Fui encoxada no BRT!



O BRT já tava lotado pra caralho quando saiu do terminal. Eu entrei no fundo como sempre, legging preta colada na bunda, blusa soltinha, calcinha de renda fina que eu nem lembrava de ter colocado. O ar-condicionado mal dava conta do cheiro de suor e gente espremida. Aí parou na próxima estação e entrou aquela multidão de uma vez. Empurraram todo mundo pra trás. Eu acabei colada num cara que era uma delícia. Alto, magro, ombros largos, cheiro de sabonete barato e algo mais masculino. Minha coxa ficou no meio da perna dele porque não tinha espaço pra por o pé em lugar nenhum. Eu ainda não aprendi a flutuar, né.
O ônibus deu um solavanco num buraco e eu quase caí de cara. Pra não ir ao chão, virei de costas pra ele e me agarrei na barra. Tentei me afastar umas três vezes. Impossível. Cada movimento do ônibus me empurrava mais pra trás. Minha bunda acabou espremendo ele contra a barra. Eu sentia o volume dele ali, macio no começo. Depois não tava mais macio.
Começou a endurecer. Devagar no início, depois firme, grosso, quente, pressionando bem no meio da minha bunda. Eu congelei. O coração bateu tão forte que achei que ia sair pela boca. Tentei me virar de novo. Não tinha um centímetro de espaço. Ele não falou nada. Só ficou ali, a pica crescendo contra a fenda da minha bunda, a legging tão fina que eu sentia o formato da cabeça, a veia saltada, o calor todo.
Aí veio a mão. Dedos firmes na minha cintura, por baixo da blusa, pele quente na minha pele. Ele me puxou pra trás com força. Minha bunda engoliu o volume dele. Eu soltei um ar pela boca, baixo, quase um gemido. Olhei em volta rápido. Ninguém reparava. Todo mundo ocupado com o próprio aperto, celular, fone, cara de quem só queria chegar. Ninguém via que eu tava com a bunda colada num pau duro no meio do BRT lotado.
Eu podia ter gritado. Podia ter empurrado com o cotovelo. Em vez disso eu rebolei. Devagar no começo, só um balanço de quadril quando o ônibus freou. A pica dele deslizou entre as minhas nádegas, a cabeça pressionando bem no meio, quase no cu. Eu senti a calcinha molhar na hora. A buceta latejou, o grelinho inchou debaixo do tecido. Ele apertou mais a cintura e puxou de novo. Dessa vez eu empurrei a bunda de propósito, rebolando em círculos curtos, apertando a pica dele entre as nádegas.
— Porra… — soltei baixinho, só pra mim.
Ele respondeu com um gemido abafado no meu ouvido, quente, quase inaudível no barulho do motor. A mão dele desceu um pouco mais, apertando a carne da minha bunda por cima da legging. Eu continuei rebolando. Cada buraco na avenida era uma estocada. O ônibus balançava e a pica dele enfiava mais entre as minhas nádegas, a cabeça grossa esfregando exatamente onde a legging marcava o cu. Eu tava encharcada. A calcinha colava na buceta, o tecido molhado raspando no grelinho a cada movimento.
A viagem era longa. Uma hora e meia de terminal a terminal. Eu fiquei ali o tempo todo, de costas pra ele, rebolando quando o ônibus permitia, apertando a pica dele com a bunda quando freava. Ele não tirou a mão da minha cintura. De vez em quando apertava mais forte, me puxava contra ele como se quisesse foder ali mesmo. Eu sentia o pau latejar. Quente. Grosso. Eu imaginava o tamanho, a cor, se a cabeça já tava molhada de pré-gozo.
Numa curva mais fechada ele enfiou a mão por baixo da legging. Rápido, ousado. Os dedos deslizaram pela minha bunda nua, passaram pelo fio da calcinha e encontraram a fenda molhada. Eu soltei um gemido baixo, desesperado, e apertei os lábios. Dois dedos dele entraram na buceta sem cerimônia. Molhada pra caralho. Ele meteu fundo, curvou os dedos e esfregou o ponto que me fez tremer as pernas. Eu rebolei mais forte, fodendo os dedos dele com a buceta no meio de todo mundo.
— Isso… assim… — sussurrei, a voz falhando.
Ele meteu os dedos mais rápido, o polegar pressionando meu cu por cima da calcinha. Eu tava gozando quase. O grelinho latejava, a buceta apertava os dedos dele, o cu se contraía sozinho. O ônibus freou de novo e eu quase caí. Ele me segurou pela cintura com a outra mão e continuou dedando. Eu mordia o lábio inferior pra não gemer alto. A saliva escorria um pouco. Meu peito subia e descia rápido. Eu olhei de canto e vi a cara dele pela primeira vez de perto. Olhos escuros, boca entreaberta, expressão de quem tava prestes a gozar também.
Ele tirou os dedos, lambeu eles bem na minha frente, sem disfarce, e voltou a mão pra minha cintura. A pica dele agora tava totalmente dura, pressionando com força. Eu rebolei mais devagar, provocando, subindo e descendo a bunda no pau dele como se estivesse cavalgando. Cada vez que o ônibus balançava eu sentia a cabeça grossa esfregar no meu cu. A legging tava manchada por fora, eu tinha certeza. A calcinha encharcada colava, o cheiro da minha buceta já devia estar no ar se alguém prestasse atenção.
Chegamos perto do terminal. O aperto diminuiu um pouco. Eu podia ter me afastado. Não me afastei. Continuei rebolando até o último segundo, a buceta latejando, o grelinho dolorido de tanto tesão. Quando as portas abriram eu saí sem olhar pra trás. As pernas tremiam. A calcinha escorria. Eu caminhei até o trabalho sentindo a legging molhada entre as coxas, a buceta queimando, o cu ainda sensível do roce constante.
No banheiro do serviço eu tirei a calcinha. Estava encharcada, o tecido transparente, o cheiro forte de buceta excitada. Eu sentei no vaso, abri as pernas e enfiei dois dedos. Ainda tava molhada pra caralho. Fechei os olhos e lembrei da pica dele, grossa, quente, enfiada entre as minhas nádegas. Gemi baixo enquanto me dedava, rápido, sem delicadeza. O grelinho inchado, a buceta apertando, o cu se contraindo como se ainda sentisse ele ali. Gozei em menos de um minuto, a mão na boca pra não gritar, as pernas tremendo, o gozo escorrendo pelos dedos.
Agora estou aqui, horas depois, ainda com a buceta latejando. Escrevo isso enquanto me toco de novo. A legging ainda tem a mancha. Eu quero que ele me encontre. Quero que me reconheça na rua, me puxe pra um beco, me empurre contra a parede e enfie essa pica grossa na minha buceta sem pedir licença. Ou no cu. Tanto faz. Eu rebolei no pau dele por uma hora e meia no meio de todo mundo. Eu já dei o consentimento com a bunda.
Se você estiver lendo isso, pauzudo do BRT, saiba que pode fazer o que quiser comigo. Pode me encoxar de novo. Pode me dedar no meio do ônibus. Pode me foder no banheiro do terminal. Pode gozar na minha cara, na minha buceta, no meu cu. Eu vou rebolar de novo. Vou gemer baixo pra ninguém ouvir. Vou ficar molhada até a calcinha pingar. E da próxima vez eu não saio sem olhar pra trás. Da próxima vez eu quero ver a sua cara enquanto você mete.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fui encoxada no BRT!

Codigo do conto:
269885

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
14/08/2026

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