Não sei ao certo a idade da Tia Rita, deve estar beirando os 60 anos. Não vou mentir, ela não é uma mulher muito bonita. Usa uma franja meio desajeitada, não é muito vaidosa, usa óculos. É uma... Bom, é uma tia. É meio desajeitada, mas isso até que faz parte do charme dela. Por outro lado, o corpo compensa: Peitos grandes e fartos, um bumbum bem grande e redondo, coxas grossas e uma cintura fina, apesar de estar acima do peso. Apesar disso tudo, graças ao rosto, acaba não chamando muito a atenção dos homens. Eu mesmo demorei para notar que ela tinha esse corpão. Ela nunca usou roupas que o valorizasse. Nossa família é muito grande, e quando nos reunimos é muito divertido. Tenho vários primos da minha idade — dois deles são filhos da Rita — e tios muito gente boa. Mas a Tia Rita sempre foi a minha favorita. Ela dava os presentes mais caros, me levava para passear, chamava para passar os finais de semana na casa dela, e sempre me tratou com muito carinho. No último final de semana foi aniversário de um dos meus primos. Ele fez uma comemoração na quarta-feira com seus amigos, e no sábado seus pais alugaram uma chácara no interior para comemorar com a família. Era minha primeira festa após completar 18 anos, então eu estava bem empolgado, pois meus pais não iriam me proibir de beber. Eu não sou muito de sair, então queria aproveitar a oportunidade para ver como é ter um porre. Chegamos no sábado de manhã. Eu e meus pais fomos nos acomodar em um dos quartos, e a Tia Rita já tinha chegado, junto do marido e dos dois filhos. Eles são um pouco mais secos, mas Rita é bem calorosa. Correu para nos abraçar e me deu três beijos no rosto: — Vitor! Meu sobrinho favorito! Não é porque virou adulto agora que não pode ganhar beijos da titia, né? — Falou em tom de brincadeira. Ri e respondi: — Claro que não, tia, você sabe que eu não ligo. Ela ficou ali conversando com meus pais. Fu ajeitar minhas coisas no quarto, vesti uma bermuda e tirei a camiseta, e corri para a piscina. Durante o dia o resto do pessoal foi chegando, e à noite tio João começou o seu famoso churrasco. Todos já estavam comendo e bebendo, mas eu havia saído da piscina havia pouco tempo e fui tomar um banho e me trocar. Quando fui para a parte de fora, onde estava rolando a festa, Tia Rita estava sentada sozinha em uma das mesas, mexendo no celular, quando me viu e fez sinal com o dedo me chamando discretamente. Fui até ela, ela puxou uma nota de 100 do bolso e me deu rapidamente, fechando minha mão. — O presente que te demos no seu aniversário foi meu e do seu tio. Esse aqui é por minha conta, pra você gastar como quiser. — Tia, não precisa. — Guarda isso, moleque. Não se recusa presente. E não fala pra ninguém que eu te dei isso, seu tio me mataria se descobrisse. Sorri e dei um beijo no rosto dela, abraçando-a pelo pescoço com um dos braços: — Obrigado, tia. Me sentei ao lado dela, e ela começou a conversa. — Como se sente agora que já é adulto? — Ah, sei lá. Achei que muita coisa ia mudar depois que eu fizesse 18, mas ainda tá tudo igual. Hoje vou beber pela primeira vez, vamos ver se vou dar vexame. Ela riu: — Se você puxou a mim, depois de meio copo já vai estar dançando pelado em cima da mesa. — Que isso, tia — respondi rindo — Nunca vi você fazendo nada disso.— É porque você nunca me viu beber.— Nunca reparei nisso. Mas... Quer me acompanhar? Não quero passar vergonha sozinho. — Quer que eu seja a primeira a beber com você? Que honra! Vou abrir uma exceção hoje. Fomos até a mesa onde estavam as bebidas e a perguntei: — Por onde começo? Não sei nada sobre álcool. — Hmm, vamos ver... Aqui, pega esse que é bem gostoso e fraquinho. — Ela puxou duas garrafas de Smirnoff Ice sabor limão, uma para mim e outra para ela. Fomos caminhando pela chácara, cheia dos nossos familiares, e conversando. Chegamos em um canto um pouco mais vazio. Encostei na parede e ela sentou em um toco de árvore que estava largado ali. Brindamos. — Saúde! Ao primeiro porre do Vitor! Dei risada e bebemos ao mesmo tempo. Fiz uma leve careta e ela disse, fingindo indignação: — Careta? Ahh, menino. Achei que ia te ver bebendo cachaça pura hoje, mas desse jeito você não vai aguentar. Continuamos conversando. Às vezes aparecia algum parente e participava da conversa, mas logo saía e continuava só nós dois. Bebemos duas, três, quatro garrafas e eu comecei a me sentir levemente alterado. Tia Rita já estava com as bochechas coradas e parecia mais solta. — Vitor, deixa eu te perguntar. Como estão as meninas? Você nunca trouxe ninguém pra conhecer a gente. Tem vergonha? — Que nada, tia. É que tá em falta, mesmo. Dei uns beijos numa menina da escola mas foi só isso, nada demais. — Para de perder tempo, menino. Você é tão bonito, tá ficando fortinho... — disse enquanto apertava meu braço — Tem que chegar nas meninas. Você é bom de papo, estamos aqui conversando há tanto tempo que até perdi a noção da hora. — É, tia... Sei lá. Não é por falta de vontade. — suspirei e dei uma risada sem graça. — Eu imagino, nessa idade a gente tem um tesão danado. Não acreditei no que ouvi. Tia Rita nunca havia falado desse jeito comigo. Fiquei um pouco constangido e acabei ficando em silêncio por não saber o que responder. Ela sentiu que fiquei tímido e tentou consertar: — Não que depois a gente pare de sentir tesão... Às vezes até aumenta com a idade. — e deu uma gargalhada. Continuei constrangido, mas olhei para ela e forcei uma risadinha. — Ê, tia... Melhor parar com isso, hein. — Disse, puxando a garrafa da mão dela. Ela riu e falou: — Eu te avisei, mas mesmo assim você quis beber comigo. Tá aí. — e deu uma risadinha sem graça. — Desculpa, sei que é um assunto que você não quer ter com a sua tia. Me senti um pouco mal por deixá-la chateada. — Para com isso, tia. Eu adoro conversar com a senhora. — Abracei-a e dei um beijo em sua testa. Ela sorriu e reclinou sua cabeça no meu ombro por alguns segundos. — Vamos voltar para a mesa? Estou com uma dor na panturrilha. — Disse, fazendo uma careta e levando a mão à perna. Fomos à mesa e ela continuou se queixando da dor. — Aconteceu alguma coisa aí? — Perguntei. — Idade, né. Tá achando que só vem coisa boa com a velhice? — Disse enquanto ria. — Que velhice, o que. A senhora está nova. — Mais ou menos... Minha panturrilha começa a doer do nada. — Ela esticou a perna e apoiou o pé na cadeira em que eu estava sentado, ao meu lado. Segurei seu pé e apoiei no meu colo, comecei a massagear sua panturrilha, ela gemeu de dor e eu parei. — Aqui dói? — Dói. Mas continua, tá aliviando. Continuei a massagem olhando para seu rosto, avaliando se estava fazendo forte ou fraco demais. Conforme eu apertava ela bufava, mas começou a passar a dor. Ela riu e deu um tapinha no meu braço: — Vitor... Você é o pacote completo mesmo, né? Faz até massagem. Ri e continuei massageando meio que automaticamente, sem perceber, enquanto conversávamos. Após uns cinco minutos, comecei a notar que ela mordia o canto dos lábios e fazia uma expressão meio... De tesão. Fiquei em dúvida se era isso mesmo, mas achei melhor parar. Coloquei seu pé apoiado de volta na cadeira e ela fez uma cara de brava: — Ei! Quem mandou parar? — Achei que já estivesse melhor. — Faz só mais um pouquinho na outra perna, pra equilibrar. — Se ajeitou puxando a cadeira mais pra frente, ficando mais próxima de mim, e apoiou o outro pé no meu colo. Relutei por alguns segundos, mas segui com a massagem. Dessa vez ela olhava fixamente nos meus olhos e passava a língua na boca. Estranhamente, comecei a sentir tesão naquilo. Nunca tinha olhado dessa maneira para a Tia Rita, mas a situação escalou de tal maneira... Eu nunca havia ficado tão próximo assim de uma mulher, e ela parecia sentir tesão com meus toques. Não, não. Estou viajando. A Tia Rita jamais faria isso. Pensei enquanto continuava a massagem. Ela me olhou com um sorrisinho safado... Ou eu que estava sendo um tarado? Fui diminuindo o ritmo da massagem e comecei a alisar a parte interna de sua coxa. Estava quente e um pouco suada. Meu pau ficou duro na hora, eu podia sentir meu rosto fervendo. Parei com os movimentos e me ajeitei na cadeira, olhando para ela. Ela estava debruçada na cadeira, com a perna bem esticada, e olhou em direção ao meu pau. O sorriso deu lugar a uma expressão séria e ela voltou o olhar para mim. — O que é isso? — Disse enquanto dava dois toquinhos no meu pau com a ponta do pé. Na hora pensei: "É isso, fiz merda. Puta que pariu. Eu sou um tarado." Continuou me encarando por uns três segundos e caiu na risada. Levou a mão à boca e seu um suspiro, se inclinando para frente e falando próximo ao meu ouvido: — Vitor, seu safado. — Tia... Eu... Ela me deixou falando sozinho e foi até o marido dela. Fiquei assistindo de longe, com o coração disparado. Alguns minutos depois ela volta, me cutuca no ombro e fala: — Vem. Levanto meio confuso e sigo ela. Ela anda até o carro do marido, senta no banco do motorista e me espera. Fui até a janela e falei: — Tia, mas o que... — Entra. — Disse com um sorriso de canto de boca. Nos encaramos por um tempo até que ela repetiu. — Entra. Vem logo. Obedeci e fui até o banco do passageiro. Ela ligou o carro e saiu devagar. — Tia, onde estamos indo? — Pedi o carro para o seu tio, falei que queria te levar para o lago que tem aqui no condomínio. Ficamos em silêncio por alguns minutos. — Tia, aquela hora eu... — Shhhh... A gente já tá chegando. Chegamos ao lago. Ela estacionou bem de frente, abaixo de uma árvore, e lá estava bem escuro. Conseguia ver apenas sua silhueta e partes mal iluminadas de seu rosto e seu corpo. Se ajeitou no banco, ficando de lado, olhando para mim e sorrindo. Fiquei sem saber o que fazer, e decidi ficar em silêncio. Ela olhou em direção ao meu pau, arregalou os olhos e olhou para cima, dando com os ombros, como quem diz "coloca pra fora logo". — Bom, já que você não começa, eu começo, então. Puxou as alças do vestido, um ombro de cada vez, e puxou para baixo. O vestido travou nos peitos e ela teve certa dificuldade para continuar tirando, mas depois de dois puxões, finalmente ele desceu, dando visão a um sutiã bege. Jogou as mãos para trás, inclinou a cabeça e desabotoou o sutiã. Soltou e ele caiu lentamente. Fiquei com o olhar fixado naqueles peitões. Puta que pariu, enormes! E bonitos! Pareciam tão macios. Ela apertou com os braços e fez eles parecerem ainda maiores. Meu pau ficou duro como pedra na hora. Fiquei alguns segundos admirando, sem acreditar no que estava acontecendo. Ela riu. — Ei, acorda! Não podemos demorar muito. Olhou em direção ao meu pau e deu uma apertada com o dedão e o dedo indicador. — Sua vez, tira essa calça. Inclinei o quadril para cima e puxei minha calça para baixo, mas continuei de cueca. Não conseguia acreditar no que estava acontecendo, mas o tesão tomou conta de mim. Ela se inclinou para frente e alisou meu pau ali, por cima da cueca. Enquanto ela alisava, minha cueca ficava marcada com o líquido que saía da cabeça. Ela puxou minha cueca para baixo bem devagar. Primeiro, revelou a cabeça. Olhou para mim e deu um sorriso. Voltou o olhar para meu pau e foi abaixando mais a cueca. Quando abaixou-a completamente, meu pau pousou sobre seu rosto. Ela subiu a mão e começou a me punhetar, e deu um beijo na cabeça do meu pau. Soltei um gemido na hora, fechei os olhos e comecei a me contorcer. Ela riu da situação, com meu pau na boca. Intensificou os movimentos, e quando eu me dei conta, abri os olhos, olhei para baixo e pensei estar sonhando: Tia Rita estava ali, me chupando. Comecei a brincar com seus peitos enquanto ela me chupava, e ela gostou. Seus mamilos ficaram eretos com meus toques. Passei a mão para as costas, e comecei a alisá-la enquanto puxava o vestido para cima, revelando aquela bunda gigante, que vestia uma calcinha azul. Quando ela percebeu, empinou a bunda. Desci a mão e a acariciei. Tentei alcançar sua buceta por ali mas não consegui. Ela percebeu minha tentativa e mudou de posição. Se ajeitou no banco. Estava ofegante, com o contorno da boca todo vermelho. Encolheu as pernas e tirou a calcinha com certa dificuldade. Quando conseguiu, deu na minha mão e falou: — Aqui, pra você guardar de recordação. — E riu. Foi para o banco de trás, onde tinha um pouco mais de espaço, e sentou com as pernas abertas apoiadas no banco, mostrando sua buceta. Corri para o banco de trás, e nos ajeitamos de forma que ela ficasse deitada no banco, e eu de joelhos no meio das suas pernas. Passei meu pau sobre a buceta dela, pressionando com a mão, e ela gemia. Ela segurou meu pau, encaixou na buceta e fez um movimento para baixo, fazendo com que ele entrasse de uma vez. Ela falou, gemendo: — Isso... E começou movimentos de vai e vem no meu pau, me travando entre suas pernas. Me deitei sobre ela e comecei a chupar seus peitos, ela não parava com os movimentos. Meu tesão só aumentava, quando anunciei: — Tia, vou gozar... Vou gozar... Ela continuou, fez força com as pernas para eu não sair, e intensificou ainda mais os movimentos. Dei a primeira jatada dentro dela e ela parou, com meu pau enfiado até o fundo. Dei outra jatada, e ela sorriu, suspirando. Soltou as pernas, e eu puxei meu pau para fora, dando a última jatada na sua barriga. Ela limpou com a mão e lambeu. Sorriu para mim e falou: — Vamos, acho que já vai dar a hora de cantar parabéns.
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