A gente trabalhava no mesmo setor há um tempo. Eu com 21, ela com 27. Desde o primeiro dia que vi aquele corpo de cavala andando pelo corredor eu fiquei de olho. Peitos pesados, bunda grande e firme que balançava quando ela passava, cintura fina e aquela carinha de safada que parecia sempre meio provocante. Eu olhava escondido, imaginando como seria meter a mão naquela bunda, chupar aquela buceta, ouvir ela gemendo. Um dia vi ela conversando perto da mesa do meu amigo casado. O jeito que ela ria, se inclinava, tocava o braço dele… pensei na hora: essa aí é putinha de carteirinha. E a vontade só aumentou. Resolvi mandar mensagem no Instagram. Comecei leve, perguntando sobre o trampo. Em menos de uma hora a conversa já tinha virado putaria. Ela respondia rápido, mandava áudio rindo baixo, falando que tava com a buceta latejando só de ler as mensagens. Eu tava de pau duro no banheiro da empresa, esfregando a pica por cima da calça enquanto lia. No outro dia a gente usava o Discord da empresa pra falar de serviço. Eu entrei no canal e logo chamei ela no privado. - Ei, putinha… já acordou com a buceta molhada hoje? Ela respondeu quase na hora. - Já. Tô com a calcinha encharcada só de imaginar sua pica. Olha pra mim aí na sala e finge que não sabe de nada. Eu olhei. Ela tava na mesa, pernas cruzadas, se contorcendo levemente na cadeira. Toda vez que eu mandava uma mensagem suja ela apertava as coxas e mordia o lábio. Ninguém desconfiava. Eu tava com o pau tão duro que doía. Ela levantou e foi pro banheiro. Minutos depois chegou um vídeo no Instagram. A câmera apontada pra baixo, a calça e a calcinha abaixadas, os dedos dela entrando e saindo da buceta molhada, o barulho molhado ecoando no banheiro da empresa. O grelinho inchado, a buceta rosada e brilhante de tesão. Ela gemía baixo no vídeo: - Tô me tocando pensando na sua pica… olha como minha buceta tá pedindo… Eu quase gozei na hora. Fiquei no banheiro batendo uma rápido, olhando o vídeo várias vezes, a mão subindo e descendo na pica dura enquanto imaginava enfiar aquilo tudo nela. Ficamos assim por dias. Putaria o dia inteiro no Discord e no Instagram. Eu mandava foto do pau duro escondido embaixo da mesa, ela mandava foto dos peitos ou da buceta aberta no banheiro. A gente tentava marcar, mas a empresa era monitorada demais. Até que ela falou: - Domingo a empresa fica vazia… a gente pode ir na escada de emergência. Rápido. Só pra se pegar um pouco. Eu aceitei na hora. No domingo eu cheguei cedo e fiquei esperando no corredor perto da escada. Quando ela apareceu, tava de short curto e blusinha justa. O corpo de cavala chamando atenção mesmo vazia a empresa. A gente se olhou e foi direto pro beijo. Boca molhada, língua suja, mão já na bunda dela apertando forte. Eu enfiei a mão por baixo do short e senti a calcinha encharcada. Ela gemeu no meu peito e esfregou a buceta na minha mão enquanto eu apertava o pau dela por cima da calça. - Porra… que pau duro… - ela sussurrou, a voz rouca. - Quero chupar isso… Não deu tempo. Ouviram um barulho longe e a gente parou, ofegante, a boca vermelha, a roupa amassada. Voltamos pra sala ainda com tesão absurdo, conversando no Discord como se nada tivesse acontecido, mas os dois latejando. Depois daquilo não tinha mais como segurar. Marcamos pro motel. Eu passei na casa dela de carro. Quando ela entrou, já veio com a mão direto no meu pau. - Tá duro pra caralho… - ela falou, apertando o volume. - Só de pensar em te foder já tô molhada. Ela ficou me tocando o caminho inteiro, a mão dentro da calça, subindo e descendo devagar na pica, passando o dedo na cabeça molhada de pré-gozo. Eu quase bati o carro. Na entrada do motel ela ainda tava me masturbando enquanto eu pegava a chave do quarto. Mal fechamos a porta e já estávamos nos agarrando. Beijo molhado, mãos por todo lado. Eu tirei a blusa dela, os peitos pesados saltaram. Chupei os bicos com vontade, mordendo de leve. Ela gemeu alto: - Aaaaah… assim… chupa meus peitos… Desci a mão, tirei o short e a calcinha dela de uma vez. A buceta tava completamente molhada, os lábios inchados, o grelinho saltado. Eu a empurrei na cama e caí de boca. Lambei tudo, de baixo pra cima, chupando o grelinho com força, enfiando a língua dentro da buceta. O gosto e o cheiro dela me deixaram louco. Ela segurava minha cabeça e gemía desesperada: - Porra… chupa essa buceta… assim… mais forte… aaaaah… Eu chupei até ela tremer, os dedos enfiados nela enquanto a língua trabalhava o grelinho. Quando ela tava quase gozando, ela me puxou pra cima. - Agora é minha vez… quero mamar essa pica. Ela me empurrou pra deitar e desceu. Pegou meu pau com as duas mãos, lambeu a cabeça devagar, depois engoliu até o fundo. A garganta dela apertava, a saliva escorria pelo pau e pelas bolas. Ela mamava com vontade, olhando pra mim, fazendo barulho molhado, engasgando de propósito. - Que porra de boca gostosa… - eu gemia, segurando o cabelo dela. - Engole tudo, putinha… Ela chupou até eu estar prestes a gozar, depois parou, subiu e se sentou na minha pica de uma vez. A buceta engoliu tudo fácil, molhada pra caralho. Ela começou a sentar com força, a bunda batendo nas minhas coxas, os peitos balançando na minha cara. Eu apertei a bunda dela e meti pra cima. - Isso… senta nessa pica… - eu falava. - Sua buceta tá uma delícia… Viramos. Eu coloquei ela de quatro e meti fundo. A cada estocada eu dava tapa naquela bunda grande. Ela gemia alto, pedindo mais: - Bate mais… bate nessa bunda… aaaaah… fode forte, porra… Eu metia sem dó, a mão no cabelo dela puxando a cabeça pra trás, a outra batendo na bunda até ficar vermelha. O barulho da pele batendo, o barulho molhado da buceta, os gemidos dela ecoando no quarto. - Vou gozar… vou gozaaaaar… - ela gritou. Eu acelerei e gozamos juntos. A buceta dela apertou minha pica com força enquanto eu jorrava dentro. Ela tremia inteira, a bunda marcada de vermelho, a buceta latejando ao redor do meu pau. Mal tinha acabado e a gente já tava se olhando de novo, ainda com tesão. Ela me chamou pro banho, mas eu falei: - Não quero banho. Quero foder de novo. Fui atrás dela no banheiro, a beijei contra a parede e virei ela de costas. Empinei a bunda dela e enfiei de novo, agora em pé. Metia fundo, as mãos apertando a cintura, os tapas na bunda ecoando. Ela gemia e pedia: - Mais forte… me fode como puta… aaaaah… Voltei com ela pra cama. Sentei na cadeira do quarto e mandei ela sentar de costas no meu pau. Ela desceu devagar, mostrando a bunda e a buceta engolindo tudo. Começou a rebolar, depois a sentar com força. Eu batia na bunda dela sem parar, os tapas altos, a pele ficando cada vez mais vermelha. - Não para… - eu mandava. - Continua sentando. Ela gozou de novo, a buceta escorrendo no meu pau, o corpo se contorcendo. Eu segurei a cintura dela e continuei metendo pra cima enquanto ela ainda tremia. - Mais uma… quero ver você gozar de novo. Ela gemía alto, quase gritando, a voz falhando: - Não aguento… tá sensível demais… aaaaah… porra… Eu não deixei parar. Empurrava a pica pra cima com força, a mão esfregando o grelinho dela. Ela gozou pela quarta vez, o corpo inteiro mole, a buceta pulsando, o meu pau todo melado da porra dela. Ainda assim ela continuou sentando, ofegante, determinada a me fazer gozar. Eu mandei ela se empinar na beira da cama. Fiquei em pé atrás e meti fundo, sem dó. O barulho era alto, os gemidos dela desesperados. Eu sentia a buceta inchada apertando. - Goza de novo pra mim… - eu falava, metendo forte. - Quero ver essa putinha gozar mais uma vez. E ela gozou. Pela quinta vez. O corpo tremeu, a buceta esguichou um pouco, ela gritou com a cara enfiada no colchão. Eu não aguentei. Puxei a pica pra fora, virei ela de frente e jorrei na boca e no rosto dela. Ela abriu a boca e engoliu o que conseguiu, a porra escorrendo pelo queixo e pelos peitos. Ficamos ali, ofegantes, o cheiro de sexo forte no quarto. Eu olhei pra buceta dela: inchada, vermelha, molhada, ainda latejando. Uma das melhores que já vi. A gente se vestiu depois, ainda se tocando, se beijando. Não tivemos mais chance de se ver assim. A empresa, a rotina, a vida. Hoje ela namora. Mas eu tenho certeza que aquela putinha ainda existe por baixo. Às vezes penso em mandar mensagem, ver no que dá. Porque depois daquela tarde no motel, eu nunca mais consegui esquecer o gosto da buceta dela, o jeito que ela gemia, a bunda vermelha de tapa e o olhar de safada quando gozava no meu pau.
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