A luz baixa e amarelada da sala da república mal iluminava o ambiente, criando sombras longas nos cantos e destacando os corpos suados dos cinco jogadores do time titular. O ar estava denso, carregado com o cheiro forte e inebriante de suor masculino fresco, perfume barato de pós-treino, maconha queimando no cinzeiro e o odor almiscarado de testosterona pura. Leonardo estava sentado no sofá velho e afundado, o coração martelando tão forte que ele jurava que os outros podiam ouvir. Suas mãos suavam frio sobre as coxas, a boca completamente seca. O nervosismo revirava sua barriga. Os cinco negões o cercavam como lobos famintos. Kauan, o pivô imenso de 2,03m, foi o primeiro a se aproximar. Vestia apenas o short preto do time, o volume grosso e pesado do pau já marcando o tecido de forma obscena, quase roçando o rosto de Leonardo. — Olha só pra ele... — Kauan riu baixo, voz grave e rouca, passando a mão enorme pelo cabelo loiro de Leonardo e puxando-o devagar para trás, forçando-o a olhar para cima. — Branquinho tremendo todo. Tá com medo ou já tá molhando a calcinha só de sentir o cheiro de macho de verdade? Leonardo engoliu em seco, o rosto queimando de vergonha. Kauan segurou seu queixo com firmeza, o polegar grosso roçando o lábio inferior dele. — Responde, putinha. Você veio até aqui porque ouviu que o time inteiro usa branquelo curioso como buraco, né? Ou vai fingir que não sonha com cinco paus pretos te destruindo desde que começou a treinar com a gente? Os outros riram, tirando as camisetas molhadas e jogando no chão. Peitos largos, abdômens trincados e braços tatuados reluziam de suor. Tiago se aproximou pelo lado, agarrou o cabelo de Leonardo com força e colou o quadril contra o ombro dele, esfregando o volume semi-duro do pau no seu rosto por cima da calça. — Cheira, vai. Cheira o suor do alfa que vai te foder primeiro. Tá sentindo esse cheiro forte? Isso aí é macho, caralho. Não é aquela merdinha branca que você tem entre as pernas. Ruan, com o pau já completamente duro marcando o short, abriu o cordão devagar e deixou a cabeça grossa e escura aparecer, balançando pesada bem na frente dos olhos de Leonardo. — Olha o tamanho disso, branquelo. Aposto que sua namoradinha nunca viu nada parecido. Você vai ter que abrir bem essa boquinha de viadinho pra conseguir engolir metade. Marcelo e Dênis riam enquanto se masturbavam lentamente, observando. Kauan puxou a cabeça de Leonardo para o lado e pressionou o volume enorme do próprio pau contra sua bochecha, esfregando devagar, marcando o tecido do short no rosto dele. — Tá sentindo como tá latejando? Isso aqui vai abrir você inteiro hoje. Vamos te usar como a putinha branca do time. Todo mundo vai gozar dentro, entendeu? E você vai agradecer de joelhos, lambendo o resto que escorrer. Leonardo respirou fundo, o cheiro dominante de suor, pau e macho invadindo suas narinas. Seu próprio pau traidor pulsava dolorosamente dentro da calça jeans, completamente duro. Kauan percebeu e soltou uma gargalhada baixa e cruel. — Olha aí, pessoal. O branquelo já tá duro só de ser humilhado. Tira a roupa dele, Tiago. Quero ver essa picazinha ridícula que ele tem. Tiago não hesitou. Abriu o botão da calça de Leonardo com um puxão e desceu o zíper. Quando a calça desceu junto com a cueca, o pau branco e médio de Leonardo saltou, duro e vazando pré-gozo. — Caralho, que vergonha... — Tiago zombou, dando um tapa leve na ereção dele, fazendo-a balançar. — Isso aqui é o que você chama de pau? Não passa de um clitóris grande. Enquanto isso aqui... — ele tirou o próprio pau para fora, grosso, venoso e negro — ...vai destruir esse cuzinho apertado. Kauan segurou o rosto de Leonardo com as duas mãos enormes, forçando-o a olhar diretamente nos seus olhos enquanto esfregava a cabeça do pau ainda dentro do short contra os lábios dele. — Abre a boca, putinha. Hoje você vai aprender qual é o seu lugar. De joelhos, engolindo preto e pedindo mais. Fala: “Eu sou a putinha branca do time.” Leonardo, com a voz trêmula e o rosto vermelho de humilhação e excitação, murmurou quase sem ar: — Eu... eu sou a putinha branca do time... Kauan sorriu satisfeito, puxando o short para baixo e batendo o pau pesado contra o rosto dele. O calor dos corpos ao redor era sufocante, como se a sala estivesse menor. — Eu… eu quero — murmurou ele, a voz saindo trêmula e baixa. Kauan soltou uma risada baixa e deu um tapa leve, mas firme, na bochecha direita de Leonardo. O som estalado ecoou na sala silenciosa. — Quer o quê, porra? Fala direito, viadinho. Quer chupar rola? Quer levar tapa na cara até ficar vermelha? Quer que a gente foda sua garganta apertada até você chorar e babar como uma vadia barata? Leonardo fechou os olhos por um segundo, sentindo o coração disparar ainda mais. O calor dos corpos, o cheiro dominante de suor e masculinidade crua, as vozes grossas e debochadas… tudo estava deixando ele louco de tesão e medo misturados. — Quero ser usado por vocês… quero dar pra todos os negões do time. Ruan, posicionado atrás do sofá, segurou o cabelo de Leonardo com força e puxou a cabeça dele para trás, expondo o pescoço vulnerável. O puxão doeu no couro cabeludo. — Olha só como ele tá tremendo todo, porra. Tá com medo ou tá com tesão, branquelo viado? Tá sentindo o cheiro dos negões que vão te destruir? Marcelo se ajoelhou na frente de Leonardo, abriu o zíper da calça dele devagar, quase provocante, e tirou o pau já duro e babando para fora. O ar frio contrastou com a pele quente. Ele passou o dedo grosso na cabeça sensível, espalhando o pré-gozo viscoso e transparente que escorria em fios. — Porra, olha isso… já tá babando todo como uma puta. Esse pintinho branco ridículo vai ser divertido de humilhar hoje enquanto a gente te arromba. Eles começaram a atiçar devagar, prolongando a humilhação. Kauan tirou o short de uma vez, deixando o pau grosso, veioso e semi-duro balançar pesado bem na frente do rosto de Leonardo. O cheiro forte e quente invadiu tudo — suor concentrado na virilha, um aroma primal e dominante que fez Leonardo gemer baixinho sem querer. Kauan bateu o pau várias vezes na bochecha dele, produzindo sons molhados e pesados. — Cheira direito, vai. Cheira o pau do negão que vai foder você hoje. Leonardo obedeceu, inclinando o rosto e encostando o nariz na pele quente e suada da base do pau. Inspirou fundo, sentindo o odor intenso preencher seus pulmões. Tiago e Ruan já tinham tirado os shorts também, esfregando os paus semi-duros devagar enquanto observavam com sorrisos cruéis. — Fala o que você quer de verdade, Leo — ordenou Kauan, ainda batendo o pau na cara dele ritmadamente. — Implora bonito pra gente ouvir, porra. Leonardo tremia inteiro, o rosto vermelho vivo, o pau pulsando na mão de Marcelo que apertava de leve só para provocar. — Por favor… me usem como quiserem. Me deem tapas fortes na cara, fodam minha garganta bem fundo até eu engasgar e chorar… quero ser a putinha branca de todos vocês. Quero ser destruído pelos negões do time. Por favor… me humilhem, me usem, me façam berrar… Os cinco explodiram em risadas roucas e satisfeitas. — Caralho, ele implora bonito pra um viadinho branco — disse Dênis, finalmente abrindo a boca com a voz rouca e baixa. Kauan não esperou mais. Segurou o cabelo de Leonardo com força, puxou a cabeça para frente e ordenou: — Abre essa boca de vadia. Leonardo abriu os lábios trêmulos. Kauan enfiou o pau grosso de uma vez só, batendo direto no fundo da garganta sem aviso. Leonardo engasgou violentamente, os olhos se enchendo de lágrimas quentes na mesma hora. O pau era grosso demais, forçando as paredes da garganta a se abrirem dolorosamente. Kauan segurou a cabeça com as duas mãos enormes e começou a meter com força bruta, estocadas profundas e rápidas, o saco pesado e suado batendo ritmadamente no queixo dele. — Isso aí, engole tudo, caralho! Chora pra mim, putinha branca! Deixa o negão ver essas lágrimas bonitas! As lágrimas escorriam abundantes e quentes pelo rosto de Leonardo enquanto ele babava sem controle, engasgando alto com sons molhados e sufocados que enchiam a sala. A garganta ardia como fogo a cada estocada violenta, o nariz escorrendo, a baba grossa escorrendo pelo queixo e pingando no peito. Tiago deu um tapa forte e estalado na bochecha esquerda enquanto Kauan ainda estava enterrado até o saco. — Olha o tanto de lágrima escorrendo… tá gostando né, seu viadinho branco safado? Kauan saiu só por alguns segundos para Leonardo tossir e respirar. Baba grossa e longa escorria do queixo para o peito nu. Logo Tiago tomou o lugar, enfiando com a mesma brutalidade, segurando as orelhas de Leonardo como alças e fodendo a garganta sem piedade nenhuma. — Engole, porra! Engole o pau do negão até o saco, vadia! Chora mais alto! Leonardo soluçava e berrava abafado, lágrimas caindo sem parar, o rosto uma bagunça completa de ranho, baba e lágrimas. Mas seu próprio pau continuava duro, babando no chão. Eles revezavam sem pressa, prolongando o sofrimento e o prazer. Um metia fundo na garganta, outro dava tapas ritmados e fortes nas bochechas já vermelhas e quentes, outro puxava o cabelo com força ou apertava o pescoço levemente. O som constante de engasgos úmidos, tapas estalados, gemidos roucos e risadas debochadas enchia o ar pesado da sala. Quando chegou a vez de Ruan, o mais grosso de todos, ele segurou a cabeça de Leonardo com as duas mãos grandes e enfiou devagar, mas sem parar, até o pau desaparecer completamente na garganta apertada. Leonardo berrou em volta do pau, o som saindo rouco e desesperado. A garganta queimava intensamente, os olhos lacrimejavam sem controle. — Olha só… sumiu tudo dentro dessa garganta de puta. Boa garota — riu Ruan, começando a meter com força bruta. Marcelo se inclinou perto do ouvido dele e sussurrou rouco: — Depois dessa garganta destruída a gente vai te virar de quatro e foder esse cuzinho branco apertado até você não conseguir sentar por uma semana, viado. Ruan finalmente tirou o pau da garganta com um som molhado e obsceno. Uma grossa corda de baba e muco ligou os lábios inchados de Leonardo à cabeça latejante do pau negro antes de romper. Leonardo tossiu violentamente, cuspindo baba no chão, o peito subindo e descendo rápido. Seu rosto estava completamente destruído: olhos vermelhos e inchados, bochechas marcadas por tapas vermelhos, lágrimas escorrendo sem parar misturadas com ranho e saliva grossa. — Porra, olha o estado dessa vadia — riu Tiago, dando mais um tapa estalado na cara já sensível. — Chorando igual putinha virgem, mas o pintinho branco continua duro pra caralho, ridículo. Kauan segurou Leonardo pelos cabelos e o puxou para cima, obrigando-o a ficar de quatro no tapete sujo e áspero da sala. O chão frio contrastava com a pele quente e suada. Os cinco negões agora estavam completamente nus, paus eretos brilhando de saliva e pré-gozo, corpos musculosos e suados dominando o espaço. — Levanta essa bunda branca pra gente, branquelo — ordenou Kauan, dando um tapa forte e sonoro na nádega direita. O impacto fez a carne tremer. — Mostra pro time o buraco que você veio oferecer pros negões. Leonardo obedeceu tremendo, arqueando as costas e empinando o cu redondo e branco. O ar frio tocava o buraco apertado, que já piscava de nervoso e tesão. Marcelo se ajoelhou atrás, cuspiu direto no buraco várias vezes — o cuspe quente escorrendo devagar pela fenda — e enfiou dois dedos grossos sem qualquer delicadeza, abrindo à força. — Caralho, ainda tá apertadinho pra porra. Vai ter que aguentar cinco paus grossos hoje, um atrás do outro, sem parar, viadinho. Leonardo gemeu alto, a voz rouca pela garganta destruída: — Por favor… me fode com força. Quero sentir todos os negões me abrindo… me usem como buraco do time. Por favor, me destruam… Dênis riu baixo e se posicionou na frente, segurando o pau grosso. — Implora mais bonito ainda, vai. Diz que quer virar a puta oficial dos negões do time de basquete. Leonardo olhou para cima com olhos cheios de lágrimas novas, lábios tremendo: — Eu quero ser a puta branca de vocês… a vadia dos cinco negões. Quero levar rola grossa na garganta e no cu até não conseguir mais andar. Por favor, me fodam sem dó, me encham de porra, me façam chorar e berrar mais… Kauan cuspiu na mão, passou no pau e pressionou a cabeça grossa contra o buraco. Empurrou devagar no início, sentindo o anel resistir, depois meteu com uma estocada firme. Leonardo soltou um berro alto e agudo quando o pau entrou, a dor queimando forte e profunda, como se estivesse sendo rasgado. O corpo inteiro tensionou, lágrimas jorrando imediatamente. — Aguenta essa rola do negão, caralho! — rosnou Kauan, segurando os quadris com força e começando a meter fundo e rápido. O som molhado de pele contra pele ecoava alto. Cada estocada fazia o cu arder violentamente, a queimação se espalhando. Tiago ajoelhou na frente e enfiou o pau na boca novamente, fodendo a garganta com estocadas curtas e brutais enquanto Kauan arrombava o cu por trás. — Duas rolas ao mesmo tempo, putinha! Engole e aguenta a dor, viado! Chora pra gente ver essas lágrimas bonitas! Leonardo soluçava e berrava abafado em volta do pau, lágrimas caindo no tapete, o corpo balançando violentamente entre as investidas. A dor no cu era lancinante, mas cada batida na próstata enviava ondas de prazer sujo. Eles revezavam sem misericórdia: Ruan entrou no cu depois, ainda mais grosso, fazendo Leonardo berrar ainda mais alto, a dor intensa fazendo o corpo tremer inteiro. Tapas fortes e constantes caíam na bunda (deixando marcas vermelhas), na cara, nas costas. Mãos grandes apertavam os quadris com força, puxavam o cabelo, beliscavam os mamilos sensíveis. O suor escorria de todos os corpos, o cheiro pesado de suor, sexo cru, cuspe e pré-gozo dominava o ar. Então Kauan deitou no sofá e puxou Leonardo por cima, empalando ele completamente no pau enorme. Leonardo gritou de dor quando entrou até o fundo. Ruan se posicionou atrás e forçou o segundo pau grosso no mesmo buraco já destruído e ardendo. — Não… tá doendo muito! Por favor… — berrou Leonardo, voz rouca e desesperada. — Cala a boca, vadia! — rosnou Ruan, empurrando com força bruta. — Vai aguentar dupla no cu sim, porra. Toma rola de negão! Os dois paus negros grossos se forçaram juntos dentro dele, esticando o buraco ao limite absoluto. Leonardo soltou um berro longo, agudo e alto de dor pura, o cu queimando como fogo vivo, lágrimas jorrando sem parar. A dor era insuportável, mas quando os dois negões começaram a meter sincronizados e fundo, a pressão brutal na próstata fez algo explodir. Leonardo gozou violentamente sem tocar no próprio pau. O orgasmo veio forte e incontrolável, jatos de porra branca jorrando do pintinho enquanto ele berrava e chorava convulsivamente, o corpo inteiro tremendo e convulsionando entre os dois paus que continuavam arrombando sem parar. Os cinco negões explodiram em risadas altas, cruéis e debochadas. — Porraaa, olha isso! O viado gozou só com dois paus no cu! — riu Kauan, metendo ainda mais fundo e forte. — Que puta ridícula! Gozando de dor como uma vadia no cio, jorrando tudo no chão enquanto a gente arromba ele! — zombou Tiago, batendo palma e dando tapas na cara molhada. — Tá gozando igual putinha enquanto chora… que viadinho patético e safado! — completou Ruan entre risadas, sem diminuir o ritmo da DP. — Olha o pintinho branco cuspindo porra enquanto leva rola dupla… humilhante pra caralho! — riu Marcelo. Dênis só gargalhava, balançando a cabeça. Leonardo soluçava alto entre berros, lágrimas escorrendo sem parar, humilhado pelos risos constantes enquanto o corpo ainda tremia do orgasmo forçado. Eles continuaram sem piedade por longos minutos, revezando posições, sempre com pelo menos um pau na boca ou no cu, tapas constantes, xingos pesados e humilhação verbal sem parar. Um por um gozaram: enchendo o cu aberto e escorrendo, jorrando na boca forçada, no rosto destruído, no peito e na barriga. Leonardo terminou completamente coberto de porra grossa e branca contrastando com a pele avermelhada e suada, o cu piscando e escorrendo sêmen abundante, o corpo inteiro tremendo de exaustão, dor e prazer residual. Ele ficou deitado no chão, ofegante, destruído, o rosto molhado e inchado, mas com um sorriso fraco e submisso nos lábios inchados. Kauan se agachou ao lado, deu um tapa leve na cara molhada e sorriu satisfeito: — Boa garota. Amanhã tem mais treino… e você vai estar lá pra servir os negões depois, né? Leonardo, com a voz quase sumindo entre soluços, sussurrou: — Sim… sou a puta de vocês agora… Kauan riu, levantando-se. Os cinco negões estavam em pé ao redor dele, paus ainda semi-duros pingando os últimos fios de porra e suor. O pivô olhou para os companheiros com um sorriso cruel. — Ainda não terminamos com essa putinha branca. Ele precisa aprender qual é o lugar dele de verdade. Tiago agarrou Leonardo pelos cabelos e o puxou para ficar de joelhos no meio da sala. O branquelo mal conseguia se sustentar, o corpo tremendo, o cu latejando e escorrendo porra pelos coxas. — Abre a boca, vadia — ordenou Kauan, segurando o próprio pau grosso com uma mão. — Hora de beber mijo de negão. Leonardo piscou, cansado e atordoado, mas não resistiu quando Kauan pressionou a cabeça da rola contra seus lábios inchados. — Eu… por favor… — Bebe, porra — rosnou Kauan, começando a soltar um jato forte e quente direto na boca dele. — Engole tudo como a boa putinha que você é. O mijo amarelo e quente encheu a boca de Leonardo instantaneamente. Ele engasgou, tossiu, mas Kauan segurou sua cabeça firme, forçando-o a engolir várias bocadas grandes. Parte escorria pelos cantos da boca, misturando-se à baba, porra e lágrimas no queixo. — Isso, engole o mijo do negão… boa garota — zombou Kauan, esvaziando a bexiga inteira enquanto os outros riam. Assim que Kauan terminou, Ruan tomou o lugar, enfiando o pau na boca de Leonardo e mijando direto na garganta. — Bebe mais, branquelo. Tá tudo misturado com porra mesmo, né? Engole. Leonardo soluçava e engolia o que conseguia, o gosto forte e salgado invadindo tudo. Quando Ruan saiu, Marcelo e Dênis se aproximaram juntos, apontando os paus para o rosto dele. — Agora o banho, vadia. Os quatro restantes (Tiago, Ruan, Marcelo e Dênis) começaram a mijar ao mesmo tempo sobre Leonardo. Jatos quentes e fortes acertavam seu rosto, cabelo, peito, barriga, pauzinho encolhido e o cu ainda aberto e escorrendo porra. O mijo escorria por todo o corpo dele, formando uma poça no chão sujo da sala. Kauan apenas observava, rindo, enquanto Leonardo permanecia de joelhos, olhos fechados, tremendo sob o banho dourado e humilhante. — Olha o estado dessa puta… todo melado de porra e mijo de negão — riu Tiago, balançando o pau para acertar o último jato no rosto dele. — Amanhã você vai treinar com o cu latejando e cheirando a mijo, viadinho — completou Ruan. Eles se vestiram devagar, ainda rindo e fazendo piadas sobre o “branquelo mijozeiro”. Leonardo ficou no chão, encharcado, destruído, o corpo brilhando de fluidos, o cheiro forte de mijo, porra e suor impregnado nele. Kauan foi o último a sair. Antes de fechar a porta, olhou para trás e disse com um sorriso largo: — Limpa essa bagunça com a língua antes de ir embora, puta. E não esquece: você agora é propriedade do time. A porta bateu. As risadas dos cinco negões ecoaram pelo corredor enquanto se afastavam, deixando Leonardo sozinho, ajoelhado na poça de mijo e porra, o corpo marcado e a mente completamente subjugada.
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