Minha mulher sempre foi do estilo dona de casa, quietinha e conservadora, ia pra igreja, se dedicava a casa. Eu sabia que não dava conta dela na cama, eu gozava muito rápido e percebia que ela ficava frustrada, porém não me recriminava. Eu já tinha fetiches de ve-la em outra rola mas nunca tive coragem de tocar no assunto. Um dia tive a ideia de pegar o celular dela e entrar no insta, tiktok, Facebook, e pesquisar e assistir assuntos relacionados ao tema, eu sabia que o algoritmo ia passar a mostrar outros vídeos no tema e ela os veria. Um mês depois ela começou com uns papos de fantasias, me perguntou se eu tinha alguma. Eu fingi demência e respondi que todo mundo tem e é normal! Eu perguntei porque perguntas, você tem? Ela respondeu que sim, meio sem graça. Eu disse , viu, todo mundo tem! Ela me perguntou, me diz a sua! Eu disse, é meio louco, e vc pode ficar chateada! Ela disse: já sei, deve ser transar com outra né safado! Eu disse: Quase isso amor,.mais é ainda mais louco! Ela: diz logo então! Meu pau já tava duro pela conversa e respondi, transar com outra tbm, mas na verdade eu fico imaginando você transando com outro, sei lá, e eu assistindo escondido, ou ao seu lado. Ela deu uma gargalhada de nervoso. Vc tá doido é? Fiquei preocupado!, ela prosseguiu: nunca que teria coragem de ficar sozinha com alguém, prefiro você junto! Não demorou, nos beijamos e transamos, rápido e sem sal como sempre! Na manhã seguinte, ela estava arrumada , cabelos presos e enquanto tomávamos café ela puxou o assunto, e aí, topa realizar sua fantasia? Eu fiquei surpreso. Você fala Sério? Ela respondeu sim acenando a cabeça, eu disse o problema é com quem será né? Difícil uma pessoa de confiança! Ela disse, pode ser um amigo teu, e disse o Sérgio, o que achas? Ele é casado amor! Então, melhor ainda, e no último churrasco ele me comia com os olhos, mesmo com a mulher do lado! Eu disse , verdade, eu tbm percebi Vou dar um jeitinho de conversar com ele e ver o que ele acha, só tenho que ter coragem! Passei o dia com a cabeça em curto-circuito. Eu sabia das minhas limitações na cama; sabia que eu gozava muito rápido e que nossas transas eram "rápidas e sem sal", e mesmo que ela não me recriminasse, eu via a frustração dela. Agora, a chance de ver minha mulher em outra rola, uma que eu sabia que "dava conta", estava a apenas uma conversa de distância. Tomei coragem e chamei o Sérgio para passar lá em casa no fim da tarde. ?Ele chegou com aquele jeito de amigo de confiança, mas o ar ficou pesado no instante em que ela apareceu na sala. Ela estava toda arrumada, com o rabo de cavalo deixando a nuca exposta, e o brilho no olho dela era de quem estava pronta para realizar a fantasia que discutimos na noite anterior. Eu respirei fundo, as mãos suando, e joguei as cartas na mesa enquanto ela preparava o café na cozinha. ?— "Sérgio, vou ser direto. Eu sei como você olha para ela. E eu e ela conversamos... eu tenho um fetiche, e ela topou. A gente quer que você coma ela, aqui, comigo junto assistindo." ?O Sérgio travou com a xícara no ar. O silêncio durou uma eternidade enquanto ele processava a proposta. Ele olhou para mim, depois para ela assim que ela.apareceu na porta, procurando a "pegadinha". Foi quando minha mulher, a santinha da igreja, deu um passo à frente. ?— "O convite é sério, Sérgio. Eu vi o jeito que você me comia com os olhos no churrasco... agora eu quero ver se você tem coragem de fazer o serviço na frente do seu amigo" — ela disse, e meu pau ficou duro na hora. ?O Sérgio largou a xícara e se levantou. Ele era um homem de pegada forte, robusto. Ele não hesitou: segurou o rabo de cavalo dela com uma das mãos, puxando a cabeça dela um pouco para trás, e com a outra apertou a cintura dela com força. ?— "Você tem certeza disso, bicho? Porque se eu começar, eu só paro quando ela estiver satisfeita de verdade" — ele me avisou, com a voz já carregada de malícia. ?Eu apenas assenti. Eles foram para o quarto e eu os segui. O Sérgio não teve a pressa que eu sempre tinha. Ele a virou de costas com um movimento rústico, levantou a saia dela e, ao ver que ela estava prontinha para ele, soltou um rosnado. ?Ele se libertou e eu vi o que a natureza deu para ele: uma pica imponente, muito maior que a minha. Quando ele entrou, foi uma estocada seca e profunda que fez minha mulher soltar um grito que ecoou pela casa. Eu me sentei ao lado, assistindo a tudo: ele socava com um ritmo de pistão, sem pressa de acabar, fazendo o corpo dela chacoalhar contra o corpo dele. Ela me chamou e pediu pra segurar sua mão enquanto ele a foida! ?Minha mulher estava em transe. Ela não era mais a "quietinha". Ela gemia o nome dele, pedia por mais força, e o Sérgio entregava cada vez mais vigor. Eu via no rosto dela a satisfação plena que eu nunca consegui dar por gozar rápido demais. No ápice, ele a puxou pelos cabelos, obrigando ela a olhar para mim enquanto ele descarregava jatos quentes e abundantes dentro dela. ?Quando terminou, ele se levantou, ajeitou a calça e me deu um tapa firme no ombro. ?— "Valeu pelo café, bicho. Precisando de outra 'manutenção', é só chamar." ?Ele saiu e eu fiquei ali, olhando para minha esposa jogada na cama, ofegante, com o rabo de cavalo desfeito e o corpo finalmente preenchido. O algoritmo tinha feito o trabalho sujo, mas o Sérgio tinha acabado de batizar a nossa casa com um prazer que a gente nunca mais ia esquecer
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