Boa noite, amigo e querido diário?
Estou tomando (chá de gengibre) bem quentinho. Caralho, tá bastante frio em SP, que dia cheio pra porra! - O frio continua castigando São Paulo, pelo menos dentro de casa tá quentinho.
Tô aqui no meu quarto, de calça de moletom e blusinha. É sério, ainda sentindo o corpo meio moído, porém, com aquela sensação gostosa de quem trabalhou direitinho hoje.
De manhã fui pra faculdade, como sempre, né? Acordei cedo, tomei um café com leite rápido e corri para o metrô, que fica pertinho daqui. Tava rolando aula de Psiquiatria Brasileira, aquela matéria que eu até gosto, mas confesso que minha cabeça tava meio longe.
É que ficava pensando na grana que eu ia fazer de tarde lá no hotel com um novo cliente. Depois da aula troquei ideia com as meninas, comi um lanche no refeitório da faculdade, e voltei pro apê por volta de meio-dia e pouco.
Quando cheguei aqui, ainda almocei uma comida caseira que eu preparei ontem, que tinha congelado. Depois descansei por trinta minutos e tomei um banho bem caprichado, me depilei lá todinha, passei creminho no corpo e me arrumei pra atender o Henrique, o cliente de mais cedo no hotel.
Diário:
Escolhi uma blusa decotada preta bem justa, saia curta jeans que mal cobria a bunda, e minhas botas de cano longo pretas. Sabe aquelas que deixam o look bem puta-chique? Então, passei um batom vermelho, peguei a bolsa com os preservativos, gel e tudo mais, e saí do apartamento e desci.
Em frente ao prédio peguei um táxi senhorzinho, e o mandei ir pro Bom Retiro. Durante a viagem até o hotel, dei ao taxista, alguns dos meus cartões de contato. E falei pra ele, que ele ganharia 20%, de cada encontro, ou um belo desconto, caso ele quisesse provar do meu tempero. Enfim, ele gostou da proposta e ficou com os cartões.
O cara me deixou em frente ao hotel. Nossa, não era dos melhores não... fachada velha e antiga, daqueles hotéis que cobram por hora mesmo. Respirei fundo e fui, entrei, passei pela recepção com cara de decepcionada pelo local, e subi de elevador, que também era antigo, pro 2º andar, e cheguei na suíte 222, apertei a campainha e esperei ele abrir.
Henrique abriu a porta, não era um cara bonito, mas era simpático pra caralho e cheiroso. Disse ter 33 anos, solteiro. Tava de camiseta básica e bermuda, perfume bom. A gente se cumprimentou com um abraço apertado e beijo no rosto. Quando entrei, ele fechou a porta me ofereceu uma taça de vinho tinto na hora. Aceitei, estava frio pra porra lá fora, e eu precisava me aquecer mesmo.
Em seguida, ele me serviu o vinho, sentamos na cama e ficamos conversando um pouco. Ele era bem legal, sabia papear, me fez rir com umas histórias do trabalho. Enquanto a gente conversava, eu já via ele me olhando com outros olhos, olhos de fome, sabe?
Diário, não demorou, ele colocou a taça de lado na mesinha de centro, me puxou pela cintura, e começou a me beijar ali mesmo, perto da sacada. Beijo quente, o hálito dele estava bom, mão bobona, já subindo por baixo da saia, apertando minhas coxas, minha bunda. Tirei a blusa dele, ele tirou a minha, soltou meus peitos e ficou chupando, mamando neles com vontade.
Conforme o tempo passava, fomos tirando o resto da roupa no caminho até a cama. Eu fiquei só com as botas no começo, ele adorou. Me ajoelhei na cama, cheirei o pau antes de chupá-lo, pra verificar se estava sujo ou fedido. Não, não estava, e comecei a chupar o cacete duro. Pau até bonitinho, médio, mas bem durinho.
Daí, lambi devagar, chupei as bolas, masturbei-o, fiz garganta profunda olhando pra ele. Henrique gemia baixo: “Nossa, Lara... você mama gostoso.” – palavras dele.
Depois ele pediu massagem. Fiz ele deitar de barriga pra baixo, passei óleo que tinha na bolsa e fiquei massageando as costas, a bunda, as coxas. Depois ele virou de barriga pra cima, e o masturbei um pouquinho, só pra deixar o pau dele aceso.
O cliente me puxou pra cima dele, e me chupou gostoso. Língua habilidosa, ficou um tempo ali me fazendo rebolar na cara dele.
Depois pegou um preservativo, colocou e me mandou subir nele, obedeci e cavalguei ele bem forte, rebolando gostoso, descendo até o talo, deixando as bolas pra fora. Meus peitos pulando, ele segurando minha cintura e falando “caralho, que delícia”.
Diário, só que ele gozou rápido, não aguentou muito tempo, acho que nem cinco minutos. Porém, teve fôlego pra emendar.
Depois de uns minutos descansando, ele me colocou de quatro, passou bastante gel e meteu no meu cu. Vou te falar; que gostoso véi... o cliente tinha uma pegada boa, segurava firme no meu quadril e mandava ver, dava uns tapas estalados na minha bunda e metia com ritmo. Eu empinava e pedia: “Isso, seu gostoso, fode meu cu... mete mais fundo!” - Ele gemendo alto, só que de novo, não durou muito. Uns minutinhos arrombando minha bundinha e gozou de novo, e não transamos mais, dando fim a transa.
Bom pra mim! O resto do tempo, a gente ficou conversando pelado, ele bem relaxado na cama. Quando deu a hora, tomei um banho rápido, me arrumei, ele me pagou o cachê certinho e ainda pagou o táxi de volta. “Disse que irá me chamar outras vezes.” – Falei que estaria esperando-o me chamar.
Voltei pra casa, pensando que o dia rendeu bons frutos.
Tô cansada, mas satisfeita. Amanhã tem mais um cliente pra atender. Esse frio me dá vontade de ficar na cama, mas a vida de guerreira não para.
Beijos, diário.
Fernanda ou Lara.


Oi Fernanda quero ti parabenizar pelos seus contos são sensacionais
Loko pra mamar nessas tetas.
vc era feliz nesta época, Fer?