O silêncio da casa era cortado por um som que me paralisou o sangue. Eu ouvi a minha mulher **chorando**. Mas não era um choro de dor ou tristeza; era um pranto descontrolado, misturado com uma luxúria que eu nunca tinha conseguido arrancar dela.
Aproximei-me da porta do quarto, o coração batendo na garganta, e as palavras dela vieram como marretadas:
> — "Ai, que gostoso... por favor, me come, Marquinhos! Faz eu gozar de novo, faz!" — ela soluçava entre os gemidos, a voz embargada, implorando como se a vida dela dependesse daquilo.
Então, o som que me fez tremer: **três tapas secos**, estalados, ecoaram no quarto. O estalo da mão dele contra a pele dela foi seguido por um choro ainda mais intenso, um lamento de prazer absoluto. Ela não pedia para parar; ela chorava de satisfação, entregue à força do próprio cunhado. Que ordenou: Chupa minha rola caralho, mama gostoso!!!!
Eu estava ali, parado no corredor, com a chave do armário que eu tinha ido buscar esquecida na mão. Pelo fresta da porta, o que eu vi foi a cena que mudaria tudo: o meu irmão, o cara que eu cresci junto, segurando-a pelos cabelos, obrigando-a a olhar para o espelho enquanto a possuía com uma brutalidade animal.
Ela chorava porque a "rola" do Marquinhos estava fazendo com ela algo que a nossa rotina de casados tinha esquecido. Era um choro de quem estava sendo descoberta, usada e preenchida por alguém que não tinha o menor respeito pelo meu teto, mas que tinha toda a autoridade sobre o corpo dela naquele momento.
— "Chora, sua vagabunda! Chora e diz quem é que manda nessa buceta!" — o Marquinhos rosnava, a voz grossa de quem estava no controle total da "obra".
E ela, entre soluços e espasmos, só conseguia pedir por mais, com o rosto vermelho, as lágrimas lavando o prazer proibido que estava acontecendo bem ali, na nossa cama.
**A chave do armário ficou para trás, mas eu acabei de abrir uma porta que nunca mais vai fechar.
* **Fiquei parado por alguns segundos, até ouvir: vou gozar vadia! Ele gozou chorando e dizendo: Eu amo você seu cachorro, você é uma delícia! Decidi sair sem ser visto, voltei ao carro a caminho para o trabalho e passei o dia inteiro imaginando o gosto do beijo dela quando chegasse em casa, sabendo o que o meu irmão tinha deixado lá dentro?




