Me chamo Daiane. Tenho 26 anos. Isso aconteceu no dia 19 de outubro de 2024. Ela se chama Larissa. Amiga de infância. Corpo lindo pra caralho: peitos médios e firmes, cintura fina, bunda redonda e aquela boceta rosada que eu sempre quis provar. Lésbica assumida. Sempre me rejeitou. “Daiane, eu gosto de mulher, mas não de você desse jeito.” Eu nunca aceitei. Queria ela. Queria abrir ela, foder ela, fazer ela gozar sem consentimento. Na sexta-feira eu fui buscar ela de carro. Vestido azul curto, sem sutiã. Os peitos balançavam a cada passo. Eu fiquei molhada só de olhar. Chegamos na chácara. Tinha mais uns amigos, mas ninguém que se metesse no nosso canto. Bebemos o dia inteiro. Cerveja, vodka, caipirinha. Larissa, como sempre, bebeu até apagar. Eu bebi também, mas controlava. Queria estar lúcida o suficiente. Às duas da manhã todo mundo já tinha desmaiado. Eu ainda estava acordada. Passei pelo corredor e vi a porta do quarto dela entreaberta. Entrei sem fazer barulho. Ela estava deitada de lado, o vestido azul subido até a cintura, a calcinha branca marcando a bunda. Respiração pesada, completamente apagada. Cheiro de álcool e perfume. Eu fechei a porta com cuidado. Tirei a própria calcinha e guardei. Abri a bolsa que tinha trazido escondida: um vibrador médio, um consolo grosso de silicone e um tubo de lubrificante. Me aproximei da cama. Ajoelhei. Puxei o vestido mais pra cima. Os peitos dela apareceram. Sem sutiã, mamilos rosados. Eu chupei um, depois o outro. Lambi, mordi de leve, apertei. Ela resmungou no sono, mas não acordou. Desci. Puxei a calcinha branca pro lado. A boceta estava fechada, rosada, limpinha. Eu cheirei fundo. Cheiro de mulher. Cuspi na mão e passei os dedos. Ela estava seca. Empurrei um dedo. Apertada pra caralho. Empurrei o segundo. Mexi devagar, abrindo, sentindo as paredes quentes. Depois tirei os dedos e enfiei a língua. Lambi a fenda inteira, chupei o clitóris mole, enfiei a língua o mais fundo que consegui. Ela abriu um pouco mais a perna no sono. Eu continuei lambendo até sentir o gosto dela misturado com a saliva. Não aguentei. Peguei o vibrador. Liguei no modo médio e encostei no clitóris. O zumbido baixo encheu o quarto. Ela se mexeu, franziu a testa, mas não abriu os olhos. Eu desci o vibrador e enfiei devagar na boceta. Entrou com resistência. Empurrei até o fundo. Liguei no máximo. O aparelho latejava dentro dela enquanto eu segurava a base e metia. O barulho molhado começou. Eu chupava os peitos ao mesmo tempo, apertava, beliscava. Fiquei assim uns quinze minutos. Depois tirei o vibrador e peguei o consolo grosso. Passei bastante lubrificante. Posicionei a cabeça na entrada e empurrei. Entrou centímetro por centímetro. A boceta dela esticou. Eu gemi baixo só de ver. “Porra, Larissa… que boceta apertada.” Empurrei até o fundo. Comecei a meter. Fundo, puxava quase pra fora e enfiava de novo. Segurava a coxa dela aberta com uma mão e metia com a outra. O som molhado ecoava. Ela se mexeu mais, resmungou, mas continuou dormindo. Eu tirei o consolo e enfiei dois dedos de novo. Depois três. Quatro. A boceta cedia aos poucos. Eu gemia de tesão. Lubrifiquei mais. Juntei os dedos e comecei a empurrar a mão inteira. O polegar por último. A entrada esticou, ardeu, mas cedeu. Minha mão entrou até o pulso. Fisting. Eu sentia as paredes quentes apertando meus dedos. Mexia devagar, girando, abrindo mais. Larissa soltou um gemido baixo, quase um choro, mas não acordou. Eu continuei. Enfiava e tirava a mão inteira, sentindo o calor, o aperto, o barulho molhado e obsceno. Quando a mão já entrava com mais facilidade, eu tirei, enfiei o consolo de novo e meti com força. Depois voltei pro vibrador, liguei no máximo e deixei dentro enquanto chupava o clitóris. Eu estava encharcada. Me masturbava com a outra mão, esfregando o próprio clitóris, gozando em silêncio enquanto abusava dela. Voltei pro fisting. Enfiei a mão de novo até o pulso e fiquei ali, abrindo, explorando. Depois tirei e enfiei o consolo fundo, metendo rápido. Senti ela tremer. Um orgasmo involuntário. O corpo dela contraiu, a boceta apertou o silicone, um gemido mais alto escapou. Eu continuei. Meti até ela tremer de novo. No final, tirei tudo. A boceta estava vermelha, aberta, brilhante de lubrificante e dos próprios fluidos. Eu chupei. Lambi tudo, enfiei a língua o mais fundo possível, saboreando. Depois limpei os dedos na boca dela, fazendo ela provar o próprio gosto misturado com o lubrificante. Guardei a calcinha branca no bolso da bolsa. Vesti o vestido dela de novo, ajeitei o corpo como se nada tivesse acontecido. Saí do quarto sem barulho. No dia seguinte ela acordou reclamando. — Nossa, Daiane… meu corpo tá doendo pra caralho. A boceta dói. E eu não acho minha calcinha. Acho que bebi demais e bati em alguma coisa. Eu ri, ofereci água, fiz café. Olhei pra ela e senti a boceta latejar só de lembrar. Ela não suspeitou de nada. Continuou falando que estava estranha, que doía por dentro, que talvez tivesse dormido de mau jeito. Eu só acenei e pensei na mão que tinha enterrado até o pulso dentro dela. Até hoje tenho a calcinha branca. Guardada. De vez em quando tiro, cheiro, enfio os dedos em mim mesma e revivo tudo: o vibrador latejando, o consolo esticando, a mão inteira sumindo dentro da boceta dormindo dela. E toda vez que a vejo de vestido, eu lembro. E quero de novo.
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