em nós, a mão dele subindo e descendo no próprio pau, o desespero dele para gozar sendo contido apenas pela minha ordem. " Não goza agora filho da puta!"
As estocadas do Rodrigo eram rítmicas e pesadas. Ele me tratava com uma autoridade que me deixava em transe. De vez em quando, eu olhava para o meu marido e dizia:
— **"Ainda não hein. Espera!"**
Ele estava quase lá, o pau pequeno babando, o rosto vermelho, o corpo tremendo, mas o medo de me desobedecer era maior que o tesão. O Rodrigo continuava o massacre, me virando de frente, me levantando no colo, explorando cada centímetro do meu corpo com uma fome animal. Eu sentia o calor do Rodrigo em mim e o olhar de "corno" do meu marido alimentando o meu delírio.
Depois de muito tempo de uma foda visceral, o Rodrigo chegou ao limite. Ele socou com toda a força, me preenchendo até o talo, e urrou enquanto descarregava jatos quentes e espessos dentro de mim. Eu estava em êxtase, latejando, então, olhei para o meu marido, que estava à beira de um colapso. Vem aqui, me chupar! Ele veio tímido e me chupou de forma que eu nem imaginava!
Depois de me deixar limpa.
— **"Agora... pode gozar"** — eu autorizei, com um sorriso vitorioso.
No mesmo instante, ele tocou no pau e em instante soltou um gemido de alívio e esguichou tudo no próprio peito e no lençol, desabando na poltrona logo em seguida. O Rodrigo se limpou com indiferença, enquanto eu ainda sentia o calor dele escorrendo pelas minhas pernas. Foi a noite mais potente da nossa vida, onde eu descobri que ter o controle total sobre o prazer deles era o maior tesão de todos.




