Depois do almoço, o calor da tarde parecia ter derretido a última barreira de respeito dele. Ele começou com elogios baixos, comentários sobre como eu estava "diferente". Foi o sinal que eu precisava. Fui até a área de serviço, onde ele estava cercado de ferramentas e fios. O espaço era estreito, obrigando qualquer um a se espremer para passar.
Passei por ele a primeira vez.para acessar o varal, fazendo questão de roçar minha bunda com força na frente da calça dele. Na volta, não dei espaço para ele desviar. Passei bem devagarinho, sentindo o calor que emanava do corpo dele. Ele me agarrou pelos braços, os dedos cravando na minha pele, e me olhou com uma mistura de raiva e desejo puro.
— **"Por que você está fazendo isso comigo?"** — ele perguntou, a voz baixa, quase falhando.
— **"Fazendo o quê, cunhado?"** — respondi com a voz mansa, inclinando o corpo para frente.
— **"Isso! Você andando assim, vestida desse jeito, me provocando desde cedo... você sabe muito bem o que está fazendo."**
Eu dei um sorriso de lado, levei a mão ao rosto dele e sussurrei:
— **"Se você sabe o que eu estou fazendo, por que ainda está parado?"**
Aquilo foi o estopim. Ele soltou as ferramentas, me virou de costas com um movimento brusco e me prensou contra a bancada fria da lavanderia. Ele levantou meu pijama com urgência e, quando sentiu que eu não usava nada por baixo, soltou um rosnado animal. Ele se libertou e, no momento em que a rola dele encostou em mim, eu senti o vigor: era imponente, grossa e latejava de prontidão.
Ele entrou de uma vez só, uma estocada seca que me fez agarrar a borda do tanque de lavar roupa.
— **"Você quer ver o eletricista trabalhar, não quer? Então aguenta"** — ele sussurrou no meu ouvido, enquanto começava um ritmo violento.
As estocadas eram profundas, ritmadas, fazendo as chaves de fenda e os alicates tilintarem na bancada. Eu gemia alto, a cabeça jogada para trás, sentindo o preenchimento absoluto que meu marido, no seu jeito devagar, nunca conseguia me dar.
O celular tocou, atendi, era meu marido perguntando se estava tudo bem, e se o cunhado precisasse de alguma coisa era pra eu resolver, ainda em transe eu disse que tudo bem e que tava retirando as roupas do varal e me despedi. O perigo de ser o marido da minha irmã, de estarmos na minha casa, transformava o prazer em algo visceral, proibido e viciante.
Ele me virou de frente, me sentou em cima da máquina de lavar e abriu minhas pernas ao máximo. O olhar dele era de posse total. Ele entrou novamente, ainda mais fundo, e o movimento da máquina parecia acompanhar a nossa foda. Eu sentia cada centímetro dele me explorando, me usando com uma autoridade que me deixava em transe.
No clímax, ele me puxou para um beijo faminto, abafando meus gemidos, e descarregou tudo. O calor do gozo dele me inundou, um jato quente e abundante que me deixou trêmula. Logo depois me forçou pra.baixo, e eu obedeci, eu mamei aquela rolona babada! Ficamos ali por um tempo, ouvindo apenas as nossas respirações ofegantes. Ele se recompôs com uma calma impressionante, limpou as mãos e voltou para os fios como se nada tivesse acontecido. Eu entrei para o banho, sentindo o corpo moído e a alma lavada pelo serviço extra mais intenso da minha vida, quando sai fiz um cafezinho e 9 servi. Este é o melhor café que já tomei, disse ele agradecendo.

