Precisei me afastar da gangue que eu realizava minhas fantasias sujas para iniciar os estudos. Não podia arriscar que meus pais soubessem que eu era.
Era a primeira semana de aulas depois das férias. Eu estava no 1º período de Comunicação, na faculdade em Campinas. O campus era enorme, com vários blocos espalhados por uma área verde, interligados por calçadas longas e algumas áreas mais isoladas. Os prédios antigos tinham corredores frios e banheiros que ficavam relativamente vazios depois das 18h, especialmente nos blocos mais afastados do centro.
Depois da última aula do dia, o professor pediu a formação de grupos para o trabalho da semana. A sala foi esvaziando aos poucos. Quando percebi que só restavam os três — o loiro, o moreno e o gordinho — eu me levantei devagar e caminhei até eles.
— Vocês já fecharam o grupo? — perguntei, ajeitando a bolsa no ombro.
O loiro olhou para os outros e respondeu, sem muita paciência:
— Já. Desculpa, mas a gente prefere trabalhar só entre nós.
O moreno deu de ombros. O gordinho nem levantou a cabeça do caderno.
Nunca curtir se descartada. Por isso agi.
Eu sorri. Em vez de insistir, virei de costas para eles, levantei um pouco a saia e mostrei a bunda redonda e empinada, coberta só por uma calcinha fina e preta que se enfiava entre as nádegas.
— Então… e se eu fizer uma proposta diferente?
Os três ficaram em silêncio. Eu balancei a bunda devagar, olhando por cima do ombro.
— Vocês fazem o trabalho e colocam meu nome. Em troca… eu deixo vocês me foderem. Sempre que quiserem. Depois das aulas. O que acham?
O loiro engoliu em seco.
— Você tá falando sério?
— Muito sério — respondi, abaixando a saia e saindo da sala.
Olhei na porta e disse:
— Ainda acham que não falei sério?
Os três levantaram na hora, afobados quase se prendendo na saída da porta.
Eu ri.
Eles me seguiram. O corredor estava completamente vazio. Não havia nenhum outro aluno por perto. Eu caminhava na frente, já tirando o blazer e a camiseta. No meio do corredor, tirei o sutiã e coloquei tudo dentro da bolsa. Depois a saia e a calcinha. Em poucos segundos eu estava completamente nua, andando pelos corredores do bloco com os seios pesados balançando e a bunda empinada à mostra.
— Caralho… — murmurou o gordinho atrás de mim.
— Ela tá pelada de verdade — falou o moreno, a voz baixa.
O loiro só conseguia olhar para a minha bunda rebolando a cada passo.
— Que foi, acham que sou a primeira garota a andar peladinha nesses corredores. Vamos logo antes que desliguem as luzes.
Chegamos ao banheiro masculino de um dos blocos mais afastados. O lugar cheirava a mijo e desinfetante barato. Azulejos antigos e um pouco sujos, mictórios de porcelana manchados, três cabines e um espelho rachado acima das pias. A porta não trancava por fora.
Eu entrei e me virei para eles, nua, seios pesados, mamilos duros, buceta já brilhando de tesão.
— Tranca a porta. Agora.
Eles obedeceram, ainda sem acreditar. Eu já estava de joelhos no chão sujo do banheiro, abrindo a boca.
— Quem vai primeiro?
O loiro foi o mais rápido. Tirou o pau já duro e enfiou na minha boca. Eu chupei com fome, olhando para cima, enquanto o moreno e o gordinho tiravam as calças. Em poucos minutos eu estava chupando os três, revezando, babando, engolindo o máximo que conseguia. O gordinho tinha o pau mais grosso e curto. O moreno era longo e cabeçudo. O loiro latejava de nervoso.
— Se alguém entrar… — murmurou o moreno, olhando para a porta a cada segundo.
— Não sei se esse trinco segura.
— Deixa entrar — respondi, com a boca cheia de pau.
— Eu gosto do risco.
Eu me deitei de costas no chão frio e sujo, abrindo bem as pernas.
— Agora fodem. Um de cada vez. Quero sentir os três.
O loiro se ajoelhou entre minhas pernas e enfiou o pau na minha buceta de uma vez. Eu gemi alto, o som ecoando no banheiro. Ele metia rápido, com medo, enquanto o moreno me enfiava o pau na boca e o gordinho esperava, se masturbando e olhando minha buceta sendo arrombada.
— Porra, que apertada… — gemeu o loiro, metendo fundo.
— Olha como ela tá molhada — comentou o gordinho.
— Tá escorrendo no chão.
Quando o loiro quase gozou, eu o empurrei.
— Agora no cu. Quero sentir.
Ele engoliu em seco, mas obedeceu. Cuspiu na cabeça do pau e foi entrando devagar no meu cu apertado. Eu gemia, as unhas no chão sujo, enquanto o moreno me fodia a boca com mais força.
Eu não ligava para o risco ou chão sujo, apenas queria curtir aqueles paus.
O gordinho me puxou de joelhos de novo e enfiou o pau grosso na minha buceta por trás, enquanto o loiro continuava no meu cu. Eu estava sendo arrombada nos dois buracos, de joelhos no chão do banheiro masculino, seios balançando, saliva e mel escorrendo.
— Mais forte… — eu gemia.
— Me usem direito. Quero sair daqui vazando.
Eles se revezaram várias vezes. Me foderam de quatro, deitada de costas, de lado. Me chuparam os peitos, me deram tapas na bunda, me encheram a boca de pau. O moreno meteu fundo no meu cu enquanto o loiro me fodia a boca. O gordinho me comeu a buceta com força, segurando meus quadris e me puxando contra ele.
Eu gozei duas vezes, esguichando no chão sujo, o corpo tremendo de tesão e de risco. Cada vez que ouvia passos distantes no corredor, eu apertava mais os paus dentro de mim e gemia mais alto.
No final, os três gozaram quase juntos: o loiro na minha boca, o moreno na buceta e o gordinho no meu cu. Eu engoli o que pude, o resto escorrendo pelo queixo e pelas coxas.
Ainda ofegante, ajoelhada no chão sujo, eu olhei para eles e sorri, a voz rouca:
— Combinado então… Vocês fazem o trabalho e colocam meu nome. Em troca, depois de qualquer aula, eu deixo vocês me foderem. Sempre que quiserem. Sem reclamar. Pode ser aqui, pode ser em outro lugar. Eu quero.
Os três, ainda ofegantes, suados e assustados, apenas assentiram.
Um deles então disse:
— Qual o seu nome para colocar nos trabalhos?
Ri muito. Tinha fodido sem nem me apresentar primeiro.
— Sabrina.
Eu me levantei, peguei a bolsa e saí do banheiro ainda nua, caminhando pelos corredores completamente vazios do campus, porra escorrendo pelas minhas pernas, seios balançando livremente sob a luz fraca dos postes.
Naquela noite, deitada na cama do meu apartamento, eu já estava pensando em quantas vezes iria usar aqueles três durante o semestre.




